quinta-feira, 30 de julho de 2009

Pensamentos de Arnaldo Jabor

"Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os
honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo
a porta. O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão.

O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção
estelar. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada,veste-se bem e é fã
do Caetano. Isso são só referênciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério,
pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade
que se revela quando menos se espera. Você ama aquela petulante. Você
escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela
deixou a seco. Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e
ela tem alergia a sol, você abomina o Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?

Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é
mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com
você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro
trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos,
está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para
príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca
gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

Não pergunte pra mim você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais.
Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa
comédia romântica também tem seu valor. É bonita. Seu cabelo nasceu para
ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todasas curvas no
lugar.

Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música,
tem loucura por computador e seu fettucine ao resto é imbatível. Você tem
bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse,
criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa.

Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação
matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao
SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e
bons pais de família, ta assim, ó! Mas ninguém consegue ser do jeito que o
amor da sua vida é! Pense nisso"


George Bernard Shaw

"De todos os homens que conheço o mais sensato é o meu alfaiate.
Cada vez que vou a ele, toma novamente as minhas medidas.
Quanto aos outros, tomam a medida apenas uma vez e pensam que seu
julgamento
é sempre do meu tamanho"


A CASA DOS MIL ESPELHOS


Tempos atrás em um distante e pequeno vilarejo, havia um lugar conhecido como a casa dos 1000 espelhos.
Um pequeno e feliz cãozinho soube deste lugar e decidiu visitar.

Lá chegando, saltitou feliz escada acima até a entrada da casa.

Olhou através da porta de entrada com suas orelhinhas bem levantadas
e a cauda balançando tão rapidamente quanto podia.
Para sua grande surpresa, deparou-se com outros 1000 pequenos e
felizes cãezinhos, todos com suas caudas balançando tão rapidamente quanto a dele. Abriu um enorme sorriso, e foi correspondido com 1000 enormes sorrisos. Quando saiu da casa, pensou:
- Que lugar maravilhoso!
Voltarei sempre, um montão de vezes.

Neste mesmo vilarejo, um outro pequeno cãozinho, que não era tão feliz quanto o primeiro, decidiu visitar a casa.
Escalou lentamente as escadas e olhou através da porta.
Quando viu 1000 olhares hostis de cães que lhe
olhavam fixamente, rosnou e mostrou os dentes e ficou horrorizado ao ver 1000 cães rosnando e mostrando os dentes para ele.
Quando saiu, ele pensou:
- Que lugar horrível, nunca mais volto aqui.
Todos os rostos no mundo são espelhos.

Que tipo de reflexos você vê nos rostos das pessoas que você encontra?

E-mail recebido:Receita da vida


INGREDIENTES

Família (é aqui que tudo começa)
Amigos (nunca deixe faltar)
Raiva (se existir que seja pouca)
Desespero (pra quê)
Paciência (a maior possível)
Lágrimas (enxugue todas)
Sorrisos (os mais variados)
Paz (em grande quantidade)
Perdão (á vontade)
Desafetos (se possível nenhum)
Esperança (não perca jamais)
(quanto maior melhor)
Amor (pode abusar)
Carinho (essencial)

*
MODO DE PREPARAR
Reúna a sua família e seus amigos....
Esqueça os momentos de raiva e desespero passados.
Se precisar use toda sua paciência....
Enxugue as lágrimas e as substitua por sorrisos..
Junte a paz e o perdão e ofereça os seus desafetos.
Deixe a esperança crescer no seu coração....
Nem sempre os ingredientes da vida são gostoso, por tanto saiba misturar
todos os temperos que ela oferece,
e faça dela um prato de raro sabor)....

A gripe suína num boteco do Leblon

– Pô, cara, foi um sufoco sair de casa hoje! Pelo gosto da Detinha, eu não punha os pés aqui hoje.

– Por causa do teu porre ontem? Tu ontem pegou legal e olhe que eu saí antes de você anunciar que ia imitar o Michael Jackson e cair por cima da mesa logo no primeiro passo. É só o que se comenta aqui, essa tua imitação do Michael Jackson.

– Declaro amnésia alcoólica, não quero ouvir nada. E não tem nada a ver com porre nenhum, isso deixou de ser problema lá em casa. Taí, sou obrigado a reconhecer que nisso o computador me ajudou muito. A Detinha agora faz um e-mail circular todas as segundas-feiras, com uma foto minha de porre, tirada com o celular aqui mesmo, relembrando os melhores momentos do porre e pedindo desculpas em nome da cabeça do casal. É assim mesmo que ela assina, a cabeça do casal, a Detinha sempre foi meio folgada, esse pessoal criado em Copacabana é todo meio folgado. Ela já está até colecionando os e-mails e as fotos, diz que vai publicar um livro e fazer um blog. Agora eu posso tomar todas no fim de semana e abato na força que estou dando para a carreira de escritora dela, ela não pode se queixar. Não, nada de porre, tudo perfeito. O problema é a gripe suína.

– Tem alguém de gripe suína na tua casa?

– Todo mundo. Quer dizer, ninguém, mas toda hora alguém aparece com um sintoma, está ficando difícil de segurar, ainda mais com a Lucinha respondendo “deixa a vida me levar” sempre que a gente pede a ela pra maneirar. Não é por ser minha filha que eu vou negar a realidade dos fatos e a verdade dos fatos é que a Lucinha… Tu conhece a Lucinha.

– Conheço. Por sinal, todo mundo gosta dela, inclusive eu. Todo mundo acha a Lucinha uma garota sensacional. Além de muito bonita, uma cuca do melhor nível, astral fantástico, todo mundo gosta mesmo.

– Pois é, todo mundo e todo ô mundo, ól zi uêld, melhor dizendo, acho que entra mais gringo lá em casa do que na sede da ONU.

– E algum deles está gripado?

– Nunca se sabe. Deu no jornal que o sujeito pode estar contaminado sem ter ainda nenhum sintoma, ou sem ter sintoma nunca, e mesmo assim passar a gripe para outros. Aí a Detinha radicalizou. A farmácia aí do lado não tinha mais máscaras e não sei como ela descolou uma caixa, que botou numa mesinha perto da porta, junto com álcool em gel e um spray desinfetante que também não sei onde ela descolou.

– Eu não sabia que a Detinha era assim. Mas pra mim ela está exagerando um pouco, você não acha, não? Na televisão eles sempre falam que não há motivo para pânico.

– E tu acha que algum dia eles iam dizer que há motivo para pânico? Tu pode imaginar o Bonner falando “boa-noite, o Ministério da Saúde acaba de anunciar que há motivo para pânico”? Só se ele fosse apresentador de peste bubônica na Idade Média. Isso mesmo é o que a Detinha fala. E, de qualquer maneira, quando ela mete uma coisa na cabeça, não tem jeito. Agora só entra lá em casa depois de botar a máscara e esfregar álcool nas mãos. E nada de beijocas, abraços, bicadas em copos alheios, nada disso. Se não fosse o Menezes, eu só estaria aqui de máscara. Mesmo assim ela não queria que eu viesse pra cá, mas felizmente esse caso do Menezes ajudou.

– Eu não soube do caso do Menezes.

– Daqui a pouco tu ia saber, está mais comentado que a tua imitação do Michael Jackson. O Menezes saiu pra caminhar no calçadão de boné e máscara e aí, quando passou pela padaria na volta, acharam que ele era o mesmo assaltante da véspera voltando ao local do crime e, daí até descobrirem que era ele, foi um pra conferir que ninguém acredita e ele ainda chegou a tomar uns cachações até provar que não era elefante.

– Coitado do Menezes, vou me solidarizar. Mas não há motivo mesmo para essa paranoia de sair de máscara, aqui iam pensar que você ia imitar o Michael Jackson outra vez.

– Isso diz você.

– Isso digo eu, não, isso dizem as autoridades. As autoridades da saúde pública e as autoridades no assunto.

– Tá legal, então. O que dizem as autoridades? Dizem que o quadro clínico não é suficiente para se diagnosticar se é a gripe suína ou a comum, dizem ou não dizem?

– É, acho que sim. Mas tem o exame de laboratório.

– Que leva quantos dias para ser feito? Já ouvi quatro, já ouvi cinco, já ouvi uma semana.

– É, mas aí o médico pode receitar os remédios que o Ministério da Saúde já comprou.

– Mas, no caso, o que dizem as autoridades de que você falou? Eu respondo por você. Dizem que o remédio não faz mais efeito, depois que o sujeito já está com os sintomas uns dois dias. Sacou? Antes, não tomava o remédio porque os sintomas são enganadores e o sujeito pode até piorar ou morrer, se tomar o remédio sem necessidade. Depois, não adianta tomar o remédio, porque não faz mais efeito.

– Ah, não acredito. Então por que compraram tanto remédio?

– Pergunte às autoridades. De um jeito ou de outro, você vai achar motivo para pânico.

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Escrito por - João Ubaldo Ribeiro

Cidadania:Direitos do paciente com câncer vira história em quadrinhos





Salvador - Os direitos do paciente com câncer é o tema abordado na terceira edição da História em Quadrinhos Um Amigo das Estrelas. O gibi, iniciativa do Centro de Hematologia e Oncologia da Bahia (CEHON) e assinado pelo cartunista baiano Luis Augusto Gouveia, será lançado na Megastore Saraiva do Shopping Barra, no próximo dia 1º de agosto, às 16 horas.

Desta vez, o autor das famosas tirinhas do Fala Menino! divide o evento com o promotor de justiça Márcio José Cordeiro Fahel e com a chefe da Divisão de Benefícios da Previdência Social de Salvador, Dinacy Della Cella. “Nossa intenção é fazer do gibi um instrumento de esclarecimento para a população. Por isso, convidamos representantes do Ministério Público e da Previdência Social para estarem disponíveis para responder perguntas e esclarecer dúvidas”, destaca a diretora de relacionamento institucional do CEHON, Anabel Carvalho Silva.

Com distribuição gratuita, o gibi pretende tornar mais conhecidos direitos assegurados pela constituição brasileira a pacientes com diagnóstico de câncer. Nesta edição, Zehon, o polvo que nasceu para ser o eterno mascote do Centro de Hematologia e Oncologia da Bahia (CEHON), acompanha o amigo Duda em uma aventura recheada de discussões sobre Direito.

“E olha que de Direito ele entende. Afinal, um polvo tem oito braços, metade deles direitos”, brinca o autor do gibi. O rol de benefícios divulgados por Zehon inclui desde isenção no pagamento de alguns impostos, auxilio doença, aposentadoria por invalidez, amparo assistencial, saque do FGTS e até quitação da casa própria. “É gratificante saber que, através das tirinhas, estamos levando informações importantes para as pessoas. A cidadania não pode ser afetada pelo câncer ou qualquer outra doença”, destaca Luís Augusto Gouveia.
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fonte:Jornal da mídia

200 mil pacientes ficam sem atendimento no Brasil por falta de substância radioativa

Grandes hospitais públicos e privados do Brasil enfrentam, há dois meses, a escassez de substância radioativa utilizada na realização de exames no tratamento de câncer e doenças cardíacas. Com isso, mais de 200 mil pacientes já ficaram sem atendimento desde o fim de maio, estimou o superintendente do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), Nilson Dias Vieira Junior, em entrevista ao Último Segundo.

A triste imagem do vício....


Usuários de drogas reúnem-se na praça Júlio de Mesquita, no centro de São Paulo, na terça-feira (28), após protesto de comerciantes da região por mais segurança no local. (Foto: Nilton Fukuda/Agência Estado)


O coronel Marcos Roberto Chaves da Silva, comandante do policiamento militar da área Centro, informou que houve um aumento na abordagem e na prisão de pessoas ligadas ao tráfico de drogas na região conhecida como Cracolândia, na Luz, no Centro de São Paulo, nos seis dias das Ações Integradas Centro Legal em comparação com a semana anterior. E que, devido a isso, já é possível perceber mudanças de comportamento dos moradores na região. A operação é uma parceria da Prefeitura de São Paulo, do governo do Estado, do Poder Judiciário, do Ministério Público e da sociedade civil para recuperar a região.

Nestes primeiros seis dias – até a última segunda-feira (27) -, foram abordadas 3.279 pessoas por policiais. Na semana anterior, 2.800 pessoas tinham sido abordadas, segundo o coronel. Além disso, foram presas em flagrante 27 pessoas, sendo 14 por tráfico de drogas e 13 por associação ao tráfico. E foram apreendidos 2,183 kg de maconha, 375g de crack e 2g de cocaína.

Os mandados judiciais genéricos concedidos pelo Poder Judiciário têm facilitado a prisão dos traficantes, segundo o coronel. “Graças a isso, com certeza, aumentou o número de prisões de pessoas ligadas ao tráfico neste período. Pois, com os mandados, é possível ao policial entrar em quartos ou outros lugares que serviam para esconder as drogas. Sem o mandado, isso não era possível”, explicou.

Os mandados estão sendo concedidos depois da realização de um trabalho de investigação de policiais civis, que identificam os locais que podem ser utilizados por traficantes para guardar a droga na região. Apesar disso, o principal trabalho dos policiais militares na região têm sido dar apoio aos agentes da saúde e da assistência social que estão fazendo as abordagens às pessoas em situação de risco, como os usuários de drogas.

Neste período, foram feitas 1.178 abordagens deste tipo e 149 pessoas foram encaminhadas para tratamento de saúde e saúde mental. Das que aceitaram tratamento, 18 permanecem internadas com quadros clínicos referentes a doenças infecciosas e crônicas; dois foram encaminhados para hospitais psiquiátricos. “Os policiais estão sendo orientados a como lidar com esses usuários. Como pudemos constatar, a maioria dos casos é relacionado à saúde e à assistência social”, disse o coronel Chaves.

Para o comandante do policiamento, já é possível perceber “uma mudança comportamental” na região depois destes seis dias de operação. “O que mais me chama a atenção é a sociedade assumindo o espaço dela. Passei na Rua Guaianazes, eu vi uma senhora varrendo a calçada. Antes, não se via isso. As pessoas ficam trancadas e ligavam para o poder público para reclamar que a calçada estava suja”, relatou o coronel.

Ainda de acordo com o balanço da operação, os órgãos envolvidos fizeram 104 vistorias, 573 apreensões de mercadorias ilegais, interditaram 20 prédios e emparedaram outros 10. Deflagrada no dia 22 e sem prazo para terminar, as ações integradas incluem os bairros do Bom Retiro, Luz, Santa Cecília, República e Arouche, todos na região central da capital.

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texto retirado do site: Globo.com

Opinião:Argumentos jurídicos sobre casos de anencefalia

Revista de Saúde Sexual e Reprodutiva de Ipas Brasil Julho 2009

Colocação de Martín Hevia, da Universidade Torcuato di Tella de Buenos Aires, Argentina durante o Seminário internacional sobre abortamento: Anencefalia e mal formação fetal, realizado em Porto Alegre no dia 4 de junho de 2009. Por Alessandra Foelkel

Na mesa sobre os argumentos jurídicos, Martín Hevia, da Universidade Torcuato di Tella, de Buenos Aires, Argentina, comenta sobre uma investigação que fez em conjunto com Rebecca Cook, Bernard Dickens (Faculdade de Medicina e Bioética de Toronto) e Joanna Erdman (Faculdade de Direito de Toronto). Esse estudo constitui uma série de argumentos jurídicos sobre casos de anencefalia no mundo. Na América Latina, é exposto, em particular, o caso de KL, no Peru, que abriu preceitos internacionais de julgamento, bem como casos na Argentina (onde o plenário já desenvolveu meios de resolver tais julgamentos) e no Brasil (onde as respostas argumentativas em termos jurídicos são menos claras).
Recentemente, esse tema tem sido mais discutido e constitui um desafio jurídico, principalmente na América do Sul e particularmente na Argentina e no Brasil.
KL vs. Peru foi o primeiro caso de anencefalia a ser julgado por um comitê das Nações Unidas. O Comitê de Direitos Humanos condenou o país à reparação de KL pelas violações e torturas sofridas (trato cruel, desumano e degradante) por ela - na época com 17 anos e grávida de um feto anencéfalo. A burocracia e o atraso no julgamento colocavam em risco sua saúde pela gravidez de risco. KL teve que dar à luz e amamentar o recém nascido pelos poucos dias de vida deste. Com o ocorrido, KL ficou abalada psicologicamente e sofreu depressão. Apesar do diagnóstico adiantado de que KL teria propensão a ter problemas de saúde física e mental devido a gravidez problemática, o diretor do hospital não consentiu o pedido de interrupção da gestação, o que gerou a entrada do caso no sistema jurídico.
Na Argentina e no Brasil, as mulheres muitas vezes têm que entrar com um pedido judicial para interromper a gravidez de anencéfalos. Nos últimos anos, na Argentina, houve grande repercussão na mídia por causa de decisões judiciais tomadas recentemente pela Suprema Corte da Argentina, dentro do Código Penal para aborto nos casos específicos de anencefalia. Em 2001, a Suprema Corte Argentina determinou que, ao induzir um parto prematuro de um feto diagnosticado anencéfalo, isto é, naturalmente condenado à morte, isso não constituiria ofensa penal com relação às leis referentes ao aborto. De acordo com essa determinação, o feto não teria interesse em uma gestação prolongada e morreria na hora do parto por causa de sua patologia e não por maneiras letais.
Assim sendo, a maioria dos integrantes da Suprema Corte Argentina determinou que a antecipação do parto, nesses casos, se desse após as 28 semanas de gestação. A determinação do prazo de 28 semanas é para o caso de estar produzindo uma vida, mesmo que não viável, e ser classificado como “parto antecipado”. Esse tipo de argumentação reflete o parâmetro de questões a serem respondidas pela Suprema Corte: 1) Há vida? 2) Direito Penal (se há vida - como protegemos?) e 3) "Princípio de Reserva Legal", que implica que o que não está previsto está permitido. No caso da Argentina, foi seguido o caminho do "Sim, existe vida extra-uterina viável após 28 semanas".
Uma parcela argumentativa da Suprema Corte Argentina se deu pelas importantes evidências apresentadas de que a gestação prolongada de casos de anencefalia poderia implicar em riscos à saúde física e mental das mulheres. A maioria dos juízes considerou que obrigar a mulher a uma gestação desse tipo e dar à luz a uma criança com esse problema seria considerada uma tortura. Essa percepção reflete a mesma decisão tomada no caso KL vs Peru, anteriormente discutido.
Apesar desses julgamentos serem normalmente controversos na Argentina, ao menos são mais claros, no aspecto jurídico, do que no Brasil, onde os dilemas pessoais e morais ainda tomam conta do plenário. O Código Penal Brasileiro não inclui a malformação fetal como uma das razões permitidas no caso do aborto previsto em lei, apesar de já haver, desde 1989, cerca de 3 mil casos de autorização para pedidos judiciais de interrupção da gestação decorrentes de anencefalia perante a corte brasileira.
O debate tem sido mais intenso nos últimos anos nesses casos, devido ao oferecimento do serviço de ultrasom nos serviços públicos de saúde, como parte dos exames de pré-natal oferecidos desde 1990. A anencefalia é normalmente detectada através do ultrasom após as 12 semanas de gestação. Como na Argentina, houve um caso no Brasil conhecido como Leandra, no qual o tribunal observa "... quando o feto é incompatível com a vida, não há afronta aos valores da vida, protegida pela Constituição e pelo Código Penal". Além disso, tribunais têm mencionado a Constituição Brasileira com evidências de "preservar a vida da mulher e a dignidade desta" para aprovar a autorização do pedido de interrupção da gestação nesses casos. Mais além, as cortes brasileiras encontraram suporte na preservação da saúde física e mental da mulher dentro do Código Penal, que prevê o aborto para preservar a vida da mulher quando há risco a esta devido a gestação. Muitas vezes, porém, o Código Penal Brasileiro é interpretado de maneira restritiva, reforçando o direito à vida, desde a concepção, mesmo quando, comprovadamente, o feto não tem chance de vida extra-uterina. Apesar de o Supremo Tribunal Federal brasileiro evitar termos morais e religiosos nos julgamentos e audiências públicas, é clara a aplicação dos conceitos religiosos ensinados através da Igreja Católica Romana.
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fonte:Blog - http://abortoconscientesim.blogspot.com/2009/07/argumentos-juridicos-sobre-casos-de.html

E-mail recebido:Conselhos para as mulheres

Se um homem quer você, nada pode mantê-lo longe.

Se ele não te quer, nada pode fazê-lo ficar.

Para de dar desculpas, de arranjar justificativas para um homem e seu comportamento.

Permita que sua intuição, ou espírito te proteja das mágoas.

Para de tentar se modificar para uma relação que não tem que acontecer.

Mais devagar é melhor. Nunca dedique sua vida a um homem antes que você encontre o que realmente te faz feliz.

Se uma relação terminar porque o homem não te tratou como você merecia, (..) vocês não podem “ser amigos”. Um amigo não destrataria outro amigo.

Não conserte.

Se você sente que ele está te enrolando, provavelmente é porque ele está mesmo. Não continue a relação porque você acha que “ela vai melhorar”. Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as coisas ainda não estiverem melhores.

A única pessoa que você pode controlar em uma relação é você mesma.

Evite homens que têm um monte de filhos, e tiveram muitas mulheres diferentes. Ele não ficou definitivamente com nenhuma delas, então, porque com voce seria diferente?

Sempre tenha seu próprio círculo de amizade, separadamente do dele.

Coloque limites no modo como um homem te trata. Se algo te irritar, faça um escândalo.

Nunca deixe um homem saber de tudo. Mais tarde ele usará isso contra você.

Você não pode mudar o comportamento de um homem. A mudança vem de dentro.

Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você, mesmo se ele tiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor.

Não o torne um semi-deus. Ele é um homem, nada além ou aquém disso.

Nunca deixe um homem definir quem você é.

Nunca pegue o homem de alguém emprestado. Se ele traiu alguém com você, ele também te trairá com outra.

Um homem vai te tratar do jeito que você permitir que ele te trate.

Todos os homens NÃO são cachorros.

Você não deve ser a única a fazer tudo, compromisso é uma via de mão dupla.

Você precisa de tempo para se cuidar entre as relações. Não há nada mais precioso quanto viajar. Veja as suas questões antes de um novo relacionamento.

Você nunca deve olhar para alguém sentindo que a pessoa irá te completar. (os opostos se atraem? – Cada um tem que ser completo em si mesmo, tentar suprir sua própria deficiencia e não procurar no outro se completar) Uma relação consiste de dois indivíduos completos. Procure alguém que irá te complementar, não suplementar.

Namorar é bacana, mesmo se ele não for o esperado Sr. Correto. (ninguém é perfeito, mas tem uns que são imperfeitos demais – outros até se gabam de seus defeitos)

Faça-o sentir falta de você algumas vezes. Quando um homem sempre sabe que você está lá, e que você está sempre disponível para ele – ele se acha…

Nunca se mude para a casa da mãe dele. Nunca seja cúmplice (co-assine) de um homem.

Não se comprometa completamente com um homem que não te dá tudo o que você precisa. Mantenha-o em seu radar, mas conheça outros…

Compartilhe isso com outras mulheres e homens, de modo que eles saibam. Você fará alguém sorrir, outros repensarem sobre as escolhas, e outras mulheres se prepararem.

Dizem que se gasta um minuto para encontrar alguém especial, uma hora para apreciar esse alguém, um dia para amá-lo e uma vida inteira para esquecê-lo.

“O medo de ficar sozinha faz com que várias mulheres permaneçam em relações que são abusivas e lesivas” – Dr. Phill

Você deve saber que você é a melhor coisa que pode acontecer para alguém e se um homem te destrata, é ele que vai perder uma coisa boa. ( Não tenha dúvida!!!)

Se ele ficou atraído por você à primeira vista, saiba que ele não foi o único. Todos eles estão te olhando, então você tem várias opções. Faça a escolha certa.

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Comentário:Vou colocar na carteira...

Gabriela

Números de hoje...




1)Um aumento no número de testes de HIV na Índia nos últimos anos, revelou um aumento de 2.000% nos casos de Aids entre crianças;

2)Mortes por gripe suína no país quase dobram em cinco dias,número de vítimas fatais do novo vírus H1N1 passou de 29 para 56 no Brasil;

3)Uma em cada cinco mulheres sofreu maus tratos por parte do seu marido ou companheiro, pelo menos uma vez na vida;25% da totalidade dos crimes violentos que chegam ao domínio público, dizem respeito a agressões perpetradas contra a mulher, pelo seu marido ou companheiro.

Iniciativas que fazem diferença......

Desde o início do mês, todos os pacientes internados no Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), em São Paulo, são acompanhados por um enfermeiro de referência -profissional com a função de alinhar as condutas da equipe multiprofissional para oferecer cuidados focados nas necessidades individuais do paciente.

Segundo Wania Baia, diretora-geral de assistência do instituto, o modelo foi espelhado em experiências de alguns hospitais particulares e também em ações semelhantes realizadas em hospitais do exterior.

"Implantamos esse programa porque temos pacientes de alta complexidade que precisam ser atendidos de acordo com sua particularidade. O enfermeiro será a pessoa que estabelecerá um elo de confiança com o paciente", diz.

Baia explica que, com o acompanhamento individualizado, o profissional passa a conhecer melhor o paciente, identificando as preferências e as dificuldades de cada um. "Esse profissional também será a referência para a família", diz.

Do início ao fim

Segundo a diretora-geral, o enfermeiro de referência acompanha esse paciente do início ao fim da internação. "Ele conhece o paciente como um todo e isso torna o atendimento mais humanizado. Como o projeto já está em prática, até o "bom dia" a gente percebe que já é diferente."

Quando o enfermeiro de referência está de folga, quem o substitui é o enfermeiro associado. "Além de melhorar o atendimento ao paciente, esse modelo otimiza todo o processo. Se o médico ligar, por exemplo, esse enfermeiro passará toda a informação sobre o paciente. Tudo ficará concentrado na mesma pessoa", explica.

O projeto enfermeiro de referência foi iniciado nas unidades de internação e a ideia do Icesp é expandi-lo para as outras áreas. Hoje estão em funcionamento 171 leitos de internação e 26 de UTI. Quando o Icesp estiver trabalhando com capacidade plena, serão 360 leitos de internação e 84 de UTI.

fonte:Folha online

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Comentário:Se tivéssemos uma rede de saúde pública séria,com gestores responsáveis,este tipo de projeto seria o diferencial para informação e qualidade de atendimento aos pacientes com câncer no Sistema Único de Saúde.

Chega de esmola Lula,queremos um sistema público de saúde com qualidade.

Gabriela

Diminuição da violência contra a mulher depende de homens e mulheres


Psicólogos e ONGS acreditam no trabalho com casais para “desnaturalizar” agressões

A Assembléia Geral das Nações Unidas, em dezembro de 1993, apontou fatores culturais, preconceituosos e temporais como as principais causas da violência contra a mulher. “Relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres é que conduziram à dominação e à discriminação contra as mulheres pelos homens”, diz a Declaração sobre a Eliminação da Violência contra as Mulheres desta assembléia.
Sérgio Barbosa, da ONG Pró-Mulher, Família e Cidadania, que trabalha na redução dos casos de agressão à mulher, também afirma que a cultura da sociedade gera e estabelece como normal a violência. “Nas oficinas com homens, percebemos que a ‘identidade masculina’ vê a violência como algo quase natural, quase como sinônimo de masculinidade. O objetivo do nosso trabalho é ‘desnaturalizar’ essa violência que vai desde obrigar a companheira a servir a comida até ter relações sexuais forçadas”, conta.
Em pesquisa realizada pelo Ibope e pelo Instituto Avon em 2009, a questão cultural e o álcool são apontados pela população como principais motivadores de agressões contra a mulher. Para 36% dos entrevistados, “o homem brasileiro é muito violento/se considera ‘dono da mulher’” e 38% indica o alcoolismo como impulsionador das agressões.
O pensamento também é seguido pelo psicólogo Fernando Acosta, que acredita haver uma geração de homens educados de uma maneira que banaliza um ato violento. “A violência é tão corriqueira que muitos homens não a identificam. É uma geração que foi criada para não levar desaforo para casa”, disse ele em entrevista à revista Isto É no ano de 2004.
A Lei Maria da Penha, ou Lei Federal n° 11.340, foi sancionada em 2006 pelo presidente Lula e tem como função “coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher”. Segundo a pesquisa Ibope/Avon, 44% das pessoas entrevistadas acreditam que a medida já está tendo efeito e ajudará no combate à violência doméstica. Mas a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) revela que, apesar da redução de 47% no número de lesões corporais contra as mulheres, a média de agressões se manteve a mesma desde a aprovação há três anos.
A nova regra leva o nome da farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes que, após seis anos sofrendo agressões e tentativas de assassinato por parte do marido, ficou paraplégica. A Lei garante mais segurança e proteção às mulheres e impõem penas mais severas aos agressores. “É vedada a aplicação, nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, de penas de cesta básica ou outras de prestação pecuniária, bem como substituição de pena que implique o pagamento isolado de multa”, diz o artigo 17 da Lei.
Contudo, Sandra Unbehaum, da ONG Ecos – Comunicação em Sexualidade, fala que a prisão não é a única solução e crê no trabalho com homens e mulheres para redução dos casos. “Para prevenir as DSTs, a gente tem um instrumento: a camisinha. Para prevenir a violência, a gente faz o que? Não dá para pôr todo mundo na cadeia. Então temos que encontrar novas saídas. Uma delas é mostrar a violência doméstica na mídia. Isso irá estimular que as pessoas pensem. Homens e mulheres precisam encontrar caminhos para a resolução de conflito”, diz a socióloga e coordenadora da ONG, que defende os direitos sexuais e reprodutivos de mulheres, jovens e adolescentes.
fonte: Blog Lírios e Letras

Atenção:Drogas disfarçadas


Produtos à base de substâncias lícitas que simulam os efeitos de drogas ganham força


Com visibilidade crescente, o comércio de legal highs despertou a preocupação de autoridades da União Europeia e começou a ganhar destaque no noticiário local
A legalização das drogas sempre desperta debates acalorados, mas existem usuários que consideram o assunto praticamente encerrado.
Eles já compram e usam substâncias entorpecentes sem infringir a lei. São os consumidores das chamadas legal highs, uma nova geração de drogas fabricadas em laboratório a partir de substâncias sintéticas que reproduzem os efeitos de maconha, cocaína, ecstasy, LSD. Mas que não contêm nenhum componente proibido pela legislação.
No caso da maconha, por exemplo, o princípio ativo presente nas folhas da Cannabis sativa, conhecido como THC, sai de cena para ser substituído por um composto sintético, que posteriormente é misturado a outras ervas.
Esse mix resulta em produtos como o Spice, a mais popular entre as versões genéricas da maconha comercializadas em diversas lojas, principalmente na Europa (no Brasil, já existem três sites vendendo).
Quase sempre, as legal highs vêm em embalagens com logotipos coloridos, que lembram pacotes de figurinhas. O embrulho de Raz, outro produto à venda, remete às tradicionais caixas de sabão em pó e apresenta o slogan: "Now even whiter than white" ("agora, ainda mais branco do que o branco"), em uma alusão à cocaína. Entre seus concorrentes estão marcas como Snow Blow e Charge +. O cardápio é cada vez mais variado. Há uma extensa lista de produtos para todas as versões de drogas ilícitas.
Com visibilidade crescente, o comércio de legal highs despertou a preocupação de autoridades da União Europeia e começou a ganhar destaque no noticiário local. Na semana passada, a emissora inglesa BBC exibiu um documentário com uma hora de duração intitulado "Can I get high legally?" ("Posso me drogar legalmente?").
A resposta dos governantes tende a ser não. Prevalece a tentativa de controlar o avanço dessas novas substâncias - uma missão nada fácil, aliás. No verão europeu, as legal highs são vendidas em larga escala em festivais de música como o Glastonbury, que reuniu 190 mil pessoas no oeste da Inglaterra, há duas semanas.E, durante todo o ano, elas estão nas prateleiras de lojas variadas, como pontos de venda de revistas em quadrinhos e lanchonetes.Podem ser compradas, inclusive, com cartão de crédito.

Autor: Assessoria de Imprensa
Fonte: Grupo Viva

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Manifesto lixo eletrônico

Tramita em Brasilia, na Câmara dos Deputados, o projeto de lei (PL 203/91) que irá definir a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Sem qualquer consulta ou justificativa plausível, um "grupo de trabalho" alterou a redação do artigo 33, que regulamenta a logística reversa e a reciclagem, e retirou a menção aos produtos eletro-eletrônicos. Com essa alteração, o projeto de lei que deveria criar a Política Nacional de Resíduos Sólidos passa a ignorar a existência do lixo eletônico, problema crescente e de alto custo sócio-ambiental.

Por esta razão o Coletivo Lixo Eletrônico toma a iniciativa de pressionar os deputados e senadores para a re-inclusão dos produtos eletro-eletrônicos no PL 203/91 através da criação e divulgação do "Manifesto Lixo Eletrônico: pela inclusão dos produtos eletro-eletrônicos na Política Nacional de Resíduos Sólidos".


Se concordar com os termos deste Manifesto, assine a petição online - http://www.lixoeletronico.org/manifesto

Diversidade sexual na ONU

O Brasil passou a ter um aliado importante nas Nações Unidas na defesa de temas relacionados a direitos humanos e à discriminação por orientação sexual e identidade de gênero. A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) passou a ter status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social (ECOSOC) da ONU. É a primeira vez que uma organização LGBT de um país em desenvolvimento do hemisfério Sul consegue tal reconhecimento.

“A ABGLT vai poder apoiar o Brasil na agenda do tema junto aos blocos de países que compõem a organização”, observa Ângela Pires, assessora técnica do Centro Internacional de Cooperação Técnica em HIV/Aids (CICT). De acordo com Ângela Pires, os países membros precisam debater o impacto da homofobia na saúde para enfrentar a vulnerabilidade dessas populações frente às epidemias de DST e aids. “A epidemia concentrada é um desafio para o Brasil e outros países da América Latina”, diz.

A ABGLT pretende atuar na defesa dos direitos de pessoas LGBT contra a criminalização da homossexualidade, dentre outras causas inerentes à diversidade sexual.

Para o presidente da ABGLT, Toni Reis, o apoio recebido da missão do governo brasileiro e de instituições do Brasil como o Departamento de DST e Aids do Ministério da Saúde, permitiu levar o movimento LGBT a essa instância.

O ECOSOC já havia negado o reconhecimento à ABGLT por três vezes. A iniciativa de ONG LGBT se candidatar ao status consultivo se iniciou em 2006, e de lá para cá apenas oito organizações LGBT conseguiram. Com a exceção da ABGLT e uma organização canadense, as demais são todas européias.

Mais informações à imprensa
Departamento de DST e Aids
Assessoria de Imprensa
Telefones: (61) 3306 7051/ 7033 / 7010/ 7016/ 9221 2546
E-mail:
imprensa@aids.gov.br

Solidão nos idosos agrava saúde física e mental

Segundo um estudo publicado no “Journal of Health and Social Behavior”, os idosos que não têm relações familiares ou de amizade, ou que se sentem sozinhos apesar de terem outros por perto, tendem a ter uma pior saúde física e mental.

O estudo, realizado por investigadores da Cornell University, nos EUA, avaliou cerca de três mil pessoas, com idades entre os 57 e 85 anos. Os cientistas verificaram que os que tinham menos laços sociais eram menos propensos a descrever a sua saúde física como boa ou excelente. E aqueles que disseram sentir-se socialmente isolados – mesmo tendo amigos, família e actividades sociais – também tendiam a referir pior bem-estar físico e mental.

Os resultados mostram a importância das ligações sociais para a saúde do idoso – incluindo questões práticas, como o facto de ter alguém para o acompanhar ao médico ou para lhe lembrar de tomar a medicação. Mas também indicam que a percepção dos idosos em relação a esse apoio bem como a sua capacidade de superar as perdas desempenham um papel importante na saúde.

Fonte: Journal of Health and Social Behavior
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Comentário:
IDADE NÃO É NADA,RESPEITO É TUDO!!!
Gabriela

HOMOFOBIA : A discriminação nas escolas


Opinião:"Brasil",Vivemos ou vegetamos?



"A vida corrida dos dias de hoje é uma acarretadora de várias doenças o que diminui em muito a qualidade vida da população em geral que fica a merce das agreções impostas. As condições de trabalho que na grande maioria das vezes não são adequadas de forma a gerar possibilidade de um rendimento satisfatório do empregado, a acarretando também problemas ao empregador que por sua vez remete essa responsabilidade de culpa ao empregado. Nesse contexto de desigualdade social em que o povo "Brasileiro" vive nos dias de hoje, faz-se necessário a procura de uma garantia de trabalho, uma estabilidade financeira que diante dessa sociedade hipócrita e mercantil parece não exisir. Mais aonde encontrar a saída diante dessa imensa turbina de emoções? Como pode o "brasileiro" sobreviver diante de tanta injustiça, violência, corupção dentre outros, manter a qualidade de vida e a felicidade de viver? É possível? Em meio a todo esse contexto social complexo e idiota do meu ponto de vista mesquinho, ignorante, fútil e burro, surge a capacidade de adaptação do ser humano que diante dessa "lama" chamada sociedade com poucas, que dirá mínimas exceções consegue a qualquer custo manter a felicidade, a esperança, o sorriso no rosto, enfrenta com garra tudos os obstáculos incarrados de forma ilusionista por parte de nossos governates, os senhores do poder, os que fazem nada diante do tudo a fazer.

A violência a cada dia aumenta e o povo e quem vive atras da grades, grades essas de suas casas que parecem verdadeiras penitenciárias de segurânça máxima. Somos refêns do medo, saimos de casa a não sabemos se vamos voltar e diante disso nada parece ser feito, se não para resolver ao menos para amenizar essa insustentável situação em que o brasil se encontra. O BRASIL questionou a tantas querras ocorridas por todo o mundo onde morrerram inúmeras vítima inocentes e parece esquecer de que temos várias lutas sendo travadas e que não se tem boa noticias no que se refere ao tratado de paz.

A desigualdade social é esmagadora em nosso "BRASIL", existe uma má distrubuição de renda, onde vemos polos estremamente ricos e bem estruturados e polos em que reina a falta de estrutura geral.

A saúde Brasileira se encontra em crise intensa onde a legislação trabalhista e arcaica e mercantilista, o poder de grandes em minoria sem utilidade. Somos desrespeitados e tratados muitas vezes como bichos. Os hospitais estão completamente largados as traças salvo uma pou outra exceção, funcionários em geral muito mau remunerados o que gera uma qualidade de vida no trabalho ruin promovendo a falta de incentivo no cuidado com o indivíduo ser humano "paciente". A saúde está pedindo socorro e nesse contexto, quem vai a salvar?"

Escrito por:Alessandro Barros, Carioca, 29 anos,Formado em Enfermagem.
Dono do Blog:http://enfermagememfoco.com/

Episódio de desenho animado é proíbido por causa do assunto:aborto.


Uma Família da Pesada - divulgação

A Fox anunciou, durante a Comic-Con, em San Diego, que não vai exibir um dos episódios da série animada Uma Família da Pesada. Isso porque o capítulo intitulado “Partial Terms of Endearment” tinha como foco o aborto. Apesar de já ter apoiado a discussão de outros assuntos polêmicos, a empresa preferiu não abordar a questão com medo da reação do público.

O criador do seriado, em entrevista ao The Hollywood Reporter, mostrou compreender a decisão do canal ao afirmar que teve permissão para elaborar o episódio, mesmo a empresa se mostrando preocupada quanto à sua repercussão. “A Fox sempre nos incentivou na produção do episódio e então nos disseram: ‘O quê? Estamos morrendo de medo disto’”, comentou.

Para quem ficou curioso sobre a famigerada história que traz a família Griffin discutindo o aborto, talvez possa assisti-la em DVD. A informação ainda não foi confirmada, porém, há possibilidades.

No Brasil, a animação é exibida pelo canal FX.

fonte:Monet,o blog da net

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Crack - Uma viagem sem volta (parte 1)

"A Psiquiatria Sem Fronteiras entrevista uma psiquiatra da UNIAD/São Paulo e fala da crackolândia, um usuário do Instituto São José coordenado por Dr. Aristeu Stadler. Atenção na parte 2 vocês vão conferir o lindo clip Criancinha da Favela e o final desse tema."
Por:Dr.Marcos Noronha
Ver vídeo no link:
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fonte:Blog - Psiquiatria sem fronteira

Aids cresce no Ceará

O mundo inteiro está mobilizado hoje em torno da luta contra a Aids. O alerta no Brasil, este ano, é para o avanço da doença em pessoas mais velhas, acima de 50 anos. No entanto, no Ceará, além da quantidade da população com 50 anos ou mais de idade também ter aumentado, o vírus HIV vem fazendo cada vez mais vítimas entre mulheres e crianças por transmissão vertical e adolescentes. No Dia Mundial de Luta Contra a Aids, além da prevenção de novos casos, há a busca por uma assistência que reduza a mortalidade pela doença e que traga qualidade de vida para as cerca de 8.076 pessoas que convivem com HIV/Aids no Estado.
“A Aids está presente em todas as faixas etárias e em todos os lugares do Ceará, não é só grave em pessoas mais velhas, mas nas mulheres, que geram crianças soropositivas, nos adolescentes, nos heterossexuais e homossexuais”, considera o diretor geral do Hospital São José (HSJ), infectologista Anastácio de Queiroz.
Dados do Informe Epidemiológico Aids, de agosto de 2008, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), apontam que desde o primeiro registro da doença, em 1983, até julho de 2008, foram notificados 8.076 casos, sendo que 71% deles no sexo feminino e 29% no sexo masculino. A maior parte deles, 7.012 (86,8%), está presente na faixa etária de 20 a 40 anos.
As tendências da epidemia no Estado, conforme a Sesa, apontam para a feminização e interiorização dos casos. No início, em 1986, a razão entre os casos masculinos e femininos era de 11 homens para cada mulher e hoje, conforme o Anastácio de Queiroz, é de dois homens para cada mulher.
Para ele, a doença vem avançando em todos os aspectos e o diagnóstico tardio ainda é um problema, porque, muitas vezes, o paciente descobre que é portador do vírus HIV quando já está com alguma doença oportunista em estágio avançado, com poucas possibilidades terapêuticas. “Diariamente temos no hospital cerca de 40 pessoas internadas, quando existem apenas 32 leitos específicos para Aids. Muitos pacientes, até mesmo aqueles de nível social mais favorecido, têm diagnóstico tardio. Apenas jovens que se expõem a riscos é que fazem o exame de HIV de forma precoce”, disse.
Foi assim que aconteceu com Gisele (nome fictício), de 25 anos e portadora do HIV desde os 14 anos. “Só descobri que era soropositiva depois que o meu namorado morreu. Chegamos até a usar a camisinha, mas só no início do namoro. Ele foi o meu primeiro namorado. Quando eu fiz o exame e deu positivo, fiquei louca de verdade. Saí da escola, minha família me expulsou de casa, até me internaram em hospital psiquiátrico”, conta ela, que está há 30 dias no HSJ, em sua sétima internação, desta vez motivada pela interrupção do tratamento antiretroviral.
Se conviver com o vírus HIV já é difícil quando se é jovem, imagine quando acontece em idade mais avançada, quando naturalmente as defesas do organismo estão mais debilitadas. O infectologista Anastácio de Queiroz aponta que o indivíduo de idade avançada, quando contrai o vírus, tem muito mais possibilidades de desenvolver a doença por conta do período de incubação ser menor e também porque o organismo idoso é mais frágil e com o sistema imunológico já envelhecido.
Nos últimos cinco anos, houve um importante aumento dos casos na faixa etária acima de 50 anos no Ceará, conforme a Sesa. Do total de casos notificados até 2008, 8,5%, ou seja, 691 casos, são referentes a pessoas a partir de 50 anos.
A incidência da doença no Ceará, nessa população, quase dobrou nos últimos seis anos, passando de 1,3 em cada 100 mil habitantes, em 2001, para 2,2 casos em 100 mil habitantes, em 2007.
Segundo Anastácio de Queiroz, na população com mais de 50, a questão diagnóstico tardio ainda é mais acentuada. “São pessoas que iniciaram sua vida sexual sem a existência da Aids. A mudança no comportamento sexual da sociedade, as drogas que surgiram para melhorar libido e também a desinformação são fatores que sugerem esse aumento dos casos nessa faixa etária”, explica.
Fonte: http://www.aracatinet.com/?p=543

domingo, 26 de julho de 2009

Procuradoria Geral da República quer que Marcha da Maconha seja julgada pelo STF

A procuradora-geral da República, Deborah Duprat, enviou hoje ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) e uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) para que aquela instituição interprete conforme a Constituição Federal o artigo 287 do Código Penal e o artigo 33, parágrafo 2º, da Lei 11.343/06, que instituiu o Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas.

De acordo com a procuradora-geral, a interpretação dos referidos dispositivos está gerando indevidas restrições aos direitos fundamentais à liberdade de expressão e de reunião. Ela explica que, nos últimos tempos, diversas decisões judiciais têm proibido atos públicos em favor da legalização das drogas, empregando o equivocado argumento de que a defesa dessa ideia constituiria apologia de crime.

Debora Duprat quer que o STF conceda medida cautelar, para suspender, até o julgamento final da ação, a possibilidade de que qualquer autoridade judicial ou administrativa dê, ao artigo 287 do Código Penal e do artigo 33, parágrafo 2º, da Lei 11.343, interpretação que possa ensejar a criminalização da defesa da legalização das drogas, ou de qualquer substância entorpecente específica, inclusive por meio de manifestações e eventos públicos.Ela explica que pediu a medida cautelar porque pessoas são submetidas a prisões em flagrante, inquéritos, ações penais e outros constrangimentos apenas por exercitarem seus direitos fundamentais à liberdade de expressão e de reunião. “Essas medidas causam danos morais e lesam bens extrapatrimoniais que não são suscetíveis de reparação ao final do processo”.

Censura - Além disso, complementa a procuradora-geral, a interpretação “pode conduzir – e tem conduzido – à censura de manifestações públicas em defesa da legalização das drogas, não só violando os direitos das pessoas e grupos censurados, como também asfixiando o debate público em tema tão relevante. Os danos aos direitos fundamentais dos envolvidos e à democracia serão também irreparáveis ao final do processo, pela sua própria natureza”.Deborah Duprat cita como exemplo a chamada “Marcha da Maconha”, em que manifestantes defenderiam a legalização da referida substância entorpecente.

O evento foi proibido por decisões do Poder Judiciário, em 2008, nas cidades de Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Salvador, João Pessoa e Fortaleza. Já no ano de 2009, a marcha foi vedada por decisões judiciais nas cidades de Curitiba, São Paulo, Americana (SP), Juiz de Fora (MG), Goiânia, Salvador, Fortaleza e João Pessoa.Segundo a procuradora-geral, as decisões são equivocadas, pois têm se assentado na premissa de que, como a comercialização e o uso da maconha são ilícitos penais, defender publicamente a sua legalização equivaleria a fazer apologia das drogas, estimulando o seu consumo.Por outro lado, a procuradora-geral cita que, houve também, “decisões judiciais mais afinadas com a Constituição e com os seus valores democráticos, valendo ressaltar aquela proferida pelo juiz do IV Juizado Especial Criminal da Comarca do Rio de Janeiro, Luis Gustavo Grandinetti Castanho de Carvalho, que deferiu habeas corpus preventivo em favor dos participantes da “Marcha da Maconha” de 2009 no Rio de Janeiro.

Deborah Duprat assevera que a liberdade de expressão “representa um pressuposto para o funcionamento da democracia, possibilitando o livre intercâmbio de ideias e o controle social do exercício do poder. De mais a mais, trata-se de direito essencial ao livre desenvolvimento da personalidade humana, uma vez que, como ser social, o homem sente a necessidade de se comunicar, de exprimir seus pensamentos e sentimentos e de tomar contato com os seus semelhantes.A procuradora-geral salienta, ainda: “O fato de uma ideia ser considerada errada ou mesmo perniciosa pelas autoridades públicas de plantão não é fundamento bastante para justificar que a sua veiculação seja proibida.

A liberdade de expressão não protege apenas as ideias aceitas pela maioria, mas também - e sobretudo - aquelas tidas como absurdas e até perigosas. Trata-se, em suma, de um instituto contramajoritário, que garante o direito daqueles que defendem posições minoritárias, que desagradam ao governo ou contrariam os valores hegemônicos da sociedade, de expressarem suas visões alternativas”.Liberdade de reunião - Deborah Duprat cita uma ADI julgada pelo STF, que entendeu que a liberdade de reunião é “uma das mais importantes conquistas da civilização, enquanto fundamento das modernas democracias políticas”.

Ela completa que o artigo 287 do Código Penal e o artigo 33, parágrafo 2º, da Lei 11.343/2006, violam gravemente esse direito, pois permitem que seja tratada como ilícito penal a realização de reunião pública, pacífica e sem armas, devidamente comunicada às autoridades competentes, só porque voltada à defesa da legalização das drogas.A procuradora-geral destaca: “É perfeitamente lícita a defesa pública da legalização das drogas, na perspectiva do legítimo exercício da liberdade de expressão.

Evidentemente, seria ilícita uma reunião em que as pessoas se encontrassem para consumir drogas ilegais ou para instigar terceiros a usá-las. Não é este o caso de reunião voltada à crítica da legislação penal e de políticas públicas em vigor, em que se defenda a legalização das drogas em geral, ou de alguma substância entorpecente em particular.”O pedido de interpretação conforme a Constituição do artigo 287 do Código Penal foi feito por meio de ADPF, e não por uma ADI, porque o Código Penal é de 1940. As ADIs só podem ser ajuízadas para questionar dispositivos editados após a promulgação da atual Constituição, que é de 1988.Além disso, a ADPF é proposta contra atos comissivos ou omissivos dos poderes públicos que importem em lesão ou ameaça de lesão aos princípios e regras mais relevantes da ordem constitucional.


fonte:Assessoria - pbagora

E-mail recebido:Oração do Lula

SENHOR,
fazei de mim o instrumento
do golpe na Constituição
para garantir mais uma reeleição...
onde houver mutreta...
que eu mostre a maleta;
onde houver gorjeta...
que seja minha teta...
que eu tenha dor na munheca de tanto encher a cueca;
em cada licitação...
que alguém molhe a minha mão
e que no meu endereço... vença o meu preço;
onde houver crachá...
que não falte o jabá...
onde houver ócio....
que eu feche o negócio;
onde houver propina,
que reservem o da vila campesina
mas sem esquecer do MST, das ONGs e do PT...
onde houver colarinho branco....
que dobre o lucro do banco;
onde houver esquema...
cuidado com o telefonema;
e quando tocar o sino...
chamem o Genoíno;
se mexerem no meu...
que venha o Zé Dirceu
e, se a proposta for chula,
lembrai do custo do Lula.
Ó Mestre,
que eu tenha poder para corromper e ser corrompido...
porque é sonegando que se é promovido
e mentindo que se vai subindo...
pois enquanto o povo sofre com imposto e inflação,
o índio passa o facão,
o sem terra faz a invasão,
a base aliada entra na negociação
e a gente mete a mão...
E que a pizza seja feita pela vossa vontade
enquanto a grana da publicidade
levar o povo a aceitar nossa desonestidade
como se fosse genialidade...
AMÉM !

A enfermarias do tráfico

Junta Interventora do COREN-RJ
Enfermarias do tráfico
O COREN vai aguardar o término das investigações policiais sobre as enfermarias do tráfico, para saber se irá abrir algum processo no Conselho de Ética. A presidente da Junta Interventora do COREN, Rejane de Almeida, repudia qualquer envolvimento dos profissionais de enfermagem com o crime, mas lembra que até o momento a polícia não identificou ninguém.
fonte:Coren-RJ
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Comentário:Ainda não li nenhum protesto para tal prática,do CRM-RJ.
Gabriela

Opinião:O blog do Victor


"Na boa, nem me surpreendo com mais esse escândalo da famiglia Sarney. Há mais de 40 anos eles lotearam o estado do Maranhão, fazendo dele seu quintal, sua lixeira, sua galinha dos ovos de ouro etc, até tornar o Maranhão o estado mais pobre do Brasil. Qualquer pessoa razoavelmente informada sabe que eles são mais sujos que pau de galinheiro. Nem dá pra imaginar a quantidade de merda e crimes que praticaram nas últimas décadas. O que me supreende um pouco é que mesmo com esse volume oceânico de denúncias contra o Ribamar nas últimas semanas, ele ainda continue como presidente do Senado, continue com seu mandato. Não lembro de tantas evidências de maracutaias contra uma única pessoa em tão pouco tempo. Deixou o Maluf comendo poeira. E o triste é ver figuras e partidos que sempre denunciaram as maracutais dele, agora, por puro interesse político, defenderem o bigodudo. Vergonhoso. Ano que vem teremos eleições e 2/3 do Senado serão renovados. Resta ter esperança que o nível de nossos senadores seja melhor apartir de 2011. (Sarney tem mandato até 2014)."

Por:Victor Alves,tijucano,pai de duas lindas filhas,cidadão brasileiro.

ONG RIO DE PAZ


A ONG RIO DE PAZ realiza hoje, às 15:00 horas, um ato cívico na praia de Copacabana (Avenida Atlântica com Avenida Princeza Isabel), quando será inaugurado o PLACAR DA VIOLÊNCIA.
Cidadão fluminense, compareça e participe da luta por um Rio de Janeiro mais seguro.
O Excluído Fardado irá participar, policiando as cercanias do ato.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

Nota técnica N° 192/09/UAT/DST-AIDS/SVS/MS

Recomendações para tratamento com o antiviral oseltamivir para infecção pelo vírus Influenza A (H1N1) em pessoas vivendo com o HIV/Aids.
fonte:Ministério da Saúde

Stuart Mill

"Uma sociedade é livre na medida em que propicia o choque de opiniões e o confronto de idéias. Desses choques e confrontos nasce a Justiça e a Verdade, garantindo o progresso e a auto-reforma dessa sociedade."

Nelson Mandela

" Ninguem nasce odiando outra pessoa pela cor da sua pele,por sua origem ou ainda por sua religião.Para odiar, as pessoas precisam aprender; e, se podem aprender a odiar,PODEM SER ENSINADAS A AMAR."