quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

VERDADE, HONRA, VERGONHA

Por:Maria Lucia Victor Barbosa - 28/01/2009

Nosso relativismo moral vem de longe. É obra cumulativa de séculos. A acachapante aprovação nacional de Lula da Silva, sem contar com sua eleição e reeleição, demonstra que já chegamos aos píncaros das conseqüências históricas com requintes de caos. E diante do que se passa na atualidade, lembremos de Gregório de Matos e Guerra (1636-1696) advogado e poeta, alcunhado Boca do Inferno ou Boca de Brasa. Em Epílogos, ele retrata a paisagem moral de Salvador, Bahia, nossa capital na época colonial. Mudando a palavra cidade para país, teremos a paisagem moral atual em alguns dos versos do poeta:
“Que falta neste pais?Verdade.
Que mais por sua desonra? Honra.
Falta mais que se lhe ponha? Vergonha”.

“O demo a viver se exponha,
Por mais que a fama o exalte,
Num país onde faltaVerdade,
honra, vergonha”.

Nunca nos faltou tanto verdade, honra, vergonha.Convivemos alegremente com “mensaleiros”,sanguessugas, transportadores de dólares em cuecas e até os reelegemos.
Somos antiamericanistas doentes, mas volta e meia vamos aos Estados Unidos para fazer turismo, comprar, estudar, trabalhar, cuidar da saúde, além dos milhões de brasileiros que partem em busca da América, América e lá permanecem clandestinos, mas ganhando o que jamais ganhariam aqui. Odiamos os judeus porque preferimos o Hamas dos Palestinos. Como bons latino-americanos somos de esquerda e por isso idolatramos Fidel Castro, não importando ser ele um ditador implacável que nunca respeitou os direitos humanos. Se Lula da Silva, o grande pai de seu povo, põe o Brasil de joelhos diante de Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa, Fernando Lugo, Cristina Kirchner, nos inclinamos também perante as lideranças populistas que infestam a América Latina sempre imersa em sua mentalidade do atraso, em suas mazelas, em seus fracassos. A corrupção faz parte de nossa história e aprovamos governos corruptos ao dizer que se estivéssemos lá faríamos as mesmas coisas. Afinal, somos espertos, malandros e nossa satisfação em passar os outros para trás não tem limites. Indiferentes ou ignorando o que ocorre no Congresso Nacional ou no âmbito da Justiça seguimos cantando o samba de Zeca Pagodinho que nosso presidente da República tanto aprecia: “Deixa a vida me levar”. Futebol, carnaval e Big Brother são nosso alimento espiritual. Acreditamos que o MST é um movimento social pacífico que não esbulha proprietários rurais destruindo maquinário, roubando gado, pilhando, queimando sedes de fazendas. Do mesmo modo admiramos as sanguinárias Farcs, idealizadas como heróicas e defensoras do povo colombiano.No momento dois fatos empolgam os noticiários. O primeiro diz respeito ao caso do terrorista Cesare Battisti, que a Itália quer de volta, mas que já foi perdoado por nosso ministro da Justiça com o acordo de Lula da Silva. Não devolveremos Battisti de jeito nenhum, o criminoso é nosso. Também estamos de braços abertos para receber os terroristas de Guantánamo. Aplausos para a Justiça brasileira, pois aqui o crime compensa. Do jeito que a coisa vai, pode ser que Lula da Silva crie o Ministério do Terrorismo e convide Osama Bin Laden para ministro. Seria mais uma vez delirantemente aplaudido pelo povo e seu prestígio subiria como atestado em pesquisa.O segundo fato é relativo ao Fórum Social Mundial, que ocorre em Belém do Pará. O governo investiu milhões na festividade, inclusive, em camisinhas. Tudo pago com o dinheiro do contribuinte, ou seja, estamos financiando a esbórnia que atrai pessoas de todo o Brasil e do exterior. Presentes ao festival estarão Lula da Silva, ministros, assessores, figuras como João Pedro Stédile, além dos caudilhos Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa. Fernando Lugo, que fazem Lula sonhar com outro mandato possível. Lula não irá ao Fórum Econômico Mundial em Davos. Ficará em Belém dançando o Carimbó.Aliás, não faltarão ao carnavalesco evento, além das camisinhas, muita cachaça e folia. Naturalmente, os participantes se posicionarão contra o capitalismo que os sustenta, contra a liberdade que permite a festividade, contra a riqueza que almejam para si. Dizem que no globalizado Fórum será dada oportunidade aos participantes, se os eflúvios etílicos permitirem, de perceberem que os problemas que assolam o mundo derivam da competição pelo poder e do acúmulo de bens materiais. Ou seja, tudo que eles mesmos fazem ou almejam. Em suas utopias delirantes as esquerdas clamarão pela volta do socialismo, nem que seja o do século XXI. E enquanto a crise avança sobre o planeta, em Belém do Pará se dançará o Carimbó, pois o tal outro mundo possível nunca foi definido nesses fóruns onde acontece de tudo, menos idéias.Sem dúvida, esse "Fórum Socialista" faz recordar as proféticas palavras de Ortega y Gasset em A Rebelião das Massas: “A vida toda se contrairá. A atual abundância de possibilidades se converterá em efetiva míngua, escassez, em impotência angustiante, em verdadeira decadência. Porque a rebelião das massas é a mesma coisa que Rathenau chamava de ‘a invasão vertical dos bárbaros”.No Brasil essa invasão começou faz tempo, mas diante dela nos quedamos indiferentes porque nos falta verdade, honra e vergonha ou, talvez, porque sejamos nós os bárbaros.


Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.mailto:socióloga.mlucia@sercomtel.com.br


Fonte :PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA - http://www.celprpaul.blogspot.com/

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Recado para as jovens cinquentonas



As mulheres acima de 50 anos são o foco da campanha nacional de prevenção à Aids do carnaval deste ano. Segundo dados do Ministério da Saúde, triplicou o número de mulheres nesta faixa etária ou mais com Aids no Brasil em dez anos. A campanha aponta que a vulnerabilidade deste segmento está associada à dificuldade de negociar com os parceiros casuais o uso do preservativo. A campanha de prevenção à Aids foi lançada nesta sexta-feira (13), na Cidade do Samba, no Rio de Janeiro.
Ósculos e Amplexos
Gabi

domingo, 15 de fevereiro de 2009

"O PMDB é Corrupto" - Jarbas Vasconcelos(PMDB-PE)

Entrevista do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) ao repórter Otávio Cabral:

O que representa para a política brasileira a eleição de José Sarney para a presidência do Senado?
É um completo retrocesso. A eleição de Sarney foi um processo tortuoso e constrangedor. Havia um candidato, Tião Viana, que, embora petista, estava comprometido em recuperar a imagem do Senado. De repente, Sarney apareceu como candidato, sem nenhum compromisso ético, sem nenhuma preocupação com o Senado, e se elegeu. A moralização e a renovação são incompatíveis com a figura do senador.

Mas ele foi eleito pela maioria dos senadores.
Claro, e isso reflete o que pensa a maioria dos colegas de Parlamento. Para mim, não tem nenhum valor se Sarney vai melhorar a gráfica, se vai melhorar os gabinetes, se vai dar aumento aos funcionários. O que importa é que ele não vai mudar a estrutura política nem contribuir para reconstruir uma imagem positiva da Casa. Sarney vai transformar o Senado em um grande Maranhão.

O senador Renan Calheiros acaba de assumir a liderança do PMDB...
Ele não tem nenhuma condição moral ou política para ser senador, quanto mais para liderar qualquer partido. Renan é o maior beneficiário desse quadro político de mediocridade em que os escândalos não incomodam mais e acabam se incorporando à paisagem.

Para que o PMDB quer cargos?
Para fazer negócios, ganhar comissões. Alguns ainda buscam o prestígio político. Mas a maioria dos peemedebistas se especializou nessas coisas pelas quais os governos são denunciados: manipulação de licitações, contratações dirigidas, corrupção em geral. A corrupção está impregnada em todos os partidos. Boa parte do PMDB quer mesmo é corrupção.

O senhor sempre foi elogiado por Lula. Foi o primeiro político a visitá-lo quando deixou a prisão, chegou a ser cotado para vice em sua chapa. O que o levou a se tornar um dos maiores opositores a seu governo no Congresso?
Quando Lula foi eleito em 2002, eu vim a Brasília para defender que o PMDB apoiasse o governo, mas sem cargos nem benesses. Era essencial o apoio a Lula, pois ele havia se comprometido com a sociedade a promover reformas e governar com ética. Com o desenrolar do primeiro mandato, diante dos sucessivos escândalos, percebi que Lula não tinha nenhum compromisso com reformas ou com ética. Também não fez reforma tributária, não completou a reforma da Previdência nem a reforma trabalhista. Então eu acho que já foram seis anos perdidos. O mundo passou por uma fase áurea, de bonança, de desenvolvimento, e Lula não conseguiu tirar proveito disso.

Mas esse presidente que o senhor aponta como medíocre é recordista de popularidade. Em seu estado, Pernambuco, o presidente beira os 100% de aprovação.
O marketing e o assistencialismo de Lula conseguem mexer com o país inteiro. Imagine isso no Nordeste, que é a região mais pobre. Imagine em Pernambuco, que é a terra dele. Ele fez essa opção clara pelo assistencialismo para milhões de famílias, o que é uma chave para a popularidade em um país pobre. O Bolsa Família é o maior programa oficial de compra de votos do mundo.

fonte:Blog do Noblat
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?t=pmdb-corrupto&cod_Post=161572&a=111

Ricardo "batmam" falando no You tube?




O melhores do mundo - Maravilhosos!

http://www.osmelhoresdomundo.com/index.php

E-mail recebido: TERREMOTOS


Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer. Ele respondeu ao Rei: 'Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos'.
Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.
Muitas vezes temos em nossa vida 'terremotos' avassaladores, o que fazer? Exatamente o que disse o General: 'Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos'.
E o que isso quer dizer para a nossa vida?
Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso 'sepultar' o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa 'esquecer' o passado. Enterrar os mortos.
Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente.. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe.
Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.
Fechar os portos significa não deixar as 'portas' abertas para que novos problemas possam surgir ou 'vir de fora' enquanto estamos cuidando e salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Significa concentrar-se na reconstrução, no novo.
É assim que a história nos ensina. Por isso a história é 'a mestra da vida'. Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça:
Enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.

Piadinha cretina

Um cara muito metido resolve fazer plástica no rosto, no dia do seu aniversário.
Gasta R$5.000,00 na cirurgia e se sente muito bem com o resultado.
Orgulhoso, ele para em uma banca, compra um jornal e, antes de ir embora, pergunta ao jornaleiro:
- Desculpe perguntar, mas, quantos anos você acha que eu tenho?...
O jornaleiro responde: - Mais ou menos 35. - De fato eu tenho 47, responde o Sidney, sentindo-se verdadeiramente feliz!
Depois disso, ele vai ao McDonald's comer um lanche. Entra na fila, chega sua vez e ele faz a mesma pergunta ao balconista, que responde:
- Ah, você aparenta uns 30. - De fato, eu tenho 47 !... E isso o fez se sentir maravilhosamente bem.
Depois foi ao ponto de ônibus, e repetiu a mesma pergunta a uma velha senhora... Ela responde:
- Eu tenho 85 anos e minha visão já não é mais a mesma... Mas eu tenho uma maneira infalível de descobrir sua idade:
Se você permitir que eu pegue seu pinto por uns minutos, serei capaz de dizer a sua idade exata!
O Sidney ficou perplexo, porém curioso e como não havia ninguém por perto, ele pensou que não haveria mal nenhum e deixou a velha escorregar a mão para dentro de suas calças.
A velhinha pegou com uma mão, apalpou e acariciou muito. Pegou com a outra mão, brincou uns minutos e depois de algum tempo, disse:
- OK... Está ótimo... Você tem 47 anos!
Espantado, o Sidney disse: - Isso foi brilhante, impressionante...! Como a senhora descobriu???
A velhinha rindo, respondeu: - He... He... He... eu estava atrás de você na fila do McDonald's!!!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Mariza Montes e seu maravilhoso infinito ao meu redor

A poderosa Marisa Montes está com um site muito bacana,o endereço é:http://www2.uol.com.br/marisamonte/site/abertura.htm

Música:Não é proibido - Marisa Montes - Infinito ao meu redor

O padre e o Rabino




O padre, passeando em Paris, encontra um rabino amigo seu, e lhe conta:
- Descobri um truque para comer grátis em ótimos restaurantes.
- Ótimo! Como é?
- Vou a um restaurante bastante tarde, peço uma entrada, o prato principal, queijos, sobremesa e fico um tempão tomando um café, um conhaque e fumando um bom charuto e espero que fechem.Como não saio do lugar enquanto erguem as mesas, e colocam as cadeiras em cima para varrer, vem o garçom e me pergunta se posso pagar porque já está na hora de irem embora.
Então eu respondo: Mas eu já paguei ao seu colega que foi embora antes. É assim, simples.
O rabino pergunta se podem ir jantar juntos no dia seguinte.
- Mas é claro, diz o padre.
A noite seguinte os dois amigos vão a um restaurante:
Entrada, prato principal, queijos, sobremesa, etc.
Quando chega a hora de fechar, o garçom se aproxima e pergunta se pode trazer a conta.
O padre diz:- Sinto muito mas já pagamos a um colega seu que já foi embora.
O rabino diz:- Estamos só esperando o troco.




ps:Valeu victinho!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Momento Gonzaguinha - MARAVILHOSO!!!!!!!!

Sebastião Salgado




A primeira música desta manhã - Djavan,Flor de lis


Valei-me, Deus!
É o fim do nosso amor
Perdoa, por favor
Eu sei que o erro aconteceu
Mas não sei o que fez
Tudo mudar de vez
Onde foi que eu errei?
Eu só sei que amei,
Que amei, que amei,
que amei
Será talvez
Que minha ilusão
Foi dar meu coração
Com toda força
Pra essa moça
Me fazer feliz
E o destino não quis
Me ver como raiz
De uma flor de lis
E foi assim que eu vi
Nosso amor na poeira,
Poeira
Morto na beleza fria de Maria
E o meu jardim da vida
Ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria
Nem margarida nasceu.
E o meu jardim da vida
Ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria
Nem margarida nasceu.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

ALERTA NECESSÁRIO

De acordo com a Organização Mundial da Saúde,todo ano 2,6 milhões de pessoas morrem por doenças relacionadas ao excesso de peso ou obesidade.Estima-se que existam no mundo 1,6 bilhões de adultos com excesso de peso e 400 milhões de obesos.Projeções indicam que em 2015 esses números subirão para 3,3 bilhões e 700 milhões respectivamente.No Brasil,em 15 anos o percentual de obesos quase dobrou,passando de 5,7% para 11,1%,enquanto em crianças e adolescentes,em dez anos,esse número quadriplicou,subindo de 3,7% para 12,7%,segundo o IBGE.
O controle do câncer vem avançando nas últimas décadas no que se refere à conscientização da população em questões como o tabagismo,por exemplo.Mas a relação de outros fatores de risco com a doença não está clara para a população.É o caso do excesso de peso.Pesquisa feita pelo INCA,em 2007,revelou que 49% dos entrevistados não associavam a alimentação inadequada à doença.
Esse quadro reflete a evolução dos conhecimentos científicos acerca da relação entre excesso de peso e câncer.Em 1997,relatório do Fundo Mundial para Pesquisas em Câncer e do Instituto Americano para Pesquisa em Câncer concluiu,com base em mais de 500 estudos do mundo inteiro,que excesso de peso e obesidade estão relacionados ao surgimento de câncer.
A partir dessa constatação,faz-se necessário alertar a população e estimulá-la a alimentar-se de forma saudável e a praticar exercícios.Com esse objetivo,o INCA difundi no Brasil campanha mundial que pretende mobilizar a sociedade para promover a saúde e previnir o câncer,estimulando um estilo de vida saudável para crianças.A campanha foi lançada pela União Internacional De Controle do Câncer,maior organização não-governamental do mundo dedicada ao controle da doença,em 4 de fevereiro,Dia Mundial do Câncer,e se estenderá ao longo de 2009.
O acúmulo de gordura eleva níveis de hormônios que podem provocar o desenvolvimento de células cancerosas.Além disso,as células de gordura produzem substâncias que podem provocar lesões em células normais e promover o surgimento de tumores.A chance de uma mulher com excesso de peso ter câncer de endométrio é 52% maior do que uma com peso adequado.O risco de um homem ter câncer no esôfago dobra se ele for obeso.
Hábitos saudáveis adquiridos desde cedo têm forte impacto ao longo da vida.Grande parte dos hábitos é estabelecida na infância,nos ambientes em que as crianças crescem - em casa,escola ou sua comunidade.Um criança obesa tem chances até 30% maiores de se tornar um adulto obeso.Por isso,é importante que hábitos saudáveis sejam estimulados desde a infância.
O Ministério da Saúde vem desenvolvendo ações de promoção da saúde que contribuem para a prevenção da obesidade,câncer e outras doenças crônicas não-transmissíveis.Ano passado,estabeleceu com a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos metas para reduzir teores de gordura trans dos alimentos a no máximo 2% das gorduras totais até 2010,conforme recomendação da OMS.
Outro ponto é a proposta de regulamentação sobre oferta e propaganda de alimentos com quantidades elevadas de açúcar,gorduras saturadas e trans,sódio e de bebidas com baixo teor nutricional.O documento,aberto para Consulta Pública em 2006,representa um importante passo para proteção da saúde das crianças.
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Por: Luiz Antonio Santni
é diretor-geral do INCA e membro do Conselho Diretor da União Internacional de Controle do Câncer ( UICC)

Darwin,Evolução e Tortura


fonte: Promotor de Justiça

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O aborto dos Outros - Documentário de Carla Gallo

A narrativa percorre situações de aborto dentro de hospitais públicos que atendem mulheres vítimas de estupro, interrupções de gestações em casos de má-formação fetal sem possibilidade de sobrevida após o nascimento e abortos clandestinos. Ao mostrar os efeitos perversos da criminalização para as mulheres, o longa aponta a necessidade de revisão da lei brasileira.

Solitário Anônimo - documentário de Débora Diniz

Um homem de 78 anos sem comer há 58 dias, desacordado em uma cidade no interior de Goiás, depois de planejar obstinadamente a própria morte. No bolso, um bilhete em que se apresenta como o solitário anônimo. Sem mais pretextos para viver, o homem sem identidade exige apenas uma coisa: morrer sozinho e no anonimato. A história verídica foi transformada em documentário pela antropóloga e professora do Departamento de Serviço Social da Universidade de Brasília (UnB) Debora Diniz e ganhou o Prêmio Especial do Júri no 17º Festival de Curtas do Rio de Janeiro e o terceiro lugar no Festival Internacional de Curtas na Tailândia. O vídeo foi produzido pela Imagens Livres.

fonte: SECOM

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

E-mail recebido:Prêmio Polícia Cidadã Rio


O CESeC (Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes) lançou no dia 1º de outubro o Prêmio Polícia Cidadã Rio.
O objetivo principal do projeto é identificar, reconhecer e divulgar boas práticas policiais. Inspirado na experiência desenvolvida em São Paulo pelo Instituto Sou da Paz, essa iniciativa espera contribuir para a criação de relações mais generosas e criativas entre polícia e sociedade civil no Rio de Janeiro.
O projeto está sendo realizado com o apoio da Secretaria de Segurança, do Instituto de Segurança Pública e dos comandos das Polícias Civil e Militar do estado.

Começou no dia 1 de fevereiro a votação para as 50 ações policiais finalistas e além de votar,poderemos conhecer o que até então era desconhecido para muita gente(como eu),sobre o que nossa polícia faz de bom e que não tem espaço no Jornal Nacional.
Ósculos e Amplexos
Gaby
fonte: CESeC

domingo, 1 de fevereiro de 2009

A vida boa de nossos políticos

Mangabeira, o campeão de diárias para viagens ao exterior

O ministro Mangabeira Unger passou 97 dias de 2008 viajando pelo exterior (mais de um quarto do ano). De acordo com reportagem de Bernardo Mello Franco, publicada na edição deste domingo de O GLOBO, o ministro recebeu R$ 35.176 em diárias, cerca de três vezes o seu salário.
Dados da Controladoria Geral da União (CGU) mostram que ele superou 35 colegas de Esplanada e foi quem recebeu, ano passado, as maiores verbas para gastar fora do Brasil.
A reportagem mostra ainda que o governo gastou R$ 457 mil para bancar despesas pessoais de ministros em viagens internacionais ao longo de 2008.

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/01/31/mangabeira-embolsou-em-diarias-de-viagens-triplo-do-seu-salario-em-2008-754219744.asp


fonte:blog do Noblat e globo.com


ps:Tá certo,o Brasil é um país tranquilo,sem pobreza,sem corrupção,contas controladas,não estamos em crise,não temos inflação,educação e saúde 100%.Tá tudo muito calmo por aqui,está até chato,tem que viajar mesmo.
Ósculos e Amplexos
Gaby

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Entre o sonho, o tratamento e o vácuo da lei



Do fracasso da gravidez na alcova ao discurso para curar a infertilidade, brotam novas questões éticas
Debora Diniz - O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO - Louise Brown nasceu em 1978. Seus pais procuraram auxílio médico após um longo período de tentativas frustradas de gravidez. Um diagnóstico de infertilidade os levou às técnicas ainda experimentais da fertilização in vitro. Entre o nascimento do primeiro bebê de proveta do mundo e a clonagem de Dolly passaram-se 20 anos. Foram décadas intensas para a medicina reprodutiva, a tal ponto que se atribuem poderes quase divinos às novas tecnologias reprodutivas. A origem dessa fantasia científica é difusa - de um lado, mulheres, homens e casais vivendo o sonho do filho biológico; de outro uma medicina lucrativa que vende o sonho da herança biológica. Entre o sonho, o tratamento e o lucro, há um espaço nebuloso para os mais profundos desafios éticos já anunciados pela medicina desde os julgamentos dos crimes de guerra nos campos de concentração.Um em cada dois casais que procuram um consultório em busca de solução para a falta involuntária de filhos sairá sem diagnóstico. Esses casos são diagnosticados como de "infertilidade sem causa aparente", o que traduzido em termos coloquiais quer dizer "a medicina não sabe explicar a infertilidade". Isso não significa que o casal saia sem a medicalização do futuro filho. Mesmo na ausência de diagnóstico, o regime de hormônios, práticas sexuais e rotinas de controle do corpo têm início em busca da gravidez. É dessa negociação intensa e permanente entre o fracasso da gravidez na alcova, o sonho do bebê e o discurso médico de tratamento para a infertilidade que repousam algumas das inquietações éticas. Não foi por acaso que o primeiro documento ético publicado no Reino Unido após o nascimento de Louise Brown, o Relatório Warnock, justificou a urgência da regulação das novas tecnologias reprodutivas, pois elas tocam em valores centrais à vida social, tais como família, parentesco ou filiação.Não há lei que regulamente a medicina reprodutiva no Brasil. O que existe é uma norma do Conselho Federal de Medicina que disciplina o ofício médico, mas sem força de lei para estruturar o que é legítimo ou não nesse campo. O primeiro projeto de lei sobre o tema data de 1993 e já são quase uma dezena em tramitação. Há quem conteste a necessidade de lei sobre matéria cuja rapidez da mudança tecnológica desafia qualquer tentativa de regulação definitiva. Mas a aposta é que a lei venha a disciplinar os marcos éticos da prática médica, deixando para as associações científicas os detalhes sobre melhores técnicas ou procedimentos mais eficazes. Alguns temas estão no topo da negociação legislativa e já provocaram acalorados debates, como o congelamento de embriões excedentes e seu uso para a pesquisa com células-tronco. Outros aspectos centrais à vida social vêm sendo enfrentados pelas bordas do debate democrático, como é o caso do controle da prática médica ou do acesso aos serviços.O que transforma a ausência involuntária de filhos em necessidade médica? Como se traduz infecundidade involuntária, isto é, ausência de filhos, em infertilidade? Para os casais heterossexuais, a matemática é simples: vários meses com prática sexual ativa desprotegida, sem gravidez, os tornará elegível às técnicas reprodutivas. Mas e o que dizer de uma mulher sozinha? Como classificar um casal de lésbicas ou um casal de homens gays? São casos de infertilidade ou infecundidade? Como garantir o direito ao planejamento familiar, sintetizado no sonho do filho biológico, à mulher sozinha? Como regular os bancos anônimos de esperma? A doação deve ser um ato de altruísmo ou o doador pode ser remunerado? E como regular o uso de óvulos congelados retirados de fetos natimortos? Que técnicas serão consideradas aceitáveis - as homólogas, isto é, aquelas em que o material genético é do casal que busca auxílio médico, ou também as heterólogas, isto é, aquelas em que se faz uso de material genético de terceiros para suprir a infertilidade do casal? Nos casos de doação heteróloga, como se determina a paternidade ou maternidade? Para a Igreja, as técnicas heterólogas devem ser comparadas ao adultério, por isso, banidas de nosso ordenamento social. E para um pacto democrático laico que assume a centralidade da reprodução biológica para a vida social, qual o significado da doação de gametas ou do comércio de embriões?A verdade é que não temos respostas para essas inquietações. Muitas estão ainda restritas aos centros acadêmicos de reflexão ética, a tal ponto que assumem ares de ficção científica quando ultrapassam os muros das universidades. Grande parte desses conflitos vem ocorrendo sob a proteção do segredo médico e, mais dramaticamente, com a cumplicidade das mulheres e dos casais ansiosos pelo filho biológico. A chegada de um casal a um consultório é um novo estágio no sonho por um bebê. São meses de espera e expectativas pela gravidez que, quando não concretizada, conduzem os casais à medicalização da reprodução. A submissão do corpo à medicina reprodutiva provoca uma separação inusitada entre sexualidade e reprodução - o filho não será gerado na privacidade da alcova, mas com a mediação do médico, um terceiro personagem que se arroga prerrogativas éticas sobre o certo e o errado em um campo onde, até então, o casal era soberano. É nesse cenário de máxima autoridade médica que rumores sobre abusos, comércio de gametas ou práticas homofóbicas rondam os consultórios dos especialistas em medicina reprodutiva. Há uma potência médica que se sacraliza pelo sonho do futuro filho. Para os casais, a possibilidade da gravidez minimiza os riscos à saúde, as altas taxas de gemelaridade seriam um efeito colateral necessário, os custos, por sua vez, um sacrifício justificado pelo desejo intenso da reprodução biológica, já que a adoção de um bebê recém-nascido seria uma possibilidade burocrática e remota. A verdade é que há riscos e incertezas nas tecnologias reprodutivas, mas pouco se fala deles. O curioso é que o silêncio não é uma imposição da autoridade médica, mas um acordo tácito entre quem sonha com o filho e o mercado de bebês. A medicina reprodutiva negocia um valor simbólico central à vida social - a reprodução biológica. Ter filhos biologicamente vinculados é mais do que um desejo de exercer a maternidade ou paternidade, pois significa a vinculação a um ideal de reprodução social pela função da família e da filiação, inserindo os indivíduos em uma ordem de parentesco. É esse mundo de símbolos e desafios éticos que agora se vê confrontado com o avanço da medicalização da reprodução e com a crescente transformação do projeto filial em um produto médico. Não é de se espantar que o rompimento do silêncio venha de mulheres e casais frustrados com a medicina reprodutiva: a falência do projeto reprodutivo os fez ignorar o pacto silencioso, forçando-os a uma redescrição dos riscos à saúde, dos custos dos procedimentos e do vácuo normativo das práticas médicas. Para alguns, as narrativas desses casais devem ser entendidas como queixas pelo fracasso médico, pois retratam o imponderável no campo da saúde e da doença. Mas a verdade é que há uma série de desafios éticos ainda adormecida para o debate público e que somente quem experimentou a frustração pelo sonho de um filho biológico será capaz de anunciar.


Debora Diniz é professora da UnB e pesquisadora da Anis: Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Manuel Alegre - O poder das mãos

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema - e são de terra.
Com mãos se faz a guerra - e são a paz.
Com mãos se rasga o mar.
Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas, mas de mãos.
E estão no fruto e na palavra as mãos que são o canto e são as armas.
E cravam-se no tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.
De mãos é cada flor, cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.

Na esquina

Ignoras-me
Desde aquele minuto
Depois do lapso
Daquele café
Às dezesseis.
******************
Sabia que existia
Uma ironia por entre
Seus dentes brancos
Uma malícia repousando
Nessa sua pintinha na face.
*******************
Mas tu tens a perder
Sem muito sabor, é verdade,
Mas tem.
Eu, não.
Já perdi antes do café.
E não estou certo
Se desgostei da perda.
Não sinto remorso,
Mas dói-me não sei bem porquê.
********************
"Porquês" me afligem
Sabias?
Sempre os chamo,
Mas não tenho tamanha destreza
Em respondê-los.
Porque tem "porquês" que são porque são.
*********************
Talvez saiba o porquê:
Perder dói. E ponto.
Interrogação
Exclamação
Final
Reticências...
Ponto-de-vista à parte, pode ser.
**********************
Incongruências de um devaneio, certamente.
por: Ismael Alexandrino

Abortos com amparo legal crescem 43%

O número de abortos com amparo legal disparou no ano passado no país. A quantidade de procedimentos do tipo cresceu 43% na rede do SUS (Sistema Único de Saúde), passando de 2.130 (2007) para 3.053 (até novembro de 2008).
A taxa, a maior desde 2002, inclui os casos previstos em lei (risco de morte para mãe e estupro) e as interrupções de gravidez garantidas por decisão judicial (caso de má-formação do feto letal, como anencefalia).
Para os casos previstos expressamente na legislação, não é preciso autorização da Justiça nem boletim de ocorrência. Especialistas apontam que o número pode ser maior, devido à chance de subnotificação.
Para o governo e especialistas, os fatores que explicariam o aumento são: melhor qualificação dos serviços de saúde, profusão de sentenças judiciais favoráveis em casos de má-formação do feto e maior publicidade das informações sobre o aborto legal --resultado de campanhas e polêmicas recentes, como a interrupção da gravidez em caso de anencefalia.
O Ministério da Saúde diz que dois fatores contribuíram para o crescimento de abortos legais no país. Um deles é a reorganização da rede para atender mulheres com direito de abortar --o ministério transformou certos hospitais e centros em referência para atender mulheres em casos de aborto legal e treinou mais equipes.
Também passou a dar maior publicidade para o fato de que mulheres violentadas têm o direito de fazer aborto na rede. "Fizemos diversos seminários para as equipes médicas", afirmou Lena Peres, coordenadora da área de saúde da mulher. "Há outro ponto: as mulheres estão mais bem informadas. (...) A cada ano crescem as denúncias de violência sexual."
Embora não existam dados que permitam dizer qual fator foi o maior responsável pelos abortos legais --estupro, risco de vida para a mãe ou má-formação letal-, a professora da UnB Débora Diniz diz que houve redução significativa dos casos de interrupção da gravidez por estupro após a distribuição da pílula do dia seguinte.
Ela levanta duas hipóteses para a alta de abortos legais: com os serviços de referência, casos que antes não eram notificados passaram a ser; e o aumento das autorizações judiciais para interrupção da gravidez no caso de más-formações. Para ela, debates em torno da questão trouxeram mais informações à sociedade.
Relator de ação sobre o tema prevista para ser julgada neste ano pelo STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro Marco Aurélio Mello diz que há no Judiciário uma tendência favorável à gestante que quer interromper a gravidez por anencefalia. "Em geral, juízes deferem porque, se não há cérebro, não há potencialidade de vida."
Além de advogados, é preciso ampliar o acesso ao aborto legal pelo SUS, diz a socióloga Dulce Xavier, da ONG Católicas pelo Direito de Decidir. Segundo ela, ao menos cinco Estados (AP, MS, PI, RR e TO) não fazem o aborto legal no SUS.
Para o padre Bento, coordenador da comissão de Bioética da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), o aumento é ligado ao fato de haver uma cultura da morte, em que a vida tem valor descartável.
fonte: LARISSA GUIMARÃES e ANGELA PINHO da Folha de S.Paulo, em Brasília - 23/01/2008

Diverticulose


A diverticulose é uma doença caracterizada pela presença de numerosos divertículos,que são protuberâncias em forma de saco em qualquer porção do trato gastrointestinal.Podem aparecer em qualquer local do intestino grosso,mas são mais frequentes no cólon.As complicações são:sangramento,função intestinal alterada e diverticulite,que é a inflamação do divertículo,causada por material fecal estagnado.Contribuem para o desenvolvimento da diverticulose,a diminuição da atividade física,o mau funcionamento intestinal, a idade avançada e principalmente o baixo conteúdo de fibras da dieta.


RECOMENDAÇÕES GERAIS:



  1. Retirar alimentos com sementes que não podem ser removidas como,por exemplo, quiabo, jiló, beringela, kiwi, morango, entre outros. Aqueles que possuem sementes que podem ser retiradas devem ser usadas,como por exemplo,goiaba,melancia,vagem,ervilha,tomate,entre outros;

  2. Não utilizar alimentos com sementes de gergelim e linhaças inteiras;

  3. Preferir o consumo de produtos integrais,como arroz, pães e biscoitos;

  4. Legumes e verduras (crus sempre que possível) devem ser consumidos como: aspargo, espinafre, chicória, repolho, brócolis, couve - flor, aipo, cenoura crua e couve - de - bruxelas;

  5. Frutas,sempre que possível com a casca e o bagaço,também devem ser consumidas como: laranja,pera,tangerina,caqui,mamão e ameixa;

  6. Evitar o consumo dos alimentos constipantes como: maçã, banana, caju, goiaba, limão, maisena, creme de arroz, mucilon de arroz, chá preto, refrigerantes, arroz, cenoura cozida, batata(todos os tipos), aipim, farinha de mandioca, pães brancos e massas;

  7. Sempre que possível utilize o farelo de aveia ou de trigo para polvilhar frutas ou acrescentar em iorgute ou suco de frutas;

  8. É aconselhável ingerir pouca carne vermelha,preferindo as carnes brancas(peixes e aves);

  9. Importante ingerir bastante líquido durante o dia ( em torno de 1,5 a 2 litros por dia ou 5 a 6 copos de 200ml).

fonte: Waitzberg D.L,nutrição oral,Enteral e Parenteral na prática clínica.São Paulo: Atheneu,2001


Mahan L.Scott-Stump,S.Krause.Alimentos,Nutrição e Dietoterapia.São Paulo:Roca,1998.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Patrimônio de todos nós




Importante área verde situada em pleno espaço urbano de Juiz de Fora.Esse é o Parque Mariano Procópio,considerado um dos pontos turísticos mais admiráveis da região por apresentar diversas características que rememoram sua originalidade do século XIX.
Tanta exuberância de flora e fauna tem sua história iniciada em 1861,quando Mariano Procópio Ferreira Lage construiu uma casa de veraneio para recepcionar a família de D.Pedro II,que veio à cerimônia de inauguração da Estrada União e Indústria,uma das grandes realizações do mineiro na região.Porém,somente após dois anos,a residência ficou pronta para,finalmente,receber a ilustre visita em outras ocasiões.
A autoria dos notáveis traços do parque é atribuída ao paisagista frânces Auguste Glaziou.Caminhos curvos,lago com prolongamento formando um canal,plantas distribuídas livremente pelos recantos da paisagem,gruta artificial,jardins simétricos e bambus na ilha central que se assemelham a uma vaso de flores revelam sinais do estilo do paisagista.
Além de apresentar o primeiro monumento em espaço aberto do Brasil dedicado à Princesa Isabel,o parque ainda possui outras importantes representações históricas e artísticas em sua paisagem,como as alegorias femininas,Arte e Ciência,e as masculinas, Inverno e Outono.




Belo Parque,há uma área verde grande para um passeio refrescante.O museu está fechado.Um total descaso de nossas autoridades.A mais de dois anos encontra-se em estado de restauração,mas o dinheiro é sempre curto para uma rápida finalização.Segundo o guia do Parque,há esperança que no final deste ano, se os recursos prometidos vierem,as obras sejam finalizadas.Vale lembrar,que a conservação do Parque,que está limpíssimo, é de responsabilidade da Prefeitura de Juiz de Fora e o Museu está na responsabilidade do Governo Federal.
Ósculos e Amplexos
Gaby

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Brasil piora em ranking de mortalidade infantil do Unicef






O Brasil pulou do 113º para o 107º lugar no ranking de mortalidade infantil (até cinco anos de idade), segundo o relatório anual do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Situação Mundial da Infância 2009, lançado nesta quinta-feira em Johanesburgo, na África do Sul.
Os primeiros lugares do ranking de 194 países são ocupados pelas nações com mortalidade mais elevada, como Serra Leoa (1º lugar) e Afeganistão (2º). Seis países registraram as taxas mais baixas e ocupam a última posição no ranking: Suécia, Islândia, Cingapura, Luxemburgo, Andorra e Liechtenstein.
O relatório atribui a piora na posição do Brasil ao fato de o país ter registrado um índice de mortalidade de 20 por cada mil nascidos vivos em 2006. Em 2007, a taxa foi de 22 por cada mil nascidos vivos.
Mesmo com esse leve aumento, o Brasil ainda registra uma das mais altas reduções no índice de mortalidade infantil desde 1990. Com uma queda de 62% no período, o país teve a 18ª maior diminuição no índice entre os 194 países da lista --de 58 para 22 entre cada mil nascidos vivos.
Complicações
O relatório do Unicef afirma que mulheres nos países menos desenvolvidos do mundo ainda têm 300 vezes mais chances de morrer durante o parto ou por complicações na gravidez do que mulheres em países desenvolvidos.
O órgão da ONU diz ainda que uma criança nascida em um país em desenvolvimento tem quase 14 vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que uma criança nascida em um país desenvolvido.
"A cada ano, mais de meio milhão de mulheres morrem devido a complicações no parto, incluindo cerca de 70 mil meninas e mulheres jovens, entre 15 e 19 anos", afirmou Ann Veneman, diretora-executiva do Unicef.
"Desde 1990, as complicações relacionadas à gravidez e ao parto já mataram cerca de 10 milhões de mulheres", acrescentou.
Melhoras
O Unicef afirma que muitos países em desenvolvimento progrediram muito para melhorar as taxas de sobrevivência de suas crianças nos últimos anos.
O relatório aponta Níger e Malauí como exemplos por terem cortado quase pela metade as taxas de mortalidade entre crianças com menos de cinco anos entre 1990 e 2007, em 42% e 47% respectivamente.
Mas o mesmo progresso não foi observado na prevenção de risco para a saúde das mães e, embora as taxas de sobrevivência de crianças com menos de cinco anos esteja melhorando no mundo todo, os riscos para crianças nos primeiros 28 dias de vida ainda são altos em muitos países.
O Unicef afirma ainda que aproximadamente 99% das mortes do mundo causadas por complicações na gravidez ocorrem nos países em desenvolvimento, nos quais ter um filho ainda é um dos mais graves riscos à saúde para mulheres.
A grande maioria ocorre na África e na Ásia, onde as altas taxas de natalidade, falta de funcionários treinados e sistema de saúde deficiente colocam em risco a saúde das mães.
Os dez países com o maior risco de morte maternal durante a vida toda são Níger, Afeganistão, Serra Leoa, Chade, Angola, Libéria, Somália, República Democrática do Congo, Guiné-Bissau e Mali.
"Para salvar as vidas de mulheres e de seus recém-nascidos, é necessário mais do que apenas intervenção médica", afirmou Ann Veneman. "Educar as meninas é muito importante para melhorar a saúde de mães e recém-nascidos e também trará benefícios para as famílias e a sociedade."


fonte: BBC Brasil

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Imagem do dia


Nova ortografia

Mudanças no alfabeto

O alfabeto passa a ter 26 letras. Foram
reintroduzidas as letras k, w e y.
O alfabeto completo passa a ser:
A B C D E F G H I
J K L M N O P Q R
S T U V WX Y Z
As letras k, w e y, que na verdade
não tinham desaparecido da maioria
dos dicionários da nossa língua,
são usadas em várias situações.
Por exemplo:
a) na escrita de símbolos de unidades
de medida: km (quilômetro), kg (quilograma),
W (watt);
b) na escrita de palavras e nomes estrangeiros
(e seus derivados): show,
playboy, playground, windsurf, kung
fu, yin, yang, William, kaiser, Kafka,
kafkiano.

Trema
Não se usa mais o trema (¨), sinal
colocado sobre a letra u para indicar
que ela deve ser pronunciada nos grupos
gue, gui, que, qui.
Como era Como fica
agüentar aguentar
argüir arguir
bilíngüe bilíngue
Guiacinqüenta cinquenta
delinqüente delinquente
eloqüente eloquente
ensangüentado ensanguentado
eqüestre equestre
freqüente frequente
lingüeta lingueta
lingüiça linguiça
qüinqüênio quinquênio
sagüi sagui
seqüência sequência
seqüestro sequestro
tranqüilo tranquilo
Atenção: o trema permanece apenas
nas palavras estrangeiras e em suas derivadas.
Exemplos: Müller, mülleriano.

Mudanças nas regras
de acentuação

1. Não se usa mais o acento dos ditongos
abertos éi e ói das palavras
paroxítonas (palavras que têm acento
tônico na penúltima sílaba).
Como era Como fica
alcalóide alcaloide
alcatéia alcateia
andróide androide
apóia (verbo apoiar) apoia
apóio (verbo apoiar) apoio
asteróide asteroide
bóia boia
celulóide celuloide
clarabóia claraboia
colméia colmeia
GuiaCoréia Coreia
debilóide debiloide
epopéia epopeia
estóico estoico
estréia estreia
estréio (verbo estrear) estreio
geléia geleia
heróico heroico
idéia ideia
jibóia jiboia
jóia joia
odisséia odisseia
paranóia paranoia
paranóico paranoico
platéia plateia
tramóia tramoia
Atenção: essa regra é válida somente
para palavras paroxítonas. Assim, continuam
a ser acentuadas as palavras
oxítonas terminadas em éis, éu, éus,
ói, óis. Exemplos: papéis, herói, heróis,
troféu, troféus.
2. Nas palavras paroxítonas, não se
usa mais o acento no i e no u tônicos
quando vierem depois de um ditongo.
Como era Como fica
baiúca baiuca
bocaiúva bocaiuva
cauíla cauila
feiúra feiura
Atenção: se a palavra for oxítona e o i
ou o u estiverem em posição final (ou
seguidos de s), o acento permanece.
Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí.

Não se usa mais o acento das palavras
terminadas em êem e ôo(s).
Como era Como fica
abençôo abençoo
crêem (verbo crer) creem
dêem (verbo dar) deem
dôo (verbo doar) doo
enjôo enjoo
lêem (verbo ler) leem
magôo (verbo magoar) magoo
perdôo (verbo perdoar) perdoo
povôo (verbo povoar) povoo
vêem (verbo ver) veem
vôos voos
zôo zôo

4. Não se usa mais o acento que diferenciava
os pares pára/para, péla(s)/
pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s)
e pêra/pera.
Como era Como fica
Ele pára o carro. Ele para o carro.
Ele foi ao pólo Ele foi ao polo
Norte. Norte.
Ele gosta de jogar Ele gosta de jogar
pólo. polo.
Esse gato tem Esse gato tem
pêlos brancos. pelos brancos.
Comi uma pêra. Comi uma pera.
Atenção:
• Permanece o acento diferencial em
pôde/pode. Pôde é a forma do passado
do verbo poder (pretérito perfeito do
indicativo), na 3a pessoa do singular.
Pode é a forma do presente do indicativo,
na 3a pessoa do singular.
Exemplo: Ontem, ele não pôde sair
mais cedo, mas hoje ele pode.
• Permanece o acento diferencial em
pôr/por. Pôr é verbo. Por é prepo sição.
Exemplo: Vou pôr o livro na estante
que foi feita por mim.
• Permanecem os acentos que diferenciam
o singular do plural dos verbos
ter e vir, assim como de seus derivados
(manter, deter, reter, conter, convir,
intervir, advir etc.). Exemplos:
Ele tem dois carros. / Eles têm dois
carros.
Ele vem de Sorocaba. / Eles vêm de
Sorocaba.
Ele mantém a palavra. / Eles mantêm
a palavra.
Ele convém aos estudantes. / Eles
convêm aos estudantes.
Ele detém o poder. / Eles detêm o
poder.
Ele intervém em todas as aulas. / Eles
intervêm em todas as aulas.

• É facultativo o uso do acento circunflexo
para diferenciar as palavras forma/
fôrma. Em alguns casos, o uso do
acento deixa a frase mais clara. Veja
este exemplo: Qual é a forma da fôrma
do bolo?

5. Não se usa mais o acento agudo no
u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui,
(eles) arguem, do presente do indicativo
dos verbos arguir e redarguir.

6. Há uma variação na pronúncia dos
verbos terminados em guar, quar e
quir, como aguar, averiguar, apaziguar,
desaguar, enxaguar, obliquar,
delinquir etc. Esses verbos admitem
duas pronúncias em algumas formas
do presente do indicativo, do presente
do subjuntivo e também do imperativo.
Veja:
a) se forem pronunciadas com a ou i
tônicos, essas formas devem ser acentuadas.
Exemplos:
• verbo enxaguar: enxáguo, enxáguas,
enxágua, enxáguam; enxágue,
enxágues, enxáguem.
• verbo delinquir: delínquo, delínques,
delínque, delínquem; delínqua,
delínquas, delínquam.
b) se forem pronunciadas com u tônico,
essas formas deixam de ser acentuadas.
Exemplos (a vogal sublinhada
é tônica, isto é, deve ser pronunciada
mais fortemente que as outras):
• verbo enxaguar: enxaguo, enxaguas,
enxagua, enxaguam; enxague,
enxagues, enxaguem.
• verbo delinquir: delinquo, delinques,
delinque, delinquem; delinqua,
delinquas, delinquam.
Atenção: no Brasil, a pronúncia mais
corrente é a primeira, aquela com a e
i tônicos.

Uso do hífen

Algumas regras do uso do hífen foram
alteradas pelo novo Acordo. Mas,
como se trata ainda de matéria controvertida
em muitos aspectos, para
facilitar a compreensão dos leitores,
apresentamos um resumo das regras
que orientam o uso do hífen com os
prefi xos mais comuns, assim como as
novas orientações estabelecidas pelo
Acordo.
As observações a seguir referem-se
ao uso do hífen em palavras formadas
por prefi xos ou por elementos que podem
funcionar como prefixos, como:
aero, agro, além, ante, anti, aquém,
arqui, auto, circum, co, contra, eletro,
entre, ex, extra, geo, hidro, hiper, infra,
inter, intra, macro, micro, mini,
multi, neo, pan, pluri, proto, pós, pré,
pró, pseudo, retro, semi, sobre, sub,
super, supra, tele, ultra, vice etc.

1. Com prefixos, usa-se sempre o hífen
diante de palavra iniciada por h.
Exemplos:
anti-higiênico
anti-histórico
co-herdeiro
macro-história
mini-hotel
proto-história
sobre-humano
super-homem
ultra-humano
Exceção: subumano (nesse caso, a palavra
humano perde o h).

2. Não se usa o hífen quando o prefi -
xo termina em vogal diferente da vogal
com que se inicia o segundo elemento.
Exemplos:
aeroespacial
agroindustrial
anteontem
antiaéreo
antieducativo
autoaprendizagem
autoescola
autoestrada
autoinstrução
coautor
coedição
extraescolar
infraestrutura
plurianual
Guiasemiaberto
semianalfabeto
semiesférico
semiopaco
Exceção: o prefixo co aglutina-se em
geral com o segundo elemento, mesmo
quando este se inicia por o: coobrigar,
coobrigação, coordenar, cooperar,
coo peração, cooptar, coocupante etc.

3. Não se usa o hífen quando o prefi xo
termina em vogal e o segundo elemento
começa por consoante diferente de
r ou s. Exemplos:
anteprojeto
antipedagógico
autopeça
autoproteção
coprodução
geopolítica
microcomputador
pseudoprofessor
semicírculo
semideus
seminovo
ultramoderno
Atenção: com o prefi xo vice, usa-se
sempre o hífen. Exemplos: vice-rei,
vice-almirante etc.

4. Não se usa o hífen quando o prefixo
termina em vogal e o segundo elemento
começa por r ou s. Nesse caso,
duplicam-se essas letras. Exemplos: antirrábico
antirracismo
antirreligioso
antirrugas
antissocial
biorritmo
contrarregra
contrassenso
cosseno
infrassom
microssistema
minissaia
multissecular
neorrealismo
neossimbolista
semirreta
ultrarresistente.
Ultrassom

5. Quando o prefixo termina por vogal,
usa-se o hífen se o segundo elemento
começar pela mesma vogal.
Exemplos:
anti-ibérico
anti-imperialista
anti-infl acionário
anti-infl amatório
auto-observação
contra-almirante
contra-atacar
contra-ataque
micro-ondas
micro-ônibus
semi-internato
semi-interno

6. Quando o prefixo termina por consoante,
usa-se o hífen se o segundo
elemento começar pela mesma consoante.
Exemplos:
hiper-requintado
inter-racial
inter-regional
sub-bibliotecário
super-racista
super-reacionário
super-resistente
super-romântico
Atenção:
• Nos demais casos não se usa o hífen.
Exemplos: hipermercado, intermunicipal,
superinteressante, superproteção.
• Com o prefi xo sub, usa-se o hífen
também diante de palavra iniciada por
r: sub-região, sub-raça etc.
• Com os prefi xos circum e pan, usase
o hífen diante de palavra iniciada
por m, n e vogal: circum-navegação,
pan-americano etc.

7. Quando o prefixo termina por consoante,
não se usa o hífen se o segundo
elemento começar por vogal. Exemplos:
hiperacidez
hiperativo
interescolar
interestadual
interestelar
interestudantil
superamigo
superaquecimento
supereconômico
superexigente
superinteressante
superotimismo

8. Com os prefixos ex, sem, além,
aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se
sempre o hífen. Exemplos:
além-mar
além-túmulo
aquém-mar
ex-aluno
ex-diretor
ex-hospedeiro
ex-prefeito
ex-presidente
pós-graduação
pré-história
pré-vestibular
pró-europeu
recém-casado
recém-nascido
sem-terra

9. Deve-se usar o hífen com os sufixos
de origem tupi-guarani: açu, guaçu
e mirim. Exemplos: amoré-guaçu,
anajá-mirim, capim-açu.

10. Deve-se usar o hífen para ligar
duas ou mais palavras que ocasionalmente
se combinam, formando não
propriamente vocábulos, mas encadeamentos
vocabulares. Exemplos: ponte
Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo.
11. Não se deve usar o hífen em certas
palavras que perderam a noção de
composição. Exemplos:
girassol
madressilva
mandachuva
paraquedas
paraquedista
pontapé

12. Para clareza gráfi ca, se no fi nal
da linha a partição de uma palavra ou
combinação de palavras coincidir com
o hífen, ele deve ser repetido na linha
seguinte. Exemplos:
Na cidade, conta-
-se que ele foi viajar.
O diretor recebeu os ex-
-alunos.

Emprego do hífen com prefixos
Regra básica
Sempre se usa o hífen diante de h:
anti-higiênico, super-homem.
Outros casos
1. Prefixo
terminado em vogal:
• Sem hífen diante de vogal diferente:
autoescola, antiaéreo.
• Sem hífen diante de consoante diferente de r
e s: anteprojeto, semicírculo.
• Sem hífen diante de r e s. Dobram-se essas
letras: antirracismo, antissocial, ultrassom.
• Com hífen diante de mesma vogal:
contra-ataque, micro-ondas.

2. Prefixo terminado em consoante:
• Com hífen diante de mesma consoante:
inter-regional, sub-bibliotecário.
• Sem hífen diante de consoante diferente:
intermunicipal, supersônico.
• Sem hífen diante de vogal: interestadual,
superinteressante.

Observações
1. Com o prefixo sub, usa-se o hífen também
diante de palavra iniciada por r sub-região,
sub-raça etc. Palavras iniciadas por h perdem
essa letra e juntam-se sem hífen: subumano,
subumanidade.
2. Com os prefixos circum e pan, usa-se o
hífen diante de palavra iniciada por m, n e
vogal: circum-navegação, pan-americano etc.
3. O prefixo co aglutina-se em geral com o
segundo elemento, mesmo quando este se
inicia por o: coobrigação, coordenar, cooperar,
cooperação, cooptar, coocupante etc.
4. Com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen:
vice-rei, vice-almirante etc.
5. Não se deve usar o hífen em certas palavras
que perderam a noção de composição, como
girassol, madressilva, mandachuva, pontapé,
paraquedas, paraquedista etc.
6. Com os prefixos ex, sem, além, aquém,
recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen:
ex-aluno, sem-terra, além-mar, aquém-mar,
recém-casado, pós-graduação, pré-vestibular,
pró-europeu.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Em tempos de Cabral - O reggae é o estilo da vez


O senhor(em minúsculo,repeitando a nova regra ortográfica) Cabralzinho, governador do Rio, queimou umas gordurinhas lá em Vigário Geral. Foi assinado um convênio que repassará recursos no valor de R$ 1,5 milhão para o término das obras do Centro Cultural Waly Salomão que, além de ser sede do grupo, irá desenvolver inúmeras atividades artísticas, pedagógicas e sociais. Se a coisa for séria e o dinheiro realmente chegar a quem interessa,Cabralzinho poderia dançar em outras áreas também.Magrinho ele iria ficar!

Sebastião Salgado


terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Maysa,a poderosa - sua interprete,nem tanto!

Não sou chegada a televisão,sei lá por que,de forma que devo ser a pior pessoa para falar sobre seu conteúdo,entretanto,fiquei muito curiosa em conhecer a tal da poderosa Maysa, que anunciava nos intervalos do Jornal Nacional.
Acredito que muitos da minha geração não a conhecem e foi uma grata surpresa.
Estou assistindo a minissérie.Se realmente ela foi o que estou vendo,vou dizer,a bicha é porra louca,corajosa,poderosa e veio para este mundo sabendo para o que veio - beber?.rsrsrs....não somente isto!
Acho que o visual está bem legal,tudo bem acabado,atores novos e interessantes de ser ver,tudo prende e bota uma pontinha de decepção por ser tão curto o capítulo.
Achei a atriz principal muito parecida com a Maysa e interpreta bem também,entretanto, esqueceram de cuidar do playback,fica nítido - na minha humilde opinião de quem não assiste tv - a falta da sincronia da voz com a atriz,digo,tem momentos que dá para sentir que a atriz não terminou a música ou apenas está fazendo os biquinhos nos lábios carnudos sem a emoção que a música passa,a parte musical da minissérie - com muito pesar - ficou ruim.
Aí andam me dizendo:
-Pô Gabi,mas a garota tá fazendo a parada legal,ela não é cantora, é novata,dá um canja.
Aí eu digo:
- Pô,vi Piaf - um hino de amor, a atriz também é nova,não é cantora e arrebentou,parecia a Piaf em pessoa cantando.
Será que se eu começar a assistir tv,eu serei uma crítica maldita?Será que tenho tendências de Barbara Heliodora?
Ósculos e Amplexos
Gaby