
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Notícias do mundo paulistano:Projeto resgata samba paulista em 12 discos

Comentário Importante
Influenza sazonal continua matando mais
O estudo analisou 579.951 óbitos por gripe e causas associadas (pneumonias, bronquites e obstruções respiratórias) entre 1992 e 2005. O aumento médio do risco foi de 2,5 óbitos por mil idosos em 1992 para 3,3 em 2005. Mesmo em meio à epidemia de gripe suína, o perigo da influenza sazonal não pode ser esquecido, dizem os especialistas "A maior parte dos casos que continuam chegando aos hospitais é de gripe sazonal", diz o infectologista Antônio Pignatari, do Hospital Nove de Julho.O infectologista chama a atenção para o perigo que a doença continua representando. "Não é possível que não tenhamos nenhuma morte por gripe sazonal", diz.
Segundo o secretário de Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, as mortes por gripe suína neste ano são menores dos que as registradas por gripe sazonal no mesmo período de 2008.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
África do Sul testa vacina contra a Aids

Quase 250 cientistas e técnicos vão trabalhar no projeto. O governo considerou que era importante desenvolver uma vacina específica para a cepa C do HIV que é a mais recorrente na África “e para assegurar que uma vez realizada, esteja disponível e com um preço acessível”, disse Anthony Mbewu, presidente do Conselho de Investigação Médica.
“Temos o maior problema no mundo”, disse Mbewu no marco de uma conferência internacional sobre Aids na Cidade do Cabo. “Todos os países em desenvolvimento o estão tentando, todos querem desenvolver sua própria capacidade para desenvolver e produzir vacinas, Brasil, Coreia”, disse Mbewu.
Os testes para conhecer a segurança das vacinas em humanos vão começar este mês com 36 voluntários, disse Mbewu, o qual preside a organização que dirige o projeto.
Durante quase 10 anos de negligência, a África do Sul entrou em uma verdadeira crise por causa da Aids. Quase 5,2 milhões de sul-africanos estavam com o vírus no ano passado. As mulheres jovens são as principais vítimas, um terço das sul-africanas entre 20 e 34 anos estão infectadas.
Em 1999, os ministérios da saúde, ciência e tecnologia puseram em ação uma iniciativa para uma vacina e utilizaram quase 250 milhões de dólares em cerca de 10 anos. Ainda que os sul-africanos sejam os primeiros a alcançar a etapa clínica, vão ser necessários anos de testes.
Fonte:Estadão Online
Uma rosa para outra rosa
