segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

O que é usabilidade?



Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante. A usabilidade pode também se referir aos métodos de mensuração da usabilidade e ao estudo dos princípios por trás da eficiência percebida de um objeto.
Na Interação Humano-computador e na Ciência da Computação, usabilidade normalmente se refere à simplicidade e facilidade com que uma interface, um programa de computador ou um website pode ser utilizado. O Termo também é utilizado em contexto de produtos como aparelhos eletrônicos, em áreas da comunicação e produtos de transferência de conhecimento, como manuais, documentos e ajudas online. Também pode se referir a eficiência do design de objetos como uma maçaneta ou um martelo.
fonte:wikipédia
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Funcionalidade é tudo aquilo que um produto pode fazer. Provar a funcionalidade significa assegurar que o produto funciona tal como foi especificado.
Usabilidade é como as pessoas utilizam um produto. Provar a usabilidade significa assegurar de que as pessoas saibam utilizar as funcionalidades para cumprir seus objetivos.
Que um produto funcione corretamente, isso é crucial, mas não o suficiente para que ele tenha êxito. Um produto por si só não tem valor. O valor se dá ao uso, e o uso devido aos usuários.
A forma como o produto é utilizado é uma responsabilidade dos designers e desenvolvedores do produto.
fonte:Pinceladas da web

Pois é,a palavra usabilidade anda na moda dentro do mundo dos computadores e é uma pena que não seja divulgada para os seres do mundo real.Verdadeiramente a falta que sinto de desenvolvimento nesta área, para facilitar a vida do dia a dia, é decepcionante.

ósculos e amplexos

gaby

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Gatinho nojento

Odeio gato!

Năo gosto de gato...

Sai gato!!!

Passa já, gato!!!

Como detesto gato!

Sai gato!!

Sai daí gato...

Odeio gato!

Vai deitá, gato!!!!

Sai gaaaaaaaatoooooooo!!

Saiiiiiiiii!!!

Saiiiiiiiii!!!

Saiiiiiiiii!!!

Sai gatooooooo!!!

Odeio gato!!!

Que gatinho insuportável!!! Cai fora!!!!!!!!!!!

Saiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!





PÔ, gatinho saaaaaaai.....năo faz isso comigo!!!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Clarice Lispector


"Gosto dos venenos os mais lentos! As bebidas as mais fortes! Dos cafes mais amargos! E os delirios mais loucos. Voce pode ate me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: E daí eu adoro voar!!!"


domingo, 7 de dezembro de 2008

Sogro judeu

Um sujeito queria namorar a filha de um judeu e foi pedir ao pai. O velho disse:
- Acho que não vai dar certo, porque os judeus têm uma visão muito diferente da vida!! Para provar que não estou com nenhuma discriminação, vou lhe dar uma maçã e amanhã conversamos novamente!
No dia seguinte ele voltou à casa do judeu que lhe perguntou:
- O que você fez com a maçã?
- Fiquei com fome e a comi!!
- Ta vendo? Um judeu tiraria a casca da maçã, a colocaria para secar e faria um chá!! Dividiria a maçã em quantos pedaços fossem os membros de sua família e daria um pedaço para cada um! Depois pegaria os caroços, venderia alguns e plantariam outros, pois assim teria algum lucro e ainda frutos dentro de algum tempo! Bom, vou lhe dar outra chance! Leve este pedaço de lingüiça e volte a falar comigo amanhã!
O cara saiu de lá puto e pensando o que poderia fazer para aproveitar bem aquela lingüiça. No dia seguinte a mesma pergunta:
- Filho, o que você fez com aquela lingüiça?
- Bem, primeiro tirei o cordão e fiz um cadarço para meu tênis!! Depois tirei o plástico que protege a lingüiça e o guardei!! Dividi a lingüiça em 8 pedaços e dei um pedaço para cada membro da minha família!!! Depois fiz uma camisinha com o plástico, comi sua filha e aqui está o leite para o senhor fazer um cappuccino!!!!

"Algumas quedas servem para que nos levantemos mais felizes." (William Shakespeare)


MEU QUERIDO CLUBE DE REGATAS VASCO DA GAMA,
ESTOU TRISTE SIM,CAIRAM LÁGRIMAS E POR ALGUNS DIAS FICAREI PENSANDO SOBRE ESTE DIA 07/12/2008.
QUERO DIZER QUE ACREDITO, QUE ESTE SEJA O MOMENTO EM QUE SUA GLÓRIA E HISTÓRIA, QUE VEM SENDO INEFAVELMENTE MALTRATADA POR TANTOS ANOS, RECEBA O CARINHO E O RESPEITO QUE MERECE COMO O GRANDE CLUBE QUE É.
ESPERO QUE NESTA NOVA GESTÃO, OS VENTOS SOPREM COM SERIEDADE,FIDELIDADE,JUSTIÇA E HONESTIDADE QUE TODOS NÓS, VASCAÍNOS, MERECEMOS.

Hino Triunfal do Vasco da Gama

(primeiro hino do Vasco, composto em 1918)



Clangoroso apregoa, altaneiro
O clarim estridente da Fama
Que dos clubes do Rio de Janeiro
O invencível é o Vasco da Gama

Se vitórias já tem no passado
Glórias mil há de ter no porvir
O seu nome é por nós adorado
Como estrela no céu a fulgir!

Avante então
Que p'ra vencer
Sem discussão
Basta querer
Lutar, lutar
Os vascaínos
De terra e mar
Os paladinos

É mundial
A sua fama
Vasco da Gama
Não tem rival
Mais uma glória
Vai conquistar
Lutar, lutar
Para a vitória

Sobre os peitos leais, vascaínos,
Brilha a Cruz gloriosa de Malta
Corações varonis, leoninos,
Que o amor pelo Vasco inda exalta.

Quando o Vasco em qualquer desafio
Lança em campo o seu grito de guerra
Invencível, nervoso arrepio
Faz tremer o rival e a terra!

Avante, então, etc.

Vascaínos, avante é lutar
Sempre o Vasco venceu quando quis
Quer em terra, ou ainda no mar
Nunca o Vasco baixou a serviz

Viva, pois, nosso Vasco da Gama
Nosso clube leal, valoroso
Tudo o diz, assegura e proclama
Nosso Vasco é o mais glorioso

Avante, então, etc.


Letra e Música
Joaquim Barros Ferreira da Silva

ÓSCULOS E AMPLEXOS
GABY

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

INSTITUTO AKATU - PELO CONSUMO CONSCIENTE



Missão
Conscientizar e mobilizar o cidadão brasileiro para seu papel protagonista, enquanto consumidor, na construção da sustentabilidade da vida no planeta.

Visão de futuro
A razão de ser do Akatu é trabalhar para a mudança de comportamento dos consumidores de forma a contribuírem para a sustentabilidade por meio dos seus atos de consumo. Em parceria com um grande número de empresas, organizações não governamentais, escolas, meios de comunicação, o Akatu está trabalhando para se atingir a seguinte visão de futuro:

Yandê*! Uma comunidade mundial, sustentável pela participação de todos, que cuida do planeta e acolhe o "grande nós" que nele convive.

*Yandê é uma palavra tupi que significa um "grande nós feminino".
Acolher e cuidar são valores femininos. É preciso que sejam apropriados pela comunidade humana mundial, no sentido de acolher as pessoas e cuidar da natureza.
Alinhar ao centro

segunda-feira, 24 de novembro de 2008



Hemorio promove Semana do Doador Voluntário de Sangue

Qualquer pessoa, a qualquer momento, pode precisar de sangue. No entanto, menos de 2% da população do Estado do Rio doam sangue. Para prestar uma homenagem aos voluntários e despertar novos doadores, o Instituto Estadual de Hematologia Arthur Siqueira Cavalcanti (Hemorio) promoverá, no salão de doadores da unidade, uma festa durante a campanha Semana do Doador Voluntário de Sangue, entre amanhã e o próximo dia 28.

O tema da campanha deste ano é “Você pode levar alegria à vida de alguém”. A abertura da festa está prevista para amanhã, às 11h30m. Durante a semana, artistas que apóiam a causa visitarão os doadores. Diariamente, haverá brincadeiras educativas e espetáculos de música, teatro e dança, para explicar de maneira divertida a importância e o alcance da doação.

Cada bolsa de 450 mililitros pode salvar até quatro vidas, pois os componentes do sangue – hemácias, plaquetas e plasma – são separados e expedidos conforme a necessidade de cada paciente. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), para garantir o abastecimento seguro da rede hospitalar, seria necessário que entre 4% e 5% da população doassem sangue. O Hemorio, o hemocentro coordenador do Rio de Janeiro, tem capacidade para receber 600 doadores por dia, mas o número de voluntários não passa de 350.

Além do Hemorio, existem 26 postos de coleta no estado. Para doar, é preciso ter entre 18 e 65 anos, estar com boa saúde, pesar mais de 50 quilos, não estar grávida ou amamentando e portar um documento de identidade original com foto.

O Hemorio – Rua Frei Caneca 8, Centro - funciona todos os dias, inclusive domingos e feriados, das 7h às 18h.
Disque Sangue: 0800 282 0708.


Fonte:http://www.saude.rj.gov.br/Imprensa/notnov18.shtml

domingo, 23 de novembro de 2008

TABELA DO CASAMENTO

ANTES...
DEPOIS...

Duas por noite.

Duas por mês.

Você me deixa sem fôlego!!!

Você está me sufocando!!!

Não pára!!!

Nem vem!!!

Estar ao teu lado!!!

Vire para o seu lado!!!

Me pergunto que faria sem ela...

Me pergunto o que faço com ela...

Erótica!!!

Neurótica!!!

Ela adora como controlo a situação...

Ela diz que sou um manipulador egoísta...

Ontem transamos no sofá...

Ontem dormi no sofá...

Minha gatinha, meu ursinho, minha coelhinha... (bichinhos pequenos e fofinhos).

(Os bichos crescem): sua vaca, seu cachorro, sua galinha, seu veado...

Os embalos de Sábado a Noite...

O futebol de domingo a noite...

Você vai comer só isso?

Talvez fosse melhor comer só a salada...

É como se eu estivesse sonhando!!!

Estou tendo um pesadelo!!!

Concordamos em tudo!!!

Ela não pode tomar nenhuma decisão?

Cueca de seda...

Samba-canção (aquela do pacote com 3).

Adoro suas curvas...

Eu nunca disse que você está gorda?

Ele está completamente perdido por mim!!!

Porque ele não pede informações?

Croissant e capuccino...

Café com margarina...

Você fica tão sexy de preto!!!

Suas roupas são tão deprimentes!!!

Camarão...

Sardinha em lata...

Biquini asa delta...

Maiô tipo americano...

Garrafa de vinho...

TANG sabor uva...

Camisa dentro da calça...

Barriga fora da calça...

Não acredito que tenhamos nos encontrado!!!

Não acredito que acabei ficando com você!!!

Vem para cama que eu estou te esperando!!!

Levanta seu molenga, que tá na hora!!!

Vem cá benzinho que eu esquento seu pezinho!!!

Sai com esse pé frio pra lá!!!

Meu bem pra cá, meu bem pra lá...

Meus bens pra cá, seus bens pra lá...

Vou te COMER na cama!!!

Vou te FUDER na justiça!!!


quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Dúvida

"Nenhuma emoção,tal como uma onda,consegue manter sua própria individualidade."

Henry Ward Beercher

será?

Ósculos e Amplexos
Gaby

Violência contra a mulher é tema de debate no Albert Schweitzer



Um dia para lembrar de nunca se calar. Na terça-feira, dia 25 de novembro, é comemorado o Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher. Mais de 150 países, inclusive o Brasil, engrossam o coro dos que, nessa data, refletem sobre a luta pelo fim desse problema. Em homenagem ao dia, o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, vai promover um dia inteiro de palestras sobre violência doméstica. O evento acontece dia 26, a partir das 14h, no auditório da unidade.

Na ocasião, haverá um vídeo de abertura sobre o caso da empregada doméstica Sirley Dias, espancada em 2007, na Barra da Tijuca, Rio, por cinco jovens de classe alta que voltavam embriagados de uma casa noturna. Sirley vai estar presente, para dar seu depoimento. Depois, haverá apresentação de balé e canto. Para finalizar, o evento tem no programa uma mesa redonda com autoridades e especialistas no assunto.

Entre os convidados, estão o comandante do 14º Batalhão, Cel. Paulo da Silva; os diretores gerais dos hospitais Carlos Chagas, Rocha Faria e Pedro II; e o delegado local da 33ª DP, Átila Lafere.

A coordenadora do projeto SOS Mulher do Hospital Estadual Pedro II, Angélica Assumpção, também será palestrante do evento. O SOS existe desde 1999 e foi totalmente reestruturado e ampliado em 2007. Por isso, foi reinaugurado em 2008, conforme as novas diretrizes do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres, e pela Lei Maria da Penha.

O serviço, que funciona 24 horas por dia, atende em média 170 mulheres por mês, que procuram ajuda voluntariamente. Segundo Angélica, o objetivo do projeto é orientar as vítimas de violência a buscar relacionamentos mais harmoniosos e igualitários.

- Mulheres e homens precisam ter participação igual na construção de uma sociedade melhor para todos. Já estamos constatando a melhora, o resultado positivo no combate aos principais agravos à saúde, bem como o apoio psicológico e social a quem merece e precisa desse atendimento respeitoso, humanizado e digno.

Fonte:Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Há palavras que nos beijam


Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor,
de esperança,
De imenso amor,
de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

Alexandre O'Neill

Uma História Severina

A agricultora pernambucana Severina Ferreira teve seu destino alterado por uma decisão do Supremo Tribunal Federal. Era 20 de outubro de 2004. Grávida de quatro meses de um anencéfalo, Severina estava internada no hospital na mesma tarde em que o tribunal cassou a liminar que permitia interromper a gestação. Desamparada pela Justiça, Severina teve de deixar o hospital. O documentário Uma História Severina conta o longo dia seguinte a que os ministros não assistiram.O documentário Uma História Severina ganhou mais de 20 prêmios nacionais e internacionais. Dirigido por Eliane Brum e Débora Diniz,tem 23 minutos e foi realizado pela Imagens Livres.



trailler

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Cientistas criam 'celulas assassinas' para combater HIV

HIV (arquivo)
O vírus HIV consegue 'despistar' o sistema imunológico
Cientistas da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos afirmam ter conseguido criar células em laboratório capazes de neutralizar um dos mais bem sucedidos mecanismos de defesa do vírus HIV - sua capacidade de mutação rápida.

De acordo com estudo divulgado na revista Nature Medicine, as células do sistema imunológico podem se prender ao HIV, causador da Aids, mesmo depois de ele sofrer uma mutação para tentar "despistá-las".

Espera-se que o estudo possa levar a uma forma mais eficaz de combater a infecção do vírus HIV.

A maioria dos tipos de vírus pode ser combatida pelas próprias defesas do organismo, em parte graças às "células-T assassinas", que aprendem a reconhecer o intruso e a eliminá-lo.

Mas o poder do HIV se deve à sua habilidade de sofrer mutações rapidamente para fugir da detecção e da destruição.

Versões extras

O projeto em andamento nas Universidades de Cardiff, no País de Gales, e da Pensilvânia, nos Estados Unidos, em parceria com uma companhia de biotecnologia sediada em Oxford, na Inglaterra, envolve a criação de um aglomerado de células com a habilidade de reconhecer e atacar mais destas formas que sofreram mutação.

Para isso, os cientistas "implantaram" versões extras do "receptor de células T" (parte da célula responsável por identificar e remover células infectadas) que foram programadas para identificar várias mutações do HIV.

"Quando o organismo fica infectado com HIV, o sistema imunológico não sabe o que o vírus vai fazer - mas nós sabemos", disse Andrew Sewell, imunologista da Universidade de Cardiff, que liderou o estudo.

"Diante das células assassinas que criamos, o vírus vai morrer ou ser forçado a mudar seu disfarce de novo, enfraquecendo-se no caminho."

"Nós preferimos a primeira opção, mas eu suponho que veremos a segunda", acrescentou Sewell. "Mesmo que apenas tornemos o vírus mais fraco, isso ainda será um bom resultado, porque ele provavelmente vai se tornar um alvo mais lento e fácil de ser alcançado."

"Forçar o vírus a um estado mais debilitado provavelmente diminuiria sua capacidade de se propagar entre a população e pode ajudar a tornar mais lento ou até impedir o desenvolvimento da Aids em indivíduos."

Ade Fakoyak, da organização International HIV/AIDS Alliance, diz que a pesquisa representa um "sistema de detecção aprimorado", mas alertou que pode não ser uma estratégia adequada para todos os portadores do HIV.

"Uma limitação do estudo é que as células assassinas são criadas usando uma parte específica do receptor de células ativas, mas o desenho genético desses receptores varia de acordo com diferentes populações raciais", afirma Fakoyak.


Fonte:BBC Brasil.com
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/11/081110_celulasassassinas.shtml

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Ósculos e Amplexos
Gaby

Cidadania e Justiça também se aprendem na escola


Como seria se todos os cidadãos, crianças, jovens e adultos se conscientizassem sobre seus direitos e deveres? Talvez o exercício da cidadania fosse mais amplo em nosso país e a Justiça seria mais alcançada por todos.

Com o objetivo de proporcionar aos cidadãos brasileiros uma melhor compreensão desses temas, em 1992, na gestão do desembargador Francisco de Paula Xavier Neto, a AMB teve uma brilhante idéia: levar a crianças e jovens em idade escolar conhecimentos básicos sobre seus direitos e deveres, a estrutura, as atribuições e o acesso ao Poder Judiciário de forma clara, fácil e muito divertida, com a participação de magistrados, pais e professores.

A iniciativa foi concretizada com a publicação da Cartilha da Justiça em Quadrinhos e com o lançamento, em 1993, do projeto Justiça se Aprende na Escola, que foi desenvolvido durante alguns anos no Estado do Paraná.

Elaborar a Cartilha surgiu da constatação, pelos dirigentes da AMB, durante o acompanhamento dos trabalhos da Assembléia Nacional Constituinte, do desconhecimento da maior parte da população das atribuições e do funcionamento do Poder Judiciário brasileiro. Ou seja, a sociedade sentia-se distante da Justiça por não conhecê-la.

A iniciativa desenvolvida no Paraná foi referência para o projeto Cidadania e Justiça Também se Aprendem na Escola, lançado oficialmente na gestão do desembargador Luis Fernando Ribeiro de Carvalho, em 1997.

A partir de então, o projeto começou a ser difundido para outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Alagoas, Rondônia, Pernambuco, Piauí, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Rio Grande do Sul. Em 2005, o projeto da AMB chegou a São Paulo e ao Espírito Santo.

Coordenado atualmente pelo juiz estadual Roberto Portugal Bacellar, vice-presidente de Direitos Humanos e Cidadania da AMB, o projeto será relançado em 2006, com a publicação de uma nova versão da Cartilha da Justiça.

Objetivos

O projeto tem o fim de conscientizar professores e alunos – alcançando também seus pais e responsáveis – sobre seus direitos e deveres, mostrando como exercê-los, informando a estrutura e o funcionamento do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública e dos demais serviços jurisdicionais.

Objetiva também propiciar leitura, análise e pesquisa que levem à reflexão ética sobre os conceitos de cidadania e justiça, além de servir como subsídio ao conteúdo curricular das escolas, inserindo os estudantes no contexto do regime democrático brasileiro.

Desenvolvimento

A iniciativa é desenvolvida, normalmente, com crianças e jovens do ensino fundamental, mas também pode atingir jovens do ensino médio e adultos que se interessem pelos temas, por meio de parcerias, firmadas pela AMB com órgãos da União, estados e municípios.

O projeto é dividido em quatro etapas básicas. A primeira consiste em organizar o cronograma e o desenvolvimento do projeto, motivar os diretores e supervisores de ensino nas escolas e difundir a iniciativa aos alunos, por meio da distribuição da Cartilha da Justiça.

A segunda etapa consiste em visitas dos alunos e professores a órgãos do Poder Judiciário.

Em seguida, os estudantes dão início à produção cultural com base nos ensinamentos da Cartilha e nas visitas para posterior participação em concursos promovidos pelas escolas. Também são realizados júris simulados, peças de teatro, redações, coreografias e músicas, com a participação de juízes, promotores, advogados, alunos e professores. Essa é a terceira fase do projeto.

Por último, os estudantes apresentam a produção cultural e recebem prêmios.

Equipe projeto

O projeto Cidadania e Justiça Também se Aprendem na Escola é coordenado pelos juízes estaduais Roberto Portugal Bacellar, Paulo Feijó e Antônio Silveira Neto; pelo juiz federal Roberto Lemos; pelo juiz do trabalho Gustavo Vieira; e pelo juiz militar Getúlio Corrêa.

Também compõem a equipe do projeto a gerente executiva da AMB, Maria Cristina Costa, a assessora de Comunicação Letícia Capobianco e a analista de projetos Milena Falcão.

Fonte: AMB - Associação dos Magistrados Brasileiros

Petrópolis é Referência em Saúde Mental de Acordo com OMS


Um relatório recém divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) destaca Petrópolis como um dos três municípios do país que oferecem a melhor política de tratamento de doenças mentais. Os números revelam que houve uma redução, entre 2001 e 2007, de 81,7% nos casos de pacientes internados. O resultado deste trabalho é uma decorrência das ações implementadas que criou unidades de Centro de Atenção Psicossocial (Caps) e levou para o Programa Saúde da Família o atendimento psiquiátrico.

O trabalho da OMS valoriza as ações integradas de saúde básica no tratamento de doenças mentais.Hoje no Brasil, o município com a melhor ação é Sobral, no Ceará. Logo depois vem Petrópolis e Macaé, no Rio de Janeiro.

“ O grande desafio dentro da área de saúde mental não é excluir o paciente do convívio social. O que temos que vislumbrar dentro desta questão, é o tratamento voltado para a recuperação integral do individuo. A solução é trabalhar todas as referências diárias da vida cotidiana do paciente", avalia Rui Carlos, coordenador do Programa de Saúde Mental de Petrópolis.

A partir de 2001, ano em que o atual governo definiu as diretrizes de ações a serem implementadas, houve uma redução continuada no número de internações. Em 2001 foram registradas 1.520 internações. Já em 2007, o número de internados caiu para 336. De 2006 para 2007, houve uma queda significativa de 50,9% nos registros de internações realizadas.

Os índices de atendimentos de urgência mental no Hospital Municipal Nelson Sá Earp (HMNSE) também tiveram queda de 33%, reduzindo de 4.067 atendimentos em 2001 para 1.998 até o início deste ano. O Centro de Atenção PsicoSocial da Prefeitura (Caps), criado em 2004 pelo prefeito Rubens Bomtempo, atende uma demanda significativa dos casos em Petrópolis. O Caps Nise da Silveira atende cerca 400 pessoas por mês e o Capsi Sylvia Orthof, voltado para clínica infantil, realiza uma média de 312 consultas. Os Postos de Saúde da Família (PSFs) da Posse, de Araras, Pedro do Rio e Itamarati, somados, atendem cerca de 574 pessoas mensalmente.

As ações diferenciadas e o enfoque em um tratamento mais humanitário, aplicando os conceitos da psiquiatria e psicologia humanista e existencial, servem como alicerce para o trabalho realizado. O objetivo do Programa de Saúde Mental municipal é oferecer aos pacientes uma diversidade de serviços ancorados nos métodos e técnicas terapêuticas referentes a vários níveis de complexidade. Por meio de ações previstas, numa ótica diferenciada de cuidados psicossociais, os pacientes são beneficiados com a reinserção responsável dentro da comunidade e com o acompanhamento permanente durante um período estipulado pelo médico que acompanha o caso.

Várias outras atividades foram realizadas para otimizar o setor. São exemplos da reestruturação da Saúde Mental no município a criação do Conselho Interno Gestor de Saúde Mental; o Projeto de Inclusão Social; implementação dos Caps; reorganização da Coordenadoria Anti-Drogas e do serviço de atendimento aos usuários; desenvolvimento e criação do Programa Municipal Anti-Drogas; desenvolvimento regular de ações em Saúde Mental junto à maternidade e clínicas do Hospital Alcides Carneiro; reforma no Ambulatório Central de Saúde Mental; serviço de eletroencefalografia digital e a criação do Fórum Permanente Intersetorial para acompanhamento e ordenamento das Políticas Públicas e da organização Civil quanto a Assistência Social e Saúde Mental para infância e juventude no município.

O CAPS É O PONTO DE REFERÊNCIA - O Caps é um serviço de saúde comunitário para o cuidado de pessoas que vivem ou estejam vivendo transtornos mentais causadores de sofrimento ou dificuldades psicológicas, ambos geradores de limitações frente à administração momentânea ou futura da vida cotidiana.

A principal meta do órgão é a reinserção sócio-produtiva-familiar, visando acolher os seus usuários em um ambiente terapêutico multiprofissional, composto por médicos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, músico terapeutas, professores de educação física, fisioterapeutas, enfermeiros, artesãos, entre outros.

A idéia é que, através das relações de convivência diária, esses profissionais possam contemplar as diversidades pessoais de cada usuário e produzir, em co-responsabilidade com este e seus responsáveis, projetos terapêuticos personalizados. Desta maneira, o centro promove uma série de serviços como atendimento médico psicoterápico, oficinas expressivas; socializantes e ocupacionais; entre outras. Também é oferecido suporte de medicamentos necessário a cada caso e alimentação diária.

O Caps é referência contínua para seus usuários, mesmo aqueles que já não se encontram no serviço. Desta forma, antes que alguma situação que envolva o paciente se agrave, gerando a necessidade de ações intensificadas, os familiares poderão buscar o auxílio de toda a equipe por meio de técnico de referência. Juntos, definirão as estratégias adequadas de cuidados para momentos de crise

Fonte:Opinião e Notícia


CONTROLE DO CÂNCER DE MAMA - DOCUMENTO CONSENSO - MINISTÉRIO DA SAÚDE

http://www.inca.gov.br/publicacoes/Consensointegra.pdf

O Impacto Perverso da Criminalização do Aborto no Brasil

O Impacto Perverso da Criminalização do Aborto no Brasil: a morte da jovem de Caruaru
Por Beatriz Galli e Maria Elvira Vieira de Mello
Fev. 2008 – Ipas Brasil

Uma adolescente de 13 anos morreu em Caruaru, no agreste do estado de Pernambuco, depois de realizar um aborto inseguro devido a uma gravidez decorrente de estupro por seu padrasto, segundo notícia datada de 15 de fevereiro de 2008 (www.pernambuco.com). O caso da menina pernambucana de 13 anos, remete, ainda, a várias violações de direitos humanos: o direito à vida, o direito à saúde, o direito à segurança e à integridade física, o direito a viver livre de violência e livre de discriminação, o direito à informação. A morte da menina poderia ter sido evitada se ela soubesse que tinha direito a um aborto legal e seguro, conforme dispõe o Código Penal brasileiro, que prevê, em seu artigo 128, duas circunstâncias para a realização de aborto legal e seguro: em caso de risco de vida para a gestante e em caso de estupro.

A Norma Técnica de Prevenção e Tratamento dos Agravos resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes e Norma Técnica de atenção Humanizada ao Abortamento, ambas do Ministério da Saúde, dispõe que os serviços de saúde pública brasileiros têm o dever de oferecer o abortamento legal e seguro para as mulheres vítimas de violência sexual, inclusive sem a necessidade de apresentação de boletim de ocorrência, ou autorização judicial para sua realização.

Este caso ilustra uma realidade que afeta muitas mulheres e meninas brasileiras, principalmente as mais pobres, que arriscam suas vidas ao recorrerem a abortos clandestinos e inseguros, realizados em condições absolutamente precárias, sendo muitas vezes fatais. Sabe-se que “o abortamento inseguro é uma das maiores causas de mortalidade materna em todo o mundo: uma tragédia humana que poderia ser evitada e que revela o fracasso dos governos nacionais e da comunidade internacional em solucionar um tema de saúde pública e que perpetua uma das maiores injustiças sociais, separando as nações ricas das pobres”. (Relatório Morte e Negação: Abortamento Inseguro e Pobreza da Federação Internacional de Planejamento Familiar – IPPF).

O Plano de Ação da Conferência Mundial de População e Desenvolvimento, realizada no Cairo, em 1994, adotado por 179 países, dentre os quais o Brasil, dispõe que “todos os governos e organizações inter-governamentais e não governamentais são instados a fortalecer seu compromisso com a saúde das mulheres, a considerar o impacto na saúde do aborto inseguro como um grave problema de saúde pública, a reduzir o recurso ao aborto através da expansão e da melhoria do planejamento familiar” ... “ nas circunstâncias em que o aborto não seja contrário à lei, ele deve ser seguro. Em todos os casos, as mulheres devem ter acesso a serviços de qualidade para o atendimento de complicações decorrentes do aborto. O aconselhamento, a educação e os serviços de planejamento familiar pós aborto devem ser prontamente oferecidos, no sentido de ajudar a mulher a evitar sua repetição” (Conferência do Cairo, Plano de Ação, Parágrafo 8.25, setembro de 1994).

Apesar de ainda ser desconhecida a magnitude da mortalidade materna por aborto inseguro no Brasil, a pesquisa A Magnitude do Aborto no Brasil, conduzida em 2007, por Ipas Brasil em parceria com IMS – UERJ estima que são realizados, no país, cerca de 1.054.243 de abortos inseguros por ano. Em decorrência deste alto número de abortos inseguros, são registradas 230 mil internações no SUS por ano, para o tratamento de complicações decorrentes desta prática, sendo a curetagem pós-abortamento o segundo procedimento obstétrico mais realizado no serviço de saúde pública.

A existência da lei que criminaliza o aborto contribui em boa medida para o aumento das mortes maternas por aborto inseguro. Um bom exemplo disso é o caso da Romênia, país onde o taxa de mortalidade materna caiu consideravelmente, depois que uma lei proibitiva do aborto foi revogada.
O governo brasileiro tem a obrigação de tomar todas as medidas necessárias para que casos como o de Caruaru não ocorram, segundo os compromissos internacionais que assumiu em matéria de direitos humanos.No caso de Caruaru, o estado deveria ter garantido o direito ao aborto legal e seguro; |Entretanto isso não aconteceu e ela não teve acesso ao procedimento previsto em lei, provavelmente por falta de informação sobre os seus direitos previstos em lei.

Um bom exemplo de cumprimento pelo estado de seu dever de informar às mulheres sobre seus direitos sexuais e reprodutivos visando à redução da mortalidade materna por aborto inseguro, está no Uruguai. Lá, a experiência de um grande hospital no Uruguai, país que como o Brasil, tem leis relativas ao aborto muito restritivas. No caso do hospital uruguaio, entre os anos de 2000 e 2002, 48% das mortes maternas registradas se deram por causa de abortos inseguros. Este índice alarmante fez com que os médicos criassem o projeto Iniciativas Sanitárias para Redução do Aborto Inseguro, em que as mulheres que pretendiam fazer um aborto passavam por consultas pré-aborto, onde recebiam dos médicos informações sobre alternativas ao aborto e os riscos de aborto clandestino.

Se criminalizar o aborto produz injustiça social e violações de direitos humanos, além de contribui para aumentar as taxas de mortalidade materna por aborto inseguro, porque seguir criminalizando as mulheres?

Reconhecimento dos Direitos das Mulheres como Direitos Humanos



A Constituição Federal de 1988 significou um marco em relação aos direitos humanos das mulheres e ao reconhecimento de sua cidadania plena. Isso foi conseqüência, principalmente, da articulação das próprias mulheres com ações direcionadas para o Congresso Nacional, apresentando emendas populares e organizando mobilizações que tiveram como resultado a inclusão da igualdade de direitos sob uma perspectiva étnico-racial e de gênero.

A Constituição, como documento jurídico e político das cidadãs e dos cidadãos, buscou romper com um sistema legal fortemente discriminatório contra as mulheres. Contribuiu para que o Brasil se integrasse ao sistema de proteção internacional dos direitos humanos, reivindicação histórica da sociedade.

Dois tratados internacionais assinados e ratificados pelo estado brasileiro referem-se especificamente à promoção e defesa dos direitos das mulheres:

- Convenção da Organização das Nações Unidas sobre Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra a Mulher, e
- Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher.

Tais tratados, além de criarem obrigações para o Brasil perante a comunidade internacional, também originam obrigações no âmbito nacional e geram novos di-reitos para as mulheres que passam a contar com a instância internacional de decisão, quando todos os recursos disponíveis no nosso país falharem na realização da justiça. Isto significa que é possível, portanto, pedir auxílio e denunciar práticas de violência contra a mulher à Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

Viena abre alas...

Em Viena (Áustria), no ano de 1993, durante a Conferência Mundial sobre Direitos Humanos, o movimento de mulheres levantou a bandeira de luta "Os Di-reitos das Mulheres também são Direitos Humanos". Conquistou assim avanços significativos com a inclusão na Declaração e Programa de Ação de Viena de que "os direitos humanos das mulheres e das meninas são inalienáveis e constituem parte integral dos direitos humanos universais".

Foi a primeira vez que se reconheceu em um foro internacional os direitos das mulheres como direitos humanos. Em decorrência do Programa de Ação adotado em Viena, a Assembléia Geral das Nações Unidas aprovou a Resolução 48/104, de 20 de dezembro de 1993, que contém a Declaração sobre a Violência contra a Mulher, tema que, até então, não contava com nenhum documento específico no mundo. Esse documento serviu de base para a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher, e foi precursor ao definir a violência de gênero, englobando a violência física, sexual e psicológica ocorrida no âmbito público ou privado. No ano seguinte, em 1994, a Comissão de Direitos Humanos da ONU designou uma relatora especial para monitorar a violência contra a mulher em todo o mundo.

A IV Conferência Mundial sobre a Mulher, realizada em Beijing (Pequim) na China, de 4 a 15 de setembro de 1995 reconheceu definitivamente os direitos da mulher como direitos humanos em sua Declaração e Plataforma de Ação.

Tais conquistas foram renovadas por ocasião do aniversário de cinqüenta anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1998.

Uma legislação nacional é preciso

A violência praticada contra a mulher é um dado inquestionável da realidade mundial e a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher reconhece expressamente em sua parte inicial que as mulheres estão sujeitas a ela sem distinção de raça, religião, idade ou qualquer outra condição.

O sistema de proteção dos direitos humanos, as abordagens inovadoras apresentadas pela Constituição Federal de 1988 e os avanços dados por uma interpretação legal e política que busque considerar a eqüidade de gênero, étnico-racial e social propiciam a efetividade dos direitos humanos e da cidadania das mulheres.

A violência contra a mulher abrange a violência física, sexual e psicológica e pode ocorrer no espaço público ou privado. No Brasil não existe legislação es-pecífica que ampare de maneira abrangente o combate à violência praticada contra a mulher inclusive a violência doméstica. Dessa forma, utiliza-se o Código Penal, que é um conjunto de leis que não levou em conta a situação específica da violência contra a mulher. Atualmente há projetos de lei que trazem algumas alterações progressistas na legislação criminal. Vale a pena citar o Projeto de Lei n.º 117/03, da deputada Iara Bernardi, que suprime a expressão "mulher honesta" dos artigos 216 e 231 do Código Penal. No mesmo projeto a deputada propõe a alteração do artigo 129 do mesmo Código, introduzindo o crime de violência doméstica.

A violência contra a mulher é qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública como na esfera privada (art. 1º da Convenção de Belém do Pará). A Convenção reconhece expressamente que a violência é um fenômeno que afeta todas as esferas da vida da mulher: família, escola, trabalho, saúde e comunidade.

Esta definição aumenta ainda mais sua importância ao preocupar-se com a violência na esfera privada, isto é, a violência doméstica, pois os agressores das mulheres geralmente são parentes ou pessoas próximas. A violação dos direitos humanos das mulheres, ainda que ocorra no âmbito da família ou da unidade doméstica, diz respeito à toda sociedade, inclusive ao poder público.

A violência doméstica não é uma "questão menor" ou apenas de ordem privada. Segundo Leila Linhares, o indivíduo, ao agredir ou matar sua mulher, "porque ela deixou de fazer a comida, não chegou cedo em casa, enfim, resolveu desobedecê-lo, está difundindo um modelo perigoso à ordem pública. A pouca importância dada aos crimes cometidos no espaço doméstico pode levar ao entendimento de que existe uma lei privada, uma lei interna às famílias que permite que pais castiguem filhos até à brutalidade e que maridos e companheiros castiguem suas mulheres porque elas não corresponderam ao papel de esposas ou de mães tradicionais".

A mulher é costumeiramente penalizada em dobro no âmbito das relações domésticas: quando se trata do reconhecimento e da valorização do trabalho doméstico, este se torna invisível e desprestigiado, porém, quando se trata da violência ocorrida dentro desse mesmo espaço, imediatamente surgem as vozes em defesa desse espaço "sagrado", "indevassável" por quem quer que seja.

Convenção de Belém do Pará

A Convenção de Belém do Pará estatui que a mulher está protegida pelos demais direitos previstos em todos os instrumentos regionais e internacionais re-lativos aos direitos humanos, mencionando expressamente o direito a que se res-peite sua vida, integridade física, mental e moral; direito à liberdade e à segurança pessoais; o direito a não ser submetida à tortura; o direito a que se respeite a dignidade inerente a sua pessoa e a que se proteja sua família; o direito a igual proteção perante a lei e da lei; o direito a recurso simples e rápido perante tribunal competente que a proteja contra atos que violem os seus direitos; o direito de livre associação; o direito de professar a própria religião e as próprias crenças, de acordo com a lei; e o direito a ter igualdade de acesso às funções públicas de seu país e a participar nos assuntos públicos, inclusive na tomada de decisões.

Essa Convenção entende que a violência contra a mulher impede e anula o exercício dos direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais, de forma que, paralelamente à violência física, sexual e psicológica, ocorreria uma violação daqueles direitos. Daí a gravidade da violência contra a mulher, que é capaz de lesar, simultaneamente, vários bens jurídicos protegidos.

A Convenção confere ao Estado responsabilidades na missão de proteger a mulher da violência no âmbito privado e público. Os Estados têm de tomar medidas para prevenir a violência, investigar diligentemente qualquer violação, perseguindo a responsabilização dos violadores, e assegurar a existência de recursos adequados e efetivos para a devida compensação às violações.

A Convenção adotou a sistemática de deveres exigíveis de imediato e de deveres exigíveis progressivamente. Os últimos assumem a feição de medidas programáticas a serem adotadas paulatinamente e referem-se em sua maior parte a medidas educativas, principalmente preventivas, destinadas a evitar a violência contra a mulher. É importante ressaltar que tais direitos, sejam de natureza imediata ou progressiva, devem ser concomitantemente aplicados.

Para a avaliação da sua implementação nos Estados, estes devem enviar relatórios para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, com informações sobre as medidas adotadas, bem como sobre as dificuldades que observaram na sua aplicação e os fatores que contribuem para a violência contra a mulher. Qualquer pessoa ou grupo, ou qualquer entidade não-governamental juridicamente reconhecida em um ou mais dos Estados-membros da OEA também pode apresentar à Comissão queixas e denúncias sobre a sua não aplicação ou violação.

No entanto, é recomendável que tenham sido esgotados os recursos internos do país antes que seja enviado o caso para aquela Comissão. É necessário mostrar que o Estado aqui de maneira negligente ou incompetente.

sábado, 8 de novembro de 2008

A mais nova cidadã carioca é:



Eu estava andando hoje pelo maravilhoso centro do Rio de Janeiro. Igrejas fantásticas,casarões - que apesar de muito mal conservados - ainda fascinam pelo seu ar histórico.
Infelizmente enquanto andava e contemplava a arquitetura da biblioteca Real Portuguesa,senti algo andando nas minhas pernas,era uma barata voadora ENORME.Dei aquele grito ridículo que toda mulher sempre dá e comecei a olhar para o chão.Foi interessante saber que ela não está só.Várias baratas moram nas ruas do centro histórico do Rio.

RIO, TEU SOBRENOME É DESCASO

ósculos e amplexos
gaby

Eu sou Vascaína...

E lá vamos nós..EU ACREDITO!
VASCO 1 X SANTOS 0

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

A BOLA DA VEZ,,,,,SALVE,SALVE OBAMA!

ESTES CABELOS PRETOS EM POUCO TEMPO SERÃO SUBSTITUÍDOS PELOS BRANCOS.É IRMÃO,ONDE VOCÊ FOI AMARRAR SEU BODE!BOA SORTE A TODOS NÓS!!!
ÓSCULOS E AMPLEXOS
GABY

Cecília Meireles disse:


"Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta,
não há ninguém que explique e ninguém que não entenda."

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

UNIDOS CONTRA A DENGUE















Os esforços para combater a dengue já começaram.O Ministério da Saúde tem um link muito bacana para esclarecimentos e notícias fresquinhas sobre toda a mobilização que devemos ter em nossas mentes.DENGUE É PARA SER COMBATIDA TODOS OS DIAS.VAMOS NOS AJUDAR!!!!!!

LINK CONTRA A DENGUE

http://www.combatadengue.com.br/index.php

Ósculos e Amplexos
Gaby

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Câncer de mama

O número de casos novos de câncer de mama esperados para o Brasil em 2008 é de 49.400, com um risco estimado de 51 casos a cada 100 mil mulheres.

Na região Sudeste, o câncer de mama é o mais incidente entre as mulheres com um risco estimado de 68 casos novos por 100 mil. Sem considerar os tumores de pele não melanoma, este tipo de câncer também é o mais freqüente nas mulheres das regiões:

Sul (67/ 100.000),

Centro-Oeste (38/ 100.000).

Nordeste (28/ 100.000).

Na região Norte é o segundo tumor mais incidente (16/ 100.000).

O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais freqüente no mundo e o mais comum entre as mulheres. A cada ano, cerca de 22% dos casos novos de câncer em mulheres são de mama.

Fonte: Inca

sábado, 11 de outubro de 2008

Humor mineiro


Um mineirinho bom de cama, passando por New York, pega uma americana e parte para os finalmentes.
Durante a relação, a americana fica louca e começa a gritar:
- Once more, once more, once more.....(tradução de once more: 'mais uma vez')
E o mineirinho responde desesperado:
- Beozonte, Beozonte, Beozonte.....

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

E-mail recebido...

A revista VEJA RIO circula esta semana, com uma reportagem sobre os cabeleireiros que "fazem a cabeça" das mulheres famosas. No meio da matéria uma revelação.O cabeleireiro Rudi Werner contou que a Primeira-Dama, Adriana Ancelmo é uma de suas clientes mais exigentes. Rudi, que também corta o cabelo do governador, contou que eles chegam a providenciar helicóptero, para levá-lo até à residência de praia, em Mangaratiba, no fim-de-semana, só para cortar cabelo.Em tempo: um corte simples de cabelo com Rudi Werner custa R$ 300 no salão. A domicílio, só a combinar.Só não sei responder, uma pergunta que algumas pessoas já me fizeram: se o helicóptero que leva o cabeleireiro é do governo do estado ?
http://www.blogdogarotinho.com.br/

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PS:Garotinho e Sergio Cabral deveriam ser amigos,duas merdas juntas devem se dar bem!
Ósculos e Amplexos
Gaby

terça-feira, 23 de setembro de 2008

E-mail recebido

"Por favor, uma correção: o texto revolução da Alma não é de Aristóteles como divulgam em alguns sites..é sim de minha autoria, escrito para o grupo meu anjo e está no meu segundo livro Decidi Ser Feliz de 2002.
Muito obrigado pela sua atenção e gentileza e parabéns pelo seu espaço.
PauloRobertoGaefk
www.meuanjo.com.br/revolucaodaalma.phphttp://bloggdaro.blogspot.com/2008/08/revoluo-da-alma.html
Paulo Roberto Gaefke
www.meuanjo.com.br "


PS:Obrigada pelo esclarecimento Paulo.Parabéns pelo texto!
Ósculos e Amplexos
Gaby
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Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz, sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém.
Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.
Se você anda repetindo muito "eu preciso tanto de você" ou, "você é a razão da minha vida", cuide-se. Remova essas palavras e principalmente a ação dessas palavras da sua vida, pois fazem muito mal ao seu "eu" interior. A razão da sua vida é você mesmo.
A tua paz interior é a tua meta de vida, quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda esta faltando algo, mesmo tendo tudo, remete teu pensamento para os teus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você. Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você. Não coloque objetivos longe demais de suas mãos,abrace os que estão ao seu alcance hoje.
Se andas desesperado por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busca em teu interior a resposta para acalmar-te, você é reflexo do que pensas diariamente. Pare de pensar mal de você mesmo, e seja seu melhor amigo sempre.
Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor. Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesmo, que está "pronto"para ser feliz.
Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda. Critique menos, trabalhe mais.
E, não se esqueça nunca de agradecer. Quando você agradece,Deus recebe seu coração. Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento, inclusive a dor . Nossa compreensão do universo, ainda é muita pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.
Por fim, acredite que não estamos sozinhos um instante sequer.
Você pode, através de uma oração simples e de coração buscar Aquele que é maior que quaisquer problemas. Unir-se a DEUS nos momentos de alegria, garante uma facilidade maior de contato nos momentos menos alegres.

Por:Paulo Roberto Gaefke
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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Aprenda a chamar a polícia...


Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa.Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos quevinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro.Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranqüilamente.Liguei baixinho para a polícia informei a situação e o meu endereço.Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.Um minuto depois liguei de novo e disse com a voz calma:- Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal.Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12,que tenho guardada em casa para estas situações.O tiro fez um estrago danado no cara!Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.
No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:- Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.Eu respondi:- Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível.
(Atribuida a Luís Fernando Veríssimo)