sábado, 11 de abril de 2009

Brasil,mostra tua cara.....


Deu no Estadão:
“A conta do telefone celular do Senado que o senador Tião Viana (PT-AC) emprestou à filha em viagem de férias ao México foi de R$ 14.758,07. O valor, ocultado por Viana, corresponde a 20 dias de uso - de 2 a 22 de janeiro - e foi pago por ele após denúncia”.
Cuma?
R$ 14.758,07 em 20 dias de uso?
Com a palavra, o senador Viana:
“Eu cometi um erro, paguei caro por esse erro e juro que foi a única vez em que emprestei o celular”.
Alô, senador!
O escracho é tão fenomenal que eu me reservo o direito de duvidar da sua palavra.
Alguém que se sente confortável em torrar mais de R$ 14 mil do nosso suado tutu em telefonemas em curto período de tempo é macaco velho em matéria de desrespeito.
É PhD em malandragem e fraude.
Se sua filha gastou isso em telefonemas, fico imaginando quanto não deva ter custado a viagem toda…
*
Por Barbara Gancia
Imagem: Guto Cassiano

Ministro da Saúde José Gomes Temporão responde a perguntas de internautas do UOL; assista


A atual epidemia de dengue no país, a legalização do aborto e a propaganda de bebida e medicamentos foram alguns dos assuntos tratados pelo ministro José Gomes Temporão em entrevista ao UOL. A conversa ocorreu no escritório do Ministério da Saúde no centro do Rio de Janeiro.


Temporão faz balanço das ações no Ministério da Saúde


sexta-feira, 10 de abril de 2009

Direitos dos pacientes com câncer




• Amparo Assistencial ao Idoso e ao Deficiente (LOAS - Lei Orgânica de Assistência Social)

• Aposentadoria por invalidez

• Auxílio-doença

• Isenção de imposto de renda na aposentadoria

• Isenção de ICMS na compra de veículos adaptados

• Isenção de IPI na compra de veículos adaptados

• Isenção de IPVA para veículos adaptados

• Quitação do financiamento da casa própria

• Saque do FGTS

• Saque do PIS

• Passe Livre


Link para leitura:Direitos dos pacientes com câncer:

INCA

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Pablo Neruda


Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.
Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.


A frase do dia:

Os homens são como os vinhos: a idade azeda os maus e apura os bons.
Marcus Cícero.
*
ps:adorei!!!

Nelson Rodrigues - O romântico maldito


"...Ela também tomou um banho, assim como para purificar a alma, limpando os pecados que iria cometer.O Sabonete, cúmplice, lhe provocava uma volúpia imoral..."

Em:A Vida Como Ela É

quarta-feira, 8 de abril de 2009

A História do Brasil, nas rodas de samba carioca.

"Somos um país meio estranho em alguns aspectos. Um português proclamou a independência; um monarquista proclamou a República; a revolução contra as oligarquias em 1930 foi feita pelas próprias oligarquias; o presidente da redemocratização em 1985, Zé Sarney, foi homem dos milicos; o Oeste Novo Paulista não fica no Oeste de São Paulo; a terra roxa nunca foi roxa; e na Praça Tiradentes - aqui no Rio - a estátua é a de D. Pedro I [ fato mais inusitado ainda se lembrarmos que foi a avó do primeiro Pedro, Dona Maria, a Louca, que mandou matar o alferes Joaquim José da Silva Xavier]. É mole?
Para esse último fato, ao menos, cabe explicação. Acontece que a figura do alferes praticamente desaparece da memória histórica brasileira após sua execução, pertinho da atual praça Tiradentes. É natural. Explico no próximo parágrafo.
Tiradentes era republicano e conspirou contra os Bragança - família de Dona Maria, Dom João VI e dos dois Pedros que governaram o Brasil. Enquanto fomos monarquia e tivemos Bragança no poder, necas de pitibiribas de homenagear o enforcado. Quando muito, era mencionado como vil traidor ou como homem de caráter fraco, incapaz de liderar qualquer movimento mais articulado contra a ordem estabelecida.
Quando a República foi proclamada, cem anos depois da Inconfidência Mineira, os novos donos da cocada preta resolveram escolher um herói nacional representativo do novo regime. Houve polêmica entre dois candidatos - Tiradentes e Frei Caneca, o líder da Confederação do Equador de 1824. O barbudo levou a melhor.
Disse barbudo, mas faço a emenda. Tiradentes nunca teve um visual daquele - barba a Antônio Conselheiro e cabelo a Bufalo Bill. O pintor Décio Villares, por exemplo, que recebeu a encomenda de retratar o herói nacional republicano, não tinha referência nenhuma sobre como seria o alferes quando foi executado. Ninguém tinha, aliás. Villares não teve dúvidas - pintou Jesus Cristo e substituiu a cruz pela forca; como a comparar o sacrifício do Filho do Homem pela humanidade ao sacrifício de Tiradentes pela República e pelo Brasil.
Assim como fez Villares, Pedro Américo, Eduardo Sá, João Turin e Virgílio Cestari pintaram ou esculpiram o alferes com ares cristãos. Sabemos, porém, que à época os condenados tinham cabelos e barbas raspados. Tiradentes foi enforcado carequinha da Silva, podem crer.
Voltemos ao tema central, até porque não sou a pessoa mais indicada para falar desses assuntos capilares. Quando os republicanos resolveram fazer de Tiradentes o herói nacional, a praça mais próxima do local da execução do alferes - o velho Largo do Rocio, perto do Campo da Lampadosa - recebeu a denominação do herói. Havia, porém, um probleminha. A estátua de D. Pedro I já estava ali desde 1862, num marco em louvor ao Grito do Ipiranga (episódio que, admitamos, foi tão emocionante como uma corrida de cágados sob efeito de Lexotan).
A coisa ganhou contornos de provocação entre republicanos e monarquistas. Nesse Fla X Flu pelo controle da memória nacional, os primeiros insistiam em derrubar a estátua equestre do Imperador; os outros ameaçavam fazer um furdunço memorável se a demolição ocorresse. Após muita polêmica, chegou-se a uma solução brasileiríssima - a estátua de D. Pedro I foi mantida e a praça passou mesmo a se chamar Tiradentes. Bela pizza, não acham?
Agora, experimentem explicar a um turista por que a praça que homenageia o mártir da independência tem uma estátua do neto da velha que mandou executar o herói. Sou capaz mesmo de apostar que, numa pesquisa com cem cariocas que cruzem a praça em uma tarde, a maioria vai dizer que a estátua é a de Tiradentes. Cáspite !
Quanto a este escriba, confesso. A referência emocional (infantil, portanto, que é quando essas coisas se consolidam no cabra) que tenho de Tiradentes é a de Francisco Cuoco representando o mártir na novela Saramandaia. Da Inconfidência Mineira, levo uma lição que tento praticar com sagrada obediência - após um dia intenso de trabalho nos trópicos, há que se tomar civilizadamente umas cervejas geladas quando o sol se põe. É a manjada liberdade, ainda que à tardinha."
ps:Muito bom Simas!!!!

Filme para esquecer...


Tem uns dias depois do trabalho que dá uma vontade de esquecer o mundo e fazer o que curte acompanhada de você mesma.Tive esta vontade na segunda.Fui ao cinema e sozinha.....que bacana......eu e eu somos perfeitas juntas.Infelizmente o horário do filme Gran Torino não combinou com minha chegada.Sobrou o tal Ele não está tão a fim de você.
Eu ia escrever algo sobre o que achei do filme,mas aí li a crítica do José Godoy.Pensei:É isto aí,control C + control V.

"O filme é tão ruim, tão ruim, que deixaria a Madame Min com inveja. A Scarlett faz papel de Scarlett, a Jennifer Connelly continua fazendo da vida de seus maridos no cinema um inferno, teve um que até virou o Hulk. A Jennifer Aniston, com umas ruguinhas, e sua vocação para a solteirice, faz par com o Ben Afleck, um misto de Seu Creysson e Cary Grant com varíola. Esse povo todo misturado dá cara a um roteiro que segue a síndrome da deturpação do estilo Robert Altman, ou seja, uma série de personagens vive pequenas histórias que em alguma hora se cruzam, de um modo tão caricato quando uma careta do Golias."Por:José Godoy.
Ósculos e Amplexos
Gabi

Saiba o que é Câncer de Colo do Útero

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Uma em cada quatro adolescentes estão contaminadas com HPV no Rio de Janeiro

De acordo com pesquisa feita pela Fundação Oswaldo Cruz, uma em cada quatro adolescentes sexualmente ativas da cidade do Rio de Janeiro está contaminada pelo HPV - um vírus transmitido pelo sexo e que pode causar câncer de colo de útero.
A infecção foi detectada em meninas que tinham iniciado a vida sexual há apenas um ano. Quando chegam a cinco anos de atividade sexual, a porcentagem de infectadas sobre para 40%.
Os adolescentes estão iniciando sua vida sexual muito cedo, sem proteção e com uma grande variedade de parceiros. Como a doença demora a se manifestar, o infectado continua a ter relações, multiplicando os casos.O mais preocupante, é que a maioria das adolescentes não tem o costume de procurar o médico, mesmo quando já são sexualmente ativas.
Elas só procuram, quando a doença dá sinais, como corrimento ou verrugas.No Brasil, estima-se que 3% das mulheres infectadas pelo vírus poderão desenvolver câncer de colo uterino. Além de um tratamento doloroso, que pode incluir até a retirada do útero, a doença pode voltar a qualquer momento, mesmo depois de tratada.
Da mesma forma que se expõem ao HPV, as meninas também estão suscetíveis a outros tipos mais graves de doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids, além do risco de uma gravidez indesejada.
Para todas as mulheres sexualmente ativas, recomenda-se visitas regulares ao ginecologista, pelo menos uma vez por ano, para a realização do exame preventivo, o Papanicolau, capaz de detectar o HPV.
A doença pode causar infertilidade, e até mesmo levar à morte. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de colo do útero é responsável por cerca de quatro mil mortes por ano no país.
As infecções no cólo de útero, além de mais freqüentes em adolescentes, têm aumentado em todas as faixas etárias, e com mais gravidade.
Um estudo desenvolvido por pesquisadoras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fiocruz detectou que, entre os exames feitos em mulheres adultas (com idade igual ou superior a 20 anos), 5,6% revelaram alguma alteração no colo do útero. Já entre as adolescentes (de 10 a 19 anos), esse percentual chegou a 9%.
Mas o tipo de lesão varia de acordo com a idade. Na faixa de 10 a 19 anos, prevaleceram as lesões de baixo grau, com menor chance de evoluir para câncer. Lesões mais graves atingiram, sobretudo, mulheres com idade igual ou superior a 20 anos.
Para evitar surpresas desagradáveis os patologista recomendam alguns exames:
Exames que detectam infecções, doenças e anemias:
- VDRL: Detecta a sífilis possibilitando o tratamento.
- Hemograma completo: Avalia anemias e alterações de glóbulos brancos e plaquetas.
- Clamídia - (chlamydia trachomatis): Identifica a doença que é sexualmente transmissível e de grande prevalência e que pode provocar infecções oculares, urogenitais, linfogranuloma venéreo e proctites.
- Sorologia para a hepatite: Detecta a infecção pelos vírus B e C, permitindo encaminhamento a especialista no caso de infecção e indicando vacina do tipo B nos casos de sorologia negativa.
- HIV: Exame que detecta a infecção pelo vírus HIV, de importância fundamental
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fonte:JB online,Fiocruz,Ministério da Saúde

A imagem do dia!


"...O aspirante a oficial da PM Agdan Miranda Fernandes e outro PM demonstraram ontem que polícia é muito mais do que repressão e violência. Poder de polícia é acima de tudo a capacidade de pacificar, de proteger e servir, como diz o lema da polícia de Nova York, mal adaptado por aqui. Os policiais simplesmente pararam tudo para resgatar um bebê de cinco meses que fora abandonado por um homem, que seria o pai da criança, no Terminal Rodoviário Mariano Procópio, na Praça Mauá, Centro do Rio. O homem foi detido para dar explicações na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Decav)..."

O custo de um político no Brasil

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fonte:http://oblogdovictor.blogspot.com/

Nanomedicina no tratamento do câncer


Antes de começar os exercícios na academia, ou de comer uma fatia de bolo na festa do escritório, os diabéticos utilizam um dispositivo portátil para medir a quantidade de açúcar no sangue. Assim, podem controlar a ingestão de alimentos ou de insulina, prevenindo quedas e picos de glicose, típicos da doença. O baixo custo desses equipamentos, que permitem checar diariamente os níveis de glicose, tem beneficiado enormemente os diabéticos, principalmente se for considerado como era a vida dessas pessoas há uma década, quando a doença era considerada mais grave e havia menos controle sobre ela.A qualidade de vida – propiciada aos diabéticos pelas tecnologias que, de modo fácil e barato, oferecem informações sobre o corpo – nos dá idéia das mudanças que estão ocorrendo na medicina: previsão, prevenção e adaptação às necessidades das pessoas, além de lhes permitir maior controle sobre a própria saúde. De fato, essas novas tecnologias já vêm alterando os rumos da medicina.Um aspecto crítico para essas mudanças na medicina é a miniaturização de tecnologias para exames diagnósticos realizados com porções reduzidas de sangue, ou mesmo de algumas células retiradas de tecidos doentes. Essas possibilidades, construídas em escalas micro e nanométrica, podem manipular um grande número de moléculas biológicas, de forma rápida, precisa e barata. A combinação de custo e desempenho abre novas possibilidades para o estudo e o tratamento de doenças, permitindo que o corpo humano seja visto como um sistema dinâmico de interações moleculares. Medidas realizadas em diversos sistemas são, posteriormente, integradas em modelos computacionais para revelar os primeiros indícios de possíveis problemas. Quando essas informações são combinadas a novas terapias baseadas em nanotecnologia, o tratamento pode ser direcionado exclusivamente para problemas específicos, sem efeitos colaterais mais sérios.Embora possamos prever que a medicina se apoiará completamente sobre esses princípios, a pesquisa com câncer nos oferece exemplos atuais de como a tecnologia em escala ultra-reduzida fornece os dados para uma visão ampla dos sistemas de doenças.


Vale muito ler toda a reportagem no site da Scientific American Brasil : http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/nanomedicina_no_tratamento_do_cancer.html

terça-feira, 7 de abril de 2009

Crer ou não crer? Eis a questão!


Hoje, lendo os jornais da cidade onde sou nascida e criada - a bela Petrópolis - tive um momento de dúvida sobre competência.Faz um certo tempo que venho acompanhando o rápido progresso da cidade Imperial,devo confessar que assusta um pouco ver que não há mais os sempre velhos conhecidos no centro,as buzinas de carros e motos já começaram a reclamar do volume impróprio dos mesmos para as ruas estreitas,o desemprego surge a um bom tempo,o sistema de saúde começa a ficar prejudicado com a grande demanda e a violência começa a mostrar sua face em ações nunca antes vista por estas bandas.Por aqui há o 26o Batalhão,comandado pelo Coronel Luiz Claúdio Calixto Barbosa.Uma figura simpática,devo confessar até simples para o cargo que possui,fala mansa,o típico boa praça.Acredito que deva ser mesmo,porque talvez seja uma pessoa mais conhecida e respeitada na cidade do que os próprios vereadores e prefeito.Toda semana há um Café da Manhã Comunitário,é uma ideia para unir a sociedade de Petrópolis com a Policia Militar da região.O evento está sempre cheio,líderes comunitários estão sempre presentes,é aberto a todos,a discussão e suas soluções são publicadas no jornal da cidade no dia seguinte e é exibida a reunião nas redes de tv locais.Sempre há,com raríssimas exceções uma entrevista com o comandante.Ele sempre dá satisfação dos casos que surgiram na semana anterior e sempre coloca as providências que estão sendo tomadas para outros problemas.

Outro dia,ouvi minha querida mãe o chamar de Barbozinha - ela disse:

"- O barbozinha falou na tv que Petrópolis tem poucos policiais(hoje 426,necessário 816),precisa de mais para realmente ficar segura,mas ele não vai deixar acontecer na cidade o que acontece no Rio.Eu acredito neste homem Gabriela,ele é ativo,não fica de blábláblá."

Pois é,competência?Quero e preciso acreditar que sim.

Uma amiga precisou do 190 outro dia,havia uns rapazes fumando o que não devia em sua rua.Ela contou que em menos de 15 minutos havia uma viatura lá.Disse que ficou com pena dos policiais, porque eles pediam desculpas pelo "atraso".Na chuva não dava para correr com os pneus - os quatro -"carecas". No dia seguinte,sem ninguém pedir e imaginar,surgiu uma viatura com um tenente,querendo saber mais sobre os acontecimentos,se eles conheciam as pessoas e etc....

Pois é,competência?Quero e preciso acreditar que sim.

Sem prepotência de bairrismo,devo dizer que fiquei contente em saber pela imprensa que este batalhão é o de menor desvia de conduta do Estado.Problemas?Quem não os tem,mas segundo o Coronel Luis Claúdio,os esforços para manter o "26º BPM limpo" é diário.

Pois é,Competência?Quero e preciso acreditar que sim.

Depois disto tudo fiquei pensando.........no batalhão da cidade de Pedro está escrito - PMERJ; Nos batalhões da cidade maravilhosa está escrito - PMERJ....NOSSA, QUE COINCIDÊNCIA, É A MESMA INSTITUIÇÃO!

Daí pensei novamente:Será que Petrópolis é apenas uma pequena cidade fácil demais para ser conduzida?A competência nas ações,o desejo sincero para dar certo,depende exclusivamente da idoneidade de um comandante de Polícia?A situação não é boa,talvez em lugar nenhum hoje,mas a intenção de querer mudar,está presente na cabeça de nossa polícia?


Ósculos e Amplexos

Gabi

A imagem do dia!


E-mail recebido: Piadinha das boas....


O Lula viajava de carro pelo interior do Piauí e lá pelas tantas, no meio do poeirão, bate aquela sede, e ele manda parar o carro junto da primeira casa no caminho para beber um pouco de água. A dona do casebre grita para o menino de uns 9 anos que estava sentado na porta: - Luiz Ináçu! Corri aqui, chegue!!! Traiz a quartinha e as caneca prus dotô pudê bebê água! Lula, todo vaidoso, vendo que a dona do casebre não o reconhecera, pergunta: - Companhêra! Vi que a senhora chamou o garoto de Luiz Inácio... Ele tem esse nome em homenagem a alguém? - Não, não, dotô! O nome dele é Fernando Henrique, mas é que o menino deu pra bebê, roubá, minti e fazê tanta merda, que nóis apelidô ele anssim...