terça-feira, 10 de março de 2009

Doeu no bolso: "Folha" perdeu 2 mil assinantes, diz blog

Passados três dias do histórico ato em frente à "Folha", restam algumas reflexões a fazer.
A manifestação (precedida de intensa mobilização de internautas, e de um abaixo-assinado eletrônico contra o jornal) ocorreu no sábado. No dia seguinte, o Diretor de Redação da "Folha" reconhceu - em nota oficial publicada no jornal - que chamar a ditadura de "ditabranda" foi um erro.
Otavinho não o fez por bondade, nem por temer os trezentos cidadãos que se plantaram à porta do jornal, para protestar num sábado abafado e calorento. Ele o fez por temer a intensa repercussão negativa do fato.
Por trás dos trezentos cidadãos, havia centenas, milhares de outros mobilizados na internet.
Otavinho provou o poder da guerrilha na rede. Acostumado às estruturas hierarquizadas das velhas redações, achou que podia insultar a memória dos brasileiros e a honra de dois professores, sem provocar qualquer reação.
Arrogância ou ignorância?
A "Folha" nunca apanhou tanto como nessas duas semanas. Marcelo Coelho tentou defender o patrão http://www.rodrigovianna.com.br/radar-da-midia/ditabranda-marcelo-coelho-quer-justificar-o-patrao, mas a verdade é que o moral da tropa baixou.
Isso me foi dito por um jornalista que trabalha na "Folha": o editorial infame, a defender a "ditabranda", e a resposta grosseira a Benevides e Comparato geraram "mal-estar" interno, disse-me em off o jornalista que trabalha para os Frias.
Ainda assim, seria pouco para obrigar Otavinho a reconhecer o erro. Ele está se lixando para o mal-estar dos funcionários. Um jornal que demitiu uma repórter que estava sob tortura no DEOPS http://www.rodrigovianna.com.br/radar-da-midia/folha-demitiu-jornalista-que-estava-presa-pela-ditadura não se importaria com essas perfumarias.
As notícias que começam a circular dão conta de que o problema foi outro.
Assinaturas foram canceladas em bloco nos últimos dias. A notícia me chega desde a Barão de Limeira.
O leitor Russo Salvatore também me envia um texto do blog do Sakamoto http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/ - com informação parecida. Leiam um trecho:
"Leitores chiaram (fontes de dentro do jornal dizem que uma onda de cancelamento de assinaturas teria acendido uma luz amarela – fala-se em perdas de até 2 mil assinantes) e até profissionais da casa lamentaram o uso do termo".
Isso teria enfraquecido anda mais a posição interna de Otavinho. Ele e o irmão Luis Frias travam uma guerra pelo comando do grupo, desde a morte do pai.
Luís cuida da parte administrativa e do UOL (que é mais rentável que o jornal). Otavinho fica com a "Folha".
O editorial e a arrogância na resposta aos professores teriam deixado Otavinho em posição mais frágil, justamente por ter provocado o cancelamento de centenas de assinaturas. Era preciso conter a sangria.
Quem conhece os bastidores da casa diz que não será surpresa se, nos próximos anos, Luis Frias comprar a parte de Otavinho nos negócios, assumindo sozinho a operação.
Não seria vantagem nenhuma para o Jornalismo.
Luís Frias, dizem minhas fontes, é parecidíssimo com o falecido pai. Cuida de notícias como se cuidasse de galinhas. Quer é dinheiro no bolso. Já Otavinho tem veleidades intelectuais.
Somados, os dois não dão nem meio Comparato. São jornalistas de fachada. Personagens do passado.

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Este texto foi retirado do blog de meu querido amigo Alfredo Caseiro-http://blogdocaseiro.zip.net/ - lá inclusive informa sobre outros acontecimentos deste triste episódio.

A PERVERSIDADE DO "BICO" E A PRIVATIZAÇÃO DA SEGURANÇA

As falácias costumam permear a vida pública. Infelizmente, nestas terras tupiniquins, nossos governantes, em sua grande maioria, criaram o hábito de usar discursos cujos conteúdos têm por objetivo mascarar uma deficiência e oferecer, instantaneamente, uma satisfação à população, mesmo que seja um paliativo, ou mesmo um placebo, pois a resposta correta nem sempre é fácil e exige, invariavelmente, esforço sério e contínuo, que somente pode ser despendido por administrações austeras, compromissadas com a causa pública e avessa aos projetos e interesses pessoais.
Veicula-se mais um concurso para ingresso nos quadros da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, como sempre é feito quando fatos perturbadores ou números indicam a falência da segurança pública no nosso Estado.
Pode-se até dizer que esse quadro foi herdado, contudo, ao observarmos com bastante cuidado, veremos que a maneira de conduzir a pasta é a mesma, tanto nessa quanto em outras administrações.
Política de Segurança Pública não pode se sustentar apenas em aumento de efetivo, aquisição de viaturas, armamento e equipamento, já que a realidade vem demonstrando que simplesmente “botar o bloco na rua” não vem contribuindo para a redução da criminalidade ou o aumento dos delitos solucionados.
Por sua vez, a melhoria do policiamento ostensivo, atribuição da Polícia Militar, decerto não passa pela admissão sem critério, normalmente produzida, pois se fosse esse o caso, ao invés da promoção do inchaço da máquina pública, seria observado o retorno das centenas de policiais militares cedidos aos mais diversos órgãos públicos.
Dados disponibilizados pela Própria Polícia Militar dão conta que cerca de 2.300 (dois mil e trezentos) policiais – militares estão fora das ruas, à disposição, por exemplo, da Secretaria de Governo, de Assistência Social, de Agricultura, de Ciência e Tecnologia, de Habitação, de Meio Ambiente e de Transporte, também circulam pelos gabinetes de Tribunais, do Ministério Público e de muitas Prefeituras, assim como zelam pela segurança dos presídios, fazendo o papel que deveria ser desempenhado por agentes penitenciários.
Então, cabe aqui perguntar: Por que um profissional preparado para preservar a ordem pública e executar a polícia ostensiva está destacado no DETRAN? No DETRO? Na Secretaria de Agricultura? Nas diversas Prefeituras? Em alguns casos explica-se, pois é uma mão de obra barata e auxilia no aumento de arrecadação. Mas a que preço?
O homem retirado das ruas, além de contribuir para a deficiência do policiamento, sobrecarrega aqueles que permaneceram na Instituição, ainda a oferecer sua vida em prol da população fluminense, ao mesmo tempo, tira deles as condições de garantir um serviço satisfatório ao povo, decorrendo daí, talvez, sua remuneração muito abaixo das expectativas e a segunda pior em nível nacional.
A Ordem Pública que é essencial à sociedade, envolve altos custos financeiros, derivados dos gastos com pessoal, equipamento e instalações, procedem então à necessidade de ser observado um emprego coerente e criterioso dos recursos públicos, priorizando as ações e operações policiais, não atividades acessórias ou sem vínculo com as atividades de segurança pública.
A falta de investimento na profissionalização do Policial tem uma ação perversa em desfavor do agente de segurança pública e da sociedade em geral, pois, ao sentir-se desvalorizado, seja financeira, institucional ou moralmente, e descobrir que, executando atividades paralelas, obterá melhor remuneração, o homem perde o vínculo com o público e prioriza o privado.
Por anos a fio ignoramos o que acontecia nos guetos e nas comunidades carentes, a simples percepção desses segmentos incomodava a vista e afligia a alma; para evitar essa realidade a classe mais abastada da sociedade refugiou-se em condomínios cercados por altos muros, providos de cercas elétricas e câmeras de segurança; para certificar-se que não teriam a santa paz de seus lares ameaçada, contrataram pessoas para controlar o acesso às dependências condominiais e afastarem pessoas indesejadas; pensaram eles então que seria interessante que esses homens trabalhassem armados e, em caso de necessidade, tivessem um bom entrosamento com as forças policiais, portanto, nada melhor que contratarem policiais para ali atuarem nas horas de folga, pois se serviriam do Estado e custavam quase nada.
Isso foi bom para ambos os lados, as pessoas tinham seu rico patrimônio protegido e os agentes da lei garantiam um reforço financeiro em seus orçamentos. Logo a classe média e os comerciantes perceberam que também podiam melhorar suas condições de segurança e contrataram vigilantes para circularem pelas ruas, nada mais eram que policiais e bombeiros, com as indefectíveis camisas pretas com a inscrição “apoio” às costas, a passarem as horas de sua folga em pé, sob uma marquise a respirar o dióxido de carbono expelido pelos veículos que passam incessantemente a sua frente.
A partir de então, mais um ator desse processo viu-se satisfeito, pois, como os agentes possuíam duas fontes de pagamento, a administração pública entendeu que não era mais necessário pensar em uma remuneração condigna ou condições de trabalho, bastava fechar os olhos e institucionalizar oficiosamente o “bico”.
O filão mostrou-se muito mais generoso do que se podia supor e isso atraiu os olhares de Oficiais e demais Autoridades Policiais, foram sendo montadas as firmas de segurança patrimonial, cujos escritórios funcionavam no interior dos aquartelamentos e delegacias e a mão de obra utilizada era abundante e com disponibilidade imediata. Boates, bares, bingos, comércios e congêneres se viram muito mais interessados em contratar uma segurança feita por policiais, que podiam agir ou se omitir como força pública quando necessário.
O quadro parecia que estava pronto, o “bico” tornou-se a atividade principal e o serviço público virou uma atividade complementar, cujo principal atrativo era conferir o direito à identidade e arma de fogo. O patrão deixou de ser a população e passou a ser o “Dono da Segurança”, o interesse deixou de ser a coisa pública e passou a ser o privado.
O policial passou a trabalhar completamente extenuado, físico e emocionalmente, uma vez que a jornada dupla consumia-lhe as forças; este homem, armado e com a incumbência de proteger a sociedade, tornou-se uma ameaça em potencial ao partir para as ruas, insatisfeito com o salário baixo e o descaso com que é tratado, portanto, propenso a praticas arbitrárias e acidentes que podem vitimar tanto a si quanto àqueles que devia proteger.
Eis que os menos favorecidos, imprensados entre a necessidade e a violência que geralmente impera nos locais onde residem, passam a receber segurança de grupos armados, coordenados (supostamente) por policiais, que afastam o tráfico de entorpecentes, inibem a pratica de roubos e furtos e tornam as ruas mais tranqüilas, entretanto, tudo tem um preço, e logo o transporte irregular de passageiros e a exploração de sinais clandestinos de TV fechada passa a ser controlado por esses grupos; em seguida, os cidadãos são compelidos a contribuir pela segurança prestada e pessoas da comunidade são recrutadas e armadas. Formaram-se as milícias.
Toda essa prestação de serviço que substitui o papel estatal, seja no atendimento ao topo ou à base da pirâmide social, deixa bem clara a privatização do sistema de segurança pública e uma perigosa inversão de valores; ao passo que o Estado declina de sua competência para utilizar o poder de polícia em prol da população e entrega essa tarefa a grupos paramilitares, permite instalação de um governo paralelo, com regras próprias e invariavelmente totalitárias, que tende a crescer à proporção da omissão governamental e da carência social.
No final, quando esses grupos estiverem enraizados em nosso contexto social e percebermos que deles não nos favorecemos, muito pelo contrário, que na verdade somos reféns de sua atuação e estamos aqui para servi-los com nossa “contribuição” obrigatória; que nossos protetores são também nossos algozes; que somos aldeões prontos a ceder a primeira noite aos Senhores Feudais, que nossos direitos começam e terminam segundo o interesse de nossos defensores e suas conveniências, talvez aí, somente nesse instante, ouviremos do dirigente público, movido pelo mais profundo senso de dever, se pronunciar e afirmar que está chocado com essa situação e que, apesar de não ser fruto de sua administração, encetará todas as medidas necessárias para devolver o Rio de Janeiro ao povo fluminense e novamente democratizar a segurança pública; que para tal conta com seus aliados, os policiais, os quais, apesar de mal assistidos por anos a fio, saberão resistir às vicissitudes e compreender que o caos decorre de governos anteriores e que, tão logo a situação esteja equilibrada, terão suas mui justas reivindicações observadas com todo o carinho.
Será que já não ouvimos essa ladainha antes? Dá-me um nariz de palhaço, por favor!

Ronaldo Antonio de Menezes
Coronel de Polícia
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Rio - 10/09/2009 - jornal O DIA -
O coronel Ronaldo Antonio de Menezes se apresentou no 4º Comando de Policiamento de Área, antigo Comando de Polícia do Interior, em Niterói, para cumprir quatro dias de prisão disciplinar determinada pelo comando-geral da corporação.
O coronel foi detido por ter publicado um artigo no dia 13 de janeiro, no blog de outro companheiro de farda. No artigo, o coronel comenta a deterioração da segurança. O militar comentou no mesmo artigo, o número crescente de policiais que recorrem a "bicos", tentando aumentar a renda familiar.
O coronel que é filho de militar, tem ainda dois filhos oficiais da Polícia Militar do Rio. Ronaldo comandou dez unidades da PM e hoje, é lotado na Diretoria Geral de Pessoal da PM. Ele foi transferido para a DGP por ter participado de movimento de reivindicação dentro da PM, que ficou conhecido como GRUPO DOS BORBONOS.Ele teria comentado durante a prisão, que tinha se baseado no artigo 5º da Constituição federal, que garante a livre expressão do pensamento a todos os cidadãos. O coronel vai ficar detido até sábado.
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Lamentável saber, que não há democracia de fato no usufruto de nossos direitos, de livre manifestação do pensamento e comunicação.
Gaby

segunda-feira, 9 de março de 2009




E-mail recebido:Piadinha cretina...

A TRAIÇÃO DA MULHER MINEIRA

Mineirim no leito de morte decidiu ter uma conversa definitiva com a sua companheira de toda a vida sobre a fidelidade da mesma:

- Muié, pode falá sem medo... já vô morrê mess e prifiro sabê tudim direitim... Ocê arguma veiz traiu eu?
- Ô Zé, num fala dessas coisa que eu tenho vergonha....
- Pode falá muié....
- Quero não!....
- Fala muié, disimbucha...
- Mió dexá pra lá...Zé
- Vai, conta...
- Queto Zé, morre em paz!
...Depois de muita insistência ela resolveu abrir o jogo:
-Tá bão Zé, vou contá, mais num si responsabilizo...
- Pode contá..
- Ói Zé, traí sim, mas foi só trêis veiz..
- Intão conta sô! Trêis veiz nessa vida toda até qui num foi muito!
- A primera Foi quando cê foi demitido daqueli imprego qui ce brigou cum chefe.
- Ué, mas eu fui adimitido dinovo logo dispôis sô.
- Pois é Zé.....eu fui lá cunversá cum ele, acabei dano pra ele e ele ti contratô di vorta.
- Ah, muié, cê foi muito boa cumigo...essa traição num dá nem pra leva mar, foi pela necessidade da nossa famía...tá perdoada.
E a segunda?
- Lembra quando cê foi preso pru modi daquele furdunço que cê prontô na venda?
- Lembro muié, mas num fiquei nem meio dia na cadeia.
- Pois é Zé... eu fui lá cunversá cum delegado e acabei dano pra ele ti sortá.
- Ê muié, isso nem conta também não, a carsa foi justa... imagina ficá preso lá um tempão. Ocê nem me traiu, foi pela nossa famía e pela minha liberdade, uai.
E a úrtima?
- Lembra quando cê si candidatô pra vereadô?
- Lembro muié...quase me elegeru.
- Pois é... eu qui consegui aqueles 2.752 voto... !!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Nunca é demais lembrar...Doe vida!!!!!!

COMO GARANTIR A EXPRESSÃO DA FÉ RELIGIOSA SEM DESRESPEITAR A DEMOCRACIA?


O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REACENDEU A POLÊMICA DA LAICIDADE AO DESATIVAR A CAPELA DO TRIBUNAL E RETIRAR OS CRUCIFIXOS DAS SALAS DE AUDIÊNCIA.

O NOVO PRESIDENTE, QUE É JUDEU, AFIRMOU QUE A JUSTIÇA NÃO PODE TER PREFERÊNCIAS RELIGIOSAS E QUE O SÍMBOLO CRISTÃO CAUSA CONSTRANGIMENTO AOS ADEPTOS DE OUTRAS RELIGIÕES E AOS ATEUS.


OPINIÃO DA ADVOGADA JANAÍNA PENALVA:
O QUE SIGNIFICA UM CRUCIFIXO EM UMA SALA DE AUDIÊNCIAS DE UM TRIBUNAL LAICO?
AQUELES QUE DEFENDEM A PERMANÊNCIA DESSES SÍMBOLOS ARGUMENTAM QUE O BRASIL É UM PAÍS DE MAIORIA CATÓLICA E QUE O DIREITO À LIBERDADE RELIGIOSA PROTEGE AS EXPRESSÕES DE FÉ. ALÉM DE EQUIVOCADA, ESTA IDÉIA É ANTIDEMOCRÁTICA.
A DEMOCRACIA EM UM ESTADO CONSTITUCIONAL ASSEGURA PRECISAMENTE OS DIREITOS DA MINORIA. EM UMA SOCIEDADE COMPOSTA INDIVÍDUOS DIVERSOS, A ÚNICA CHANCE DE CONVIVÊNCIA JUSTA É PELO RESPEITO A ESSA PLURALIDADE.
ARGUMENTAR QUE AS DECISÕES SOBRE O QUE É CORRETO DEVEM OBSERVAR APENAS A VONTADE DA MAIORIA É IMPOSSIBILITAR A DIVERSIDADE, É DESCONSIDERAR QUE TODOS DEVEM SER TRATADOS COM IGUAL RESPEITO E CONSIDERAÇÃO.
MAS COMO GARANTIR A EXPRESSÃO RELIGIOSA?COMO ASSEGURAR QUE CADA UM POSSA VIVER SUA VIDA NA FORMA DA RELIGIÃO QUE PROFESSA?
HÁ QUEM DEFENDA QUE PROIBIR OS CRUCIFIXOS NOS ESPAÇOS PÚBLICOS É VIOLAR O DIREITO INDIVIDUAL DE MANIFESTAÇÃO RELIGIOSA.
A RELIGIÃO TEM SENTIDOS CULTURALMENTE DIVERSOS. A EXPRESSÃO DA FÉ SIMBOLIZA O PERTENCIMENTO RELIGIOSO. ENTRETANTO, ESSA EXPRESSÃO TEM LIMITES QUE PODEM SER CONSTRUÍDOS PELA DIFERENCIAÇÃO ENTRE PÚBLICO E PRIVADO. NO CASO DO TRIBUNAL, TRATA-SE DE INSTITUIÇÃO PÚBLICA, DE ÓRGÃO QUE PRECISA SE CONSTITUIR SOBRE UMA NEUTRALIDADE QUE NÃO VIOLE A PLURALIDADE.
NÃO IMPORTA QUAL A FÉ DO PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. ELE PODERIA SER JUDEU, CATÓLICO OU PROTESTANTE. O QUE INTERESSA PARA A DEMOCRACIA É QUE TODOS POSSAM CONVIVER EM ESPAÇOS PÚBLICOS E INSTITUCIONAIS NEUTROS. ESSES LUGARES NÃO PODEM IMPOR SÍMBOLOS À VIDA PÚBLICA. NEM AO PRESIDENTE DO TRIBUNAL, NEM A NENHUM DE NÓS.

FONTE: ANIS

A que ponto chegou o presidencialismo de alianças espúrias?Por:Arnaldo Jabor





José Alencar

"Eu não tenho medo da morte, tenho medo da desonra."

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Parabéns Rio de Janeiro!


A cidade em progresso

A cidade mudou.
Partiu para o futuro
Entre semoventes abstratos
Transpondo na manhã o imarcescível muro
Da manhã na asa dos DC-4s
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Comeu colinas, comeu templos, comeu mar
Fez-se empreiteira de pombais
De onde se vêem partir e para onde se vêem voltar
Pombas paraestatais.
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Alargou os quadris na gravidez urbana
Teve desejos de cúmulos
Viu se povoarem seus latifúndios em Copacabana
De casa, e logo além, de túmulos.
*
E sorriu, apesar da arquitetura teuta
Do bélico Ministério
Como quem diz: Eu só sou a hermeneuta
Dos códices do mistério...
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E com uma indignação quem sabe prematura
Fez erigir do chão
Os ritmos da superestrutura
De Lúcio, Niemeyer e Leão.
*
E estendeu ao sol as longas panturrilhas
De entontecente cor
Vendo o vento eriçar a epiderme das ilhas
Filhas do Governador.
*
Não cresceu? Cresceu muito! Em grandeza e miséria
Em graça e disenteria
Deu franquia especial à doença venérea
E à alta quinquilharia.
*
Tornou-se grande, sórdida, ó cidade
Do meu amor maior!
Deixa-me amar-te assim, na claridade
Vibrante de calor!
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Vinicius de Moraes

Carnaval do Rio teve cheiro e foi de xixi


Apesar dos banheiros químicos instalados, o número é considerado insuficiente e muitos preferiram utilizar os muros e canteiros. A Comlurb em muitos locais, desfilava atrás dos blocos jogando desinfetante.VIRAMOS CACHORRO?Sem falar que dava para ver senhores pais ensinando seus filhos aquela prática antiga que os homens adoram - coloca o pintinho para fora e faz no cantinho meu filho! - e olha que não era só filhinho,não.Pelo visto,a mulherada ficou com inveja e começou a aderir a esta infeliz mania.
PS: O ANO FINALMENTE PODE COMEÇAR?
Ósculos e Amplexos perfumados
Gaby

E-mail recebido :Piadinha cretina

BAIANO DESESPERADO
REAÇÃO DE UM BAIANO DURANTE UM TIROTEIO.
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Imagine a reação de um baiano, que está visitando algum parente na Favela da Rocinha no Rio, quando tem início um tiroteio terrível.
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De um lado bandidos.

Do outro, a polícia.

E ele bem no meio do fogo cruzado!
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Na foto pode se ver a angústia
o desespero
a adrenalina
o estresse e a reação instintiva do atleta
e cidadão baiano visando a sua sobrevivencia
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

HIV - UMA DOENÇA NEGLIGENCIADA




Em comunicado, Médicos Sem Fronteiras comenta decisão de laboratório de medicamentos britânico


Médicos Sem Fronteiras(MSF) recebe de bom grado o reconhecimento de Andrew Witty, CEO da empresa farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK), de que patentes agem como uma barreira para pesquisas e desenvolvimento, e pools de patentes oferecem novos meios de estimular a pesquisa para doenças negligenciadas. Agora, as promessas precisam ser transformadas em ação. Os termos de quaisquer licenças anexadas a pool de patente vão ser críticos, e mais detalhes são necessários. Fontes de investimento também precisam ser identificadas para desenvolver quaisquer produtos que resultem desta pesquisa.MSF convoca todas as outras companhias farmacêuticas a suspender as barreiras de patente, e tornar seus compostos moleculares e processosdisponíveis, para ajudar no desenvolvimento de tratamentos para doenças negligenciadas, e abrir suas bibliotecas de compostos para pesquisadores.Mas a GSK tem que estender este pensamento para incluir HIV: esta também é uma doença negligenciada.Andrew Witty afirma que uma pool de patente destina-se a se concentrar em doenças com uma severa falta de tratamentos, e há inovações suficientes para HIV.Ele está errado. No campo de tratamento de HIV/Aids, a distância entre o que é necessário e o que está disponível é grande. Um pool de patente pode ajudar a diminuir esta distância, e encorajar inovações em lugares nos quais isto não está acontecendo hoje. Nós precisamos de novas combinações de doses-fixas: Nós precisamos desesperadamente de novas combinações de doses-fixas que combinem múltiplos compostos em uma pílula, especialmente aqueles que incluem novos fármacos.Nós precisamos de novas formulações pediátricas e estudos pediáticos acelerados. Com 90% das crianças HIV positivas vivendo na África Subsaariana, estudos pediátricos e formulações não são uma prioridade para as companhias farmacêuticas. Dos 22 anti-retrovirais aprovados pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA), oito não são aprovados para o uso em crianças, e nove não vem com nenhum tipo de formulação pediátrica. E quando versões para crianças existem, elas frequentemente não são adaptadas para o uso em locais de recursos limitados (ou exigem refrigeração, ou acesso seguro à água potável, ou são difíces para os responsáveis administrarem as doses corretas). Empresas genéricas tem expressado o interesse e a vontade de desenvolver medicamentos para Aids em formulações de comprimido, que se adequem melhor às crianças. Mas, de novo, as barreiras de patentes podem impedi-las, atualmente, de realizar isto, especialmente para as novos fármacos.A inovação não faz sentido se não há acessoA pesquisa, sozinha, não vai assegurar que as pessoas vivendo em lugares pobres vão receber novos tratamentos. A fim de assegurar o acesso aos frutosda inovação, os produtos resultantes tem que ter preços acessíveis. Ainda assim, MSF, junto com outras que provém tratamento em países em desenvolvimento, continua a lutar com relação à acessibilidade dos antiretrovirais.A prescrição de Witty é oferecer descontos de pelo menos 75% sobre os preços dos medicamentos. Enquanto qualquer diminuição no valor dos preços ébem-vinda, isso não é, em nenhum sentido, uma panacéia. Experiências já mostraram que a concorrência entre os diversos produtores de genéricos é a forma experimentada e testada de abaixar os preços - caíram entre 95 e 98%, desde 2000, para a primeira geração de antiretrovirais.A limitação dos descontos de empresas são, especialmente, evidentes quando elas são restritas a apenas os países subdesenvolvidos, e excluem os países de renda média. Países como a China, por exemplo, no qual na ausência de concorrência, a GSK cobra mais de 3 mil dólares pelo anti-retroviral Lamivudina, ou a Tailândia, no qual Abbott se recusou a baixar os preços do termo-estável lopinavir/ritonavir, e só após o país emitir uma licença compulsória é que o preço caiu para 500 dólares, atualmente.MSF está, portanto, preocupada porque Andrew Witty parece estar excluindo os países com rendimentos médios, oferecendo um pouco mais do que uma promessa de flexibilidade mal-definida de preços para estes países.A crise dos preços de medicamentos para Aids vai voltarCada vez mais, novas drogas estão sendo patenteadas em países chaves da produção genérica, mas a concorrência entre eles não vai mais ser capaz de agir como catalisadora para a redução dos preços, como foi no passado recente.HIV/Aids é uma doença que requer tratamentos vitalícios, e as pessoas precisam ter acesso a medicamentos mais novos, mais potentes e menos tóxicos caso sintam os efeitos adversos ou desenvolvam uma resistência aos medicamentos.O esquema de tratamento recomendado pela OMS como primeira linha para Aids custa, no mínimo, entre 600 e mil dólares, usando produtos de marca. Este custo é doze vezes maior se comparado com tratamentos de primeira linhas mais antigos, que,aliás, graças às consequências da concorrência entre os genéricos, está agora disponível por 87 dólares para o tratamento anual de um paciente. Para tratamentos de segunda linha, os preços são, na melhor das hipóteses, dezessete vezes mais caros, em países que não podem ter acessos às versões genéricas devido a proteção de patente.Novos modos de manter acessíveis os remédios devem ser, portanto, colocados em andamento. Isso pode acontecer através de licenças compulsórias, seguindo exemplos de países como a Tailândia, ou sem a necessidade de confronto e litigação, através de uma pool de patente, como a recente proposta pela unidade de compra de medicamentos UNITAID, para estabelecer uma pool de patente voluntária para remédios de HIV, a fim de serem usados em países de renda média e baixa.MSF solicita à GSK que colabore com a Unitaid e torne disponível importantes patentes no pool de patentes voluntários para medicamentos de Aids.

REVISTA ISTO É - OS FICHAS SUJAS DO CONGRESSO.


Os porões da psiquiatria soviética

Tomada do Palácio do Inverno, pelos bolchevistas, em 1917, surgiu uma das mais sanguinárias ditaduras que se há notícia na história humana.É o início de um período de abusos do poder e uso da medicina como forma de repressão.
"...Medicamentos e diagnósticos foram usados como armas na antiga URSS para conter os descontentes com o regime e os que se mostravam "perigosamente"criativos;a prática foi condenada pela associação médica internacional na década de 70..."
"...Para libertar a sociedade soviética de seus inimigos e fazer o mundo melhor,ele criou um grande sistema de trabalho escravo,que ficou conhecido como Gulag.A URSS internava nos Gulags e nos hospitais psiquiátricos intelectuais que criticavam o regime.Um dos mais notórios desses hospitais era o Instituto Serbsky De Psiquiatria Social e Forense,em Moscou.Com o importante auxílio de psquiatras inteiramente comprometidos,desprovidos de todo e qualquer senso ético,os opositores eram julgados e condenados como "irresponsáveis",o que lhes tirava a condição de estarem presentes à própria sessão de simulacro de júri.O castigo psiquiátrico era dado primcipalmente a transgressores do capcioso artigo 58 do código criminal,que lidava com atos anti-soviéticos...."
"...Empenhados em criar um "novo homem",os comunistas reuniram um aparato de terror só comparável ao usado na china..."
"...O ativista Vladimir Bukovsky conseguiu ser trocado por Luis Corvalan,líder comunista chileno,em 18 de dezembro de 1976.Essa troca comprovava que a União Soviética mantinha prisioneiros políticos.Após sua liberação,Bukovsky,que havia sido diagnosticado como esquizofrênico,teve um encontro com um grupo de psiquiatras ingleses que declararam sua sanidade..."



Matéria interessantíssima de José Antônio Mariano para a revista Mente Cérebro de fevereiro.

Para conhecer mais:
Histórias de abusos da prática psiquiátrica na URSS e o VI Congresso Mundial de Psiquiatria em Honolulu no link :http://www.polbr.med.br/ano07/wal0807.php

O espetáculo do EU



A intimidade está à vista de todos:do orkut aos reality shows,do you tube aos fotologs,e é cada vez mais habitual que pessoas do mundo inteiro exponham sua vida privada por meio de fotografias,relatos e vídeos.Qual o sentido destas práticas contemporâneas?


É com esta entrada, que a Revista Mente Cérebro publicou este mês, uma matéria muito interessante sobre a necessidade nos dias de hoje de ser reparado.Vale muito a pena dar uma lida. O site da revista e da matéria é: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/o_espetaculo_do_eu.html,
ou procurar nos jornaleiros.

Ósculos e Amplexos

Gabi

Pesquisa informa a importância dos carboidratos


Quem reduz dramaticamente os carboidratos das refeições tem prejuízos das funções cognitivas. Os efeitos já são sentidos depois de uma semana nesse tipo de dieta,segundo artigo publicado na revista Appetite por psicólogos da Universidade Tufts em Somerville,Estados Unidos.Participarem da pesquisa 19 mulheres,das quais nove optaram por um regime pobre em carboidratos,e as demais,por uma dieta de restrição calórica - mas em que esse nutriente foi mantido.Todas passaram por vários testes de memória de curto e longo prazo,visual e espacial.Embora a amostra seja pequena,os resultados foram muito evidentes,particulamente nas tarefas mais difícies,afirmam os autores,que esclarecem ainda que esses déficits cognitivos são revertidos com a reintrodução dos carboidratos nas refeições.
fonte:Mente Cérebro

Charles Chaplin

"Aprendi que quando duas pessoas discutem não significa que elas se odeiem,e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem."

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

"Candidatos" à sucessão de "Lula molusco" estão se movimentando em blogs na internet







O espaço de Dilma está constantemente atualizado, (http://dilma13.blogspot.com/)
possui editor e tudo.Senti uns arrepios quando entrei lá.Coloquei uma arruda atrás da orelha,a crença popular diz que é bom para espantar maus espíritos.





O espaço de José Serra - "Quero Serra presidente"(http://euqueroserra.blogspot.com/)
possui enquete para decidir quem seria o futuro candidato a vice. Lá estão os senadores Arthur Virgílio (PSDB), Mão Santa (PMDB) e o governador Aécio Neves (PSDB). Vi um sorriso amarelo lá, sem falar que ele é a cara do chefe "sacana" do Homer Simpson.

Curioso estes senhores estarem na net,há muito sorriso,botox e plástica,mas,pelo que andei lendo,propaganda política somente em junho de 2010.Sei lá,não sou uma pessoa religiosa mas de qualquer forma - saravá meu pai!!!!!

Ósculos e Amplexos

Gabi









Martha Medeiros - Felicidade Realista

"A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema:queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.E quanto ao amor? Ah, o amor.. não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão.Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.Dinheiro é uma benção.Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo.Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda,buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato,amar sem almejar o eterno.Olhe para o relógio: hora de acordar.É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza,instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se.Invente seu próprio jogo.Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade..."

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

E-mail recebido

Para aqueles que acreditam nas pesquisas CNT/SENSUS:
Da coluna Holofote, da Veja:
O lobista Marcos Valério voltou à ativa. Depois de passar três meses no xilindró, ele foi solto há um mês e já se reuniu por três vezes com representantes do empresário Walter Faria, dono da Cervejaria Petrópolis. A última ocorreu na semana passada. Foram justamente essas relações que o levaram à prisão. As reuniões com os executivos de Faria tiveram lugar no escritório que o operador do mensalão divide com o advogado Rogério Tolentino. Marcos Valério também tem mantido contatos frequentes com o presidente da Confederação Nacional do Transporte, Clésio Andrade, seu antigo sócio nas agências de publicidade SMPB e DNA. Clésio Andrade é o presidente vitalício da CNT, Confederação Nacional dos Transportes, que realiza a tradicional pesquisa Sensus, aquela onde Lula nunca para se subir.
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Complementando a notícia,no blog do Noblat, há informação que este senhor,está sendo ameaçado por bandidos do pcc.
Empresário acusado de ser o operador do mensalão foi agredido por integrantes da facção criminosa paulista e obrigado a pagar “pedágio” para sair vivo do presídio de Tremembé, no interior de São Paulo

De Maria Clara Prates e Edson Luiz:

O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza — acusado de ser o operador do mensalão, esquema de pagamento de propina para a base aliada do Palácio do Planalto em troca de aprovação de projetos de interesse do governo — vive hoje sob ameaça de morte de integrantes do Primeiro Comando da Capital, o PCC.
Depois de ter ficado preso por pouco mais de três meses na Penitenciária II do Presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, a 138km da capital, por força de um processo no qual é acusado de integrar uma quadrilha que praticava extorsão, fraudes fiscais e corrupção, Marcos Valério, mesmo em liberdade, está sendo extorquido pela organização, nascida nas cadeias paulistas na década de 1990, e traz no corpo as marcas da violência do grupo que lhe exigiu dinheiro durante o tempo em que esteve preso.
Vinte quilos mais magro, ele vive hoje totalmente recluso, depois de ter parte dos dentes da frente quebrados e cortes profundos no corpo feitos por estiletes, de acordo com fontes da Polícia Civil de São Paulo. Ele foi preso em 11 de outubro, por força de mandado de prisão expedido pelo Tribunal Regional Federal (TRF) de São Paulo e ficou encarcerado até 14 de janeiro.
Para conseguir sair do presídio de Tremembé com vida, Marcos Valério precisou fazer um acordo com o advogado Jeronymo Ruiz Andrade do Amaral, considerado o chefe do departamento jurídico do PCC, organização para a qual trabalha desde 2000.
O acerto entre eles aconteceu em 9 de janeiro, numa conversa que se estendeu por cerca de 40 minutos, no parlatório da Penitenciária II do presídio, onde os carcereiros não têm acesso, somente presos e advogados. O valor pago pela “proteção” da organização é segredo guardado a sete chaves, mas fontes da Polícia Civil relatam que Marcos Valério era obrigado a desembolsar o que chamam de “pedágio”.
Jeronymo, assim como o empresário, estava preso na Penitenciária II de Tremembé depois de ter sido preso em flagrante tentando levar para integrantes do PCC, encarcerados na unidade prisional de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, componentes de telefones celular.
A prisão de Jeronymo aconteceu em 2 de abril, depois que ele se recusou a passar pelos raios x da revista. Ele trazia um processo e as peças estavam escondidas entre as folhas. Para entrar no presídio, ele pediu uma visita para ver o detento Abel Pacheco de Andrade, o Vida Loka, apontado como um dos generais do PCC, além de outros dois presos da facção.
O advogado trazia duas placas de circuito, dois visores de cristal líquido e duas baterias, com os quais era possível fazer dois celulares. O encontro entre Jeronymo e Marcos Valério foi amplamente divulgado, mas somente agora a Polícia Civil paulista descobriu o real motivo.
A justificativa de primeira hora foi que o advogado teria ido apenas visitar o empresário de quem ficou amigo depois da temporada juntos em Tremembé.
O acordo de Marcos Valério com o PCC, entretanto, está saindo caro. As extorsões não tiveram fim nem com a libertação do empresário. E pior. Agora também sua família está sob a mira do grupo criminoso.
Os telefonemas ameaçadores são constantes e a tensão durante a prisão de Valério chegou a níveis tão insuportáveis que a mulher dele, Renilda de Souza, pediu socorro ao advogado Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça do governo Lula.
Foram pelo menos três encontros até a concessão de habeas corpus pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, antes mesmo do Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgar o mérito do pedido apresentado anteriormente.

Paulo Freire


"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo,torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda."

Político X Ladrão

Foi lançada uma pergunta por Millôr Fernandes:
- Qual a diferença entre Político e Ladrão ?
Chamou muita atenção a resposta enviada por um leitor.
- Caro Millôr, após longa pesquisa cheguei a esta conclusão: a diferença entre o político e o ladrão é que um eu escolho, o outro me escolhe. Estou certo ?
Eis a réplica do Millôr:
- Puxa, você é um gênio... Foi o único que conseguiu achar uma diferença !...

Em rompante de nostalgia, Folha saúda o regime militar



Por Alfredo Caseiro

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

VERDADE, HONRA, VERGONHA

Por:Maria Lucia Victor Barbosa - 28/01/2009

Nosso relativismo moral vem de longe. É obra cumulativa de séculos. A acachapante aprovação nacional de Lula da Silva, sem contar com sua eleição e reeleição, demonstra que já chegamos aos píncaros das conseqüências históricas com requintes de caos. E diante do que se passa na atualidade, lembremos de Gregório de Matos e Guerra (1636-1696) advogado e poeta, alcunhado Boca do Inferno ou Boca de Brasa. Em Epílogos, ele retrata a paisagem moral de Salvador, Bahia, nossa capital na época colonial. Mudando a palavra cidade para país, teremos a paisagem moral atual em alguns dos versos do poeta:
“Que falta neste pais?Verdade.
Que mais por sua desonra? Honra.
Falta mais que se lhe ponha? Vergonha”.

“O demo a viver se exponha,
Por mais que a fama o exalte,
Num país onde faltaVerdade,
honra, vergonha”.

Nunca nos faltou tanto verdade, honra, vergonha.Convivemos alegremente com “mensaleiros”,sanguessugas, transportadores de dólares em cuecas e até os reelegemos.
Somos antiamericanistas doentes, mas volta e meia vamos aos Estados Unidos para fazer turismo, comprar, estudar, trabalhar, cuidar da saúde, além dos milhões de brasileiros que partem em busca da América, América e lá permanecem clandestinos, mas ganhando o que jamais ganhariam aqui. Odiamos os judeus porque preferimos o Hamas dos Palestinos. Como bons latino-americanos somos de esquerda e por isso idolatramos Fidel Castro, não importando ser ele um ditador implacável que nunca respeitou os direitos humanos. Se Lula da Silva, o grande pai de seu povo, põe o Brasil de joelhos diante de Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa, Fernando Lugo, Cristina Kirchner, nos inclinamos também perante as lideranças populistas que infestam a América Latina sempre imersa em sua mentalidade do atraso, em suas mazelas, em seus fracassos. A corrupção faz parte de nossa história e aprovamos governos corruptos ao dizer que se estivéssemos lá faríamos as mesmas coisas. Afinal, somos espertos, malandros e nossa satisfação em passar os outros para trás não tem limites. Indiferentes ou ignorando o que ocorre no Congresso Nacional ou no âmbito da Justiça seguimos cantando o samba de Zeca Pagodinho que nosso presidente da República tanto aprecia: “Deixa a vida me levar”. Futebol, carnaval e Big Brother são nosso alimento espiritual. Acreditamos que o MST é um movimento social pacífico que não esbulha proprietários rurais destruindo maquinário, roubando gado, pilhando, queimando sedes de fazendas. Do mesmo modo admiramos as sanguinárias Farcs, idealizadas como heróicas e defensoras do povo colombiano.No momento dois fatos empolgam os noticiários. O primeiro diz respeito ao caso do terrorista Cesare Battisti, que a Itália quer de volta, mas que já foi perdoado por nosso ministro da Justiça com o acordo de Lula da Silva. Não devolveremos Battisti de jeito nenhum, o criminoso é nosso. Também estamos de braços abertos para receber os terroristas de Guantánamo. Aplausos para a Justiça brasileira, pois aqui o crime compensa. Do jeito que a coisa vai, pode ser que Lula da Silva crie o Ministério do Terrorismo e convide Osama Bin Laden para ministro. Seria mais uma vez delirantemente aplaudido pelo povo e seu prestígio subiria como atestado em pesquisa.O segundo fato é relativo ao Fórum Social Mundial, que ocorre em Belém do Pará. O governo investiu milhões na festividade, inclusive, em camisinhas. Tudo pago com o dinheiro do contribuinte, ou seja, estamos financiando a esbórnia que atrai pessoas de todo o Brasil e do exterior. Presentes ao festival estarão Lula da Silva, ministros, assessores, figuras como João Pedro Stédile, além dos caudilhos Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa. Fernando Lugo, que fazem Lula sonhar com outro mandato possível. Lula não irá ao Fórum Econômico Mundial em Davos. Ficará em Belém dançando o Carimbó.Aliás, não faltarão ao carnavalesco evento, além das camisinhas, muita cachaça e folia. Naturalmente, os participantes se posicionarão contra o capitalismo que os sustenta, contra a liberdade que permite a festividade, contra a riqueza que almejam para si. Dizem que no globalizado Fórum será dada oportunidade aos participantes, se os eflúvios etílicos permitirem, de perceberem que os problemas que assolam o mundo derivam da competição pelo poder e do acúmulo de bens materiais. Ou seja, tudo que eles mesmos fazem ou almejam. Em suas utopias delirantes as esquerdas clamarão pela volta do socialismo, nem que seja o do século XXI. E enquanto a crise avança sobre o planeta, em Belém do Pará se dançará o Carimbó, pois o tal outro mundo possível nunca foi definido nesses fóruns onde acontece de tudo, menos idéias.Sem dúvida, esse "Fórum Socialista" faz recordar as proféticas palavras de Ortega y Gasset em A Rebelião das Massas: “A vida toda se contrairá. A atual abundância de possibilidades se converterá em efetiva míngua, escassez, em impotência angustiante, em verdadeira decadência. Porque a rebelião das massas é a mesma coisa que Rathenau chamava de ‘a invasão vertical dos bárbaros”.No Brasil essa invasão começou faz tempo, mas diante dela nos quedamos indiferentes porque nos falta verdade, honra e vergonha ou, talvez, porque sejamos nós os bárbaros.


Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.mailto:socióloga.mlucia@sercomtel.com.br


Fonte :PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA - http://www.celprpaul.blogspot.com/

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Recado para as jovens cinquentonas



As mulheres acima de 50 anos são o foco da campanha nacional de prevenção à Aids do carnaval deste ano. Segundo dados do Ministério da Saúde, triplicou o número de mulheres nesta faixa etária ou mais com Aids no Brasil em dez anos. A campanha aponta que a vulnerabilidade deste segmento está associada à dificuldade de negociar com os parceiros casuais o uso do preservativo. A campanha de prevenção à Aids foi lançada nesta sexta-feira (13), na Cidade do Samba, no Rio de Janeiro.
Ósculos e Amplexos
Gabi

domingo, 15 de fevereiro de 2009

"O PMDB é Corrupto" - Jarbas Vasconcelos(PMDB-PE)

Entrevista do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) ao repórter Otávio Cabral:

O que representa para a política brasileira a eleição de José Sarney para a presidência do Senado?
É um completo retrocesso. A eleição de Sarney foi um processo tortuoso e constrangedor. Havia um candidato, Tião Viana, que, embora petista, estava comprometido em recuperar a imagem do Senado. De repente, Sarney apareceu como candidato, sem nenhum compromisso ético, sem nenhuma preocupação com o Senado, e se elegeu. A moralização e a renovação são incompatíveis com a figura do senador.

Mas ele foi eleito pela maioria dos senadores.
Claro, e isso reflete o que pensa a maioria dos colegas de Parlamento. Para mim, não tem nenhum valor se Sarney vai melhorar a gráfica, se vai melhorar os gabinetes, se vai dar aumento aos funcionários. O que importa é que ele não vai mudar a estrutura política nem contribuir para reconstruir uma imagem positiva da Casa. Sarney vai transformar o Senado em um grande Maranhão.

O senador Renan Calheiros acaba de assumir a liderança do PMDB...
Ele não tem nenhuma condição moral ou política para ser senador, quanto mais para liderar qualquer partido. Renan é o maior beneficiário desse quadro político de mediocridade em que os escândalos não incomodam mais e acabam se incorporando à paisagem.

Para que o PMDB quer cargos?
Para fazer negócios, ganhar comissões. Alguns ainda buscam o prestígio político. Mas a maioria dos peemedebistas se especializou nessas coisas pelas quais os governos são denunciados: manipulação de licitações, contratações dirigidas, corrupção em geral. A corrupção está impregnada em todos os partidos. Boa parte do PMDB quer mesmo é corrupção.

O senhor sempre foi elogiado por Lula. Foi o primeiro político a visitá-lo quando deixou a prisão, chegou a ser cotado para vice em sua chapa. O que o levou a se tornar um dos maiores opositores a seu governo no Congresso?
Quando Lula foi eleito em 2002, eu vim a Brasília para defender que o PMDB apoiasse o governo, mas sem cargos nem benesses. Era essencial o apoio a Lula, pois ele havia se comprometido com a sociedade a promover reformas e governar com ética. Com o desenrolar do primeiro mandato, diante dos sucessivos escândalos, percebi que Lula não tinha nenhum compromisso com reformas ou com ética. Também não fez reforma tributária, não completou a reforma da Previdência nem a reforma trabalhista. Então eu acho que já foram seis anos perdidos. O mundo passou por uma fase áurea, de bonança, de desenvolvimento, e Lula não conseguiu tirar proveito disso.

Mas esse presidente que o senhor aponta como medíocre é recordista de popularidade. Em seu estado, Pernambuco, o presidente beira os 100% de aprovação.
O marketing e o assistencialismo de Lula conseguem mexer com o país inteiro. Imagine isso no Nordeste, que é a região mais pobre. Imagine em Pernambuco, que é a terra dele. Ele fez essa opção clara pelo assistencialismo para milhões de famílias, o que é uma chave para a popularidade em um país pobre. O Bolsa Família é o maior programa oficial de compra de votos do mundo.

fonte:Blog do Noblat
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?t=pmdb-corrupto&cod_Post=161572&a=111

Ricardo "batmam" falando no You tube?




O melhores do mundo - Maravilhosos!

http://www.osmelhoresdomundo.com/index.php

E-mail recebido: TERREMOTOS


Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer. Ele respondeu ao Rei: 'Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos'.
Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar.
Muitas vezes temos em nossa vida 'terremotos' avassaladores, o que fazer? Exatamente o que disse o General: 'Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos'.
E o que isso quer dizer para a nossa vida?
Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso 'sepultar' o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa 'esquecer' o passado. Enterrar os mortos.
Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente.. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe.
Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto.
Fechar os portos significa não deixar as 'portas' abertas para que novos problemas possam surgir ou 'vir de fora' enquanto estamos cuidando e salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Significa concentrar-se na reconstrução, no novo.
É assim que a história nos ensina. Por isso a história é 'a mestra da vida'. Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça:
Enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.

Piadinha cretina

Um cara muito metido resolve fazer plástica no rosto, no dia do seu aniversário.
Gasta R$5.000,00 na cirurgia e se sente muito bem com o resultado.
Orgulhoso, ele para em uma banca, compra um jornal e, antes de ir embora, pergunta ao jornaleiro:
- Desculpe perguntar, mas, quantos anos você acha que eu tenho?...
O jornaleiro responde: - Mais ou menos 35. - De fato eu tenho 47, responde o Sidney, sentindo-se verdadeiramente feliz!
Depois disso, ele vai ao McDonald's comer um lanche. Entra na fila, chega sua vez e ele faz a mesma pergunta ao balconista, que responde:
- Ah, você aparenta uns 30. - De fato, eu tenho 47 !... E isso o fez se sentir maravilhosamente bem.
Depois foi ao ponto de ônibus, e repetiu a mesma pergunta a uma velha senhora... Ela responde:
- Eu tenho 85 anos e minha visão já não é mais a mesma... Mas eu tenho uma maneira infalível de descobrir sua idade:
Se você permitir que eu pegue seu pinto por uns minutos, serei capaz de dizer a sua idade exata!
O Sidney ficou perplexo, porém curioso e como não havia ninguém por perto, ele pensou que não haveria mal nenhum e deixou a velha escorregar a mão para dentro de suas calças.
A velhinha pegou com uma mão, apalpou e acariciou muito. Pegou com a outra mão, brincou uns minutos e depois de algum tempo, disse:
- OK... Está ótimo... Você tem 47 anos!
Espantado, o Sidney disse: - Isso foi brilhante, impressionante...! Como a senhora descobriu???
A velhinha rindo, respondeu: - He... He... He... eu estava atrás de você na fila do McDonald's!!!