sexta-feira, 5 de setembro de 2008
domingo, 31 de agosto de 2008
BILHETE DEIXADO PELO FILHO...
Ele quer adotar filhos comigo, e isso foi tudo que eu sempre quis para mim. Aprendi com ele que maconha é ótima, uma coisa natural, que não faz mal a ninguém, e ele garante que no nosso pequeno lar não vai faltar marijuana. Juan acha que eu, nossos filhos adotivos e os seus colegas 'gays' vamos viver em perfeita harmonia.
Não se preocupe papai, eu já sei me cuidar, apesar dos meus 15 anos já tive várias experiências com outros caras e tenho certeza que Juan é o homem da minha vida.
Um dia eu volto, para que o senhor e a mamãe conheçam os nossos filhos. Um grande abraço e até algum dia.
De seu filho, com amor.'
O pai quase desmaiando continua lendo.
'PS: Pai, não se assuste, é tudo mentira!!!
Estou na casa da Priscila, nossa vizinha gostosa. Só queria mostrar pro senhor que existem coisas muito piores do que as notas vermelhas do meu boletim, que está na primeira gaveta.
Abraços,
Seu filho, burro, mas macho.
sábado, 30 de agosto de 2008
COMO TRATAR AS PESSOAS GROSSAS
se acham superiores aos outros, aprenda com a funcionária da GOL. Destrua
um ignorante sendo original, como ela foi.
ganhar um prêmio por ter sido esperta, divertida e ter atingido seu objetivo,quando teve que lidar com um passageiro que, provavelmente, merecia voar junto com a bagagem... Um vôo lotado da GOL foi cancelado. Uma única funcionária atendia e tentava
resolver o problema de uma longa fila de passageiros. De repente, um
passageiro irritado cortou toda a fila até o balcão, atirou o bilhete e
disse: - Eu tenho que estar neste vôo, e tem que ser na primeira classe! A funcionária respondeu: - O senhor desculpe, terei todo o prazer em ajudar, mas tenho que atender
estas pessoas primeiro, já que elas também estão aguardando pacientemente
na fila. Quando chegar a sua vez, farei tudo para poder satisfazê-lo. O
passageiro ficou irredutível e disse, bastante alto para que todos na fila
ouvissem: - Você faz alguma idéia de quem eu sou? Sem hesitar, a funcionária sorriu, pediu um instante e pegou no microfone anunciando: - Posso ter um minuto da atenção dos senhores, por favor? (a voz ecoou por todo o terminal). E continuou: - Nós temos aqui no balcão um passageiro que não sabe quem é, deve estar perdido... Se alguém é responsável pelo mesmo, ou é parente, ou então puder ajudá-lo a descobrir a sua identidade, favor comparecer aqui no balcão da GOL. Obrigada. Com as pessoas atrás dele gargalhando histericamente, o homem olhou
furiosamente para a funcionária, rangeu os dentes e disse, gritando: - Eu vou te foder! Sem recuar, ela sorriu e disse: - Desculpe, meu senhor, mas mesmo para isso, o senhor vai ter que esperar na fila; tem muita gente querendo o mesmo....
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Uma loira, queria falar com a mãe, que estava na Alemanha, e foi à Telefônica.Como o atendente lhe informou que a ligação custava R$ 3,00 o minuto e ela não tinha dinheiro, disse que faria qualquer coisa para poder falar com sua mãe.
O homem perguntou a ela:
- Qualquer coisa?
- Sim - ela respondeu...
- Acompanhe-me até a sala ao lado.
Ela foi. Chegando lá, ele disse:
- Ajoelhe-se!
Ela ajoelhou.
- Abaixe o zíper da minha calça!
Ela abaixou.
- Tire-o para fora.
Ela tirou e o segurou entre as mãos.
O homem disse:
- Pode começar.
Ela aproximou-o da boca e falou:
- Alô... mamãe... você nem imagina de onde estou falando!!!
O dízimo
Manoel e Maria estão num vôo para a Austrália para comemorar o quarto aniversário de casamento.
De repente, o comandante anuncia pelos alto-falantes:
- Senhoras e senhores, tenho notícias muito ruins. Nossos motores estão parando de funcionar e vamos tentar um pouso de emergência. Por sorte, estou vendo uma ilha não catalogada nos mapas logo abaixo de nós e vamos tentar aterrissar na praia.
Ele aterrissou com êxito, mas avisou aos passageiros:
- Isto aqui é o fim do mundo e é muito provável que a gente não seja resgatado e tenhamos que viver nessa ilha pelo resto de nossas vidas!
- Maria, você pagou o dízimo da IGREJA .......... este mês?
- Ai, me perdoa Manoel. Com essa história de viagem, esqueci completamente!
Manoel, eufórico, agarra a mulher e tasca o maior beijão, o melhor de todo o casamento. A Maria não entende e pergunta:
- Manoel por que você me beijou desse jeito?
- Eles vão nos achar!!!
Frase do ano:
"Jesus Cristo é o caminho
e eu sou o pedágio"
(Edir.......)
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
E-MAIL RECEBIDO - COMO SÉRGIO CABRAL FICOU RICO !
Se as instituições republicanas não reagirem, estarão ajudando a solapar nossa democracia. É preciso investigar a veracidade da denúncia e extirpar os cânceres que sugam as energias e os recursos do Estado e da sociedade brasileira. É preciso também. que os partidos políticos não comprometidos c/ o patrimonialismo reajam e que os trabalhadores e toda a sociedade façam sua parte pressionando as instituições.
Um detalhe chama atenção, no contexto da denúncia, embora não me espante: a impotência política do empresariado, extorquido como se ainda estivéssemos sob o antigo regime absolutista. Será que a corrupção é, p/ a maioria deles, mera questão contábil contornável via repasse de seus custos aos preços?
"Qualquer deputado ou funcionário daquela Casa sabe que sempre funcionou um esquema de CPIs tocado por 3 parlamentares-chaves: SÉRGIO CABRAL, Paulo Mello e Andre Luis. Sempre funcionou nos assuntos que envolviam empresas e assuntos fiscais.""O esquema sempre foi simples. SÉRGIO CABRAL e Paulo Mello escolhiam o 'setor-vítima'. Supermercados, por exemplo. Depois, incluíam entre os membros da CPI o truculento deputado Andre Luis, o 'braço armado' (literalmente) do CABRAL. SÉRGIO CABRAL pedia à Silveirinha as informações mais importantes que poderiam constranger os empresários. Silveirinha fornecia números e documentos, digamos, 'básicos'. Com isso nas mãos, CABRAL repassava para seu fiel escudeiro, o hoje também milionário Paulo Mello, os documentos que permitiriam a abertura da CPI. E quem fazia o trabalho 'sujo', o de visitar empresas, de ameaçar pessoas, de se expor e arrecadar o dinheiro? Elementar: o André Luis. Os outros membros, parlamentares do 'baixo clero', que compunham as CPIs, recebiam algumas migalhas da extorsão, mas eram escolhidos a dedo para não criar problemas."
Esquema da Fiscalização no Rio de Janeiro (Partes I, II )
PARTE I
Parte das inspetorias da Fazenda sempre foi entregue a políticos. Sempre.
Alguns deputados jamais pediam obras, a não ser uma inspetoria, que dependendo da área de abrangência, poderia render entre 30 a 150 mil reais por mês.
Nos últimos dois governos - Marcelo Allencar e Garotinho, bem como o atual, o da Rosinha, o esquema tem sido sempre exatamente igual. Nos últimos 8 anos, os deputados mais encrenqueiros só eram "acalmados" com uma inspetoria.
E em quase todos os casos - exceto as do pessoal do governo - SÉRGIO CABRAL sempre recebeu religiosamente metade do que era arrecadado. O trato sempre foi esse: ele levava o pleito do deputado até o governador.
"Convencido" da necessidade de nomear um indicado político, o governador"comprava" aquele voto até o fim do seu governo.
O grande "pulo do gato" sempre foi o famosíssimo livro conhecido como "Termo de Ocorrência", de 50 páginas, onde as primeiras 25 eram destinadas às anotações da empresa, sendo as 25 restantes às anotações dos fiscais.
Invariavelmente, nas regiões onde o nível de corrupção é alto, encontra-se uma típica anotação - padrão - por parte dos fiscais: "não foi constatada irregularidade". Ao longo dos anos, pode-se observar que não havia rodízio de fiscais, e que a anotação sempre foi rigorosamente a mesma.
O ex-deputado Sivuca, por exemplo, citado pelo ex-secretário Sasse como padrinho de uma inspetoria na Barra da Tijuca, recolhia através de seu afilhado, o inspetor-chefe Celso Kastrupp, em torno de R$ 150.000 reais por mês, dos quais R$ 75.000,00 eram repassados para o atual Senador Sérgio Cabral. Existem centros comerciais na Barra da Tijuca (que aliás, é uma belí$$ima inspetoria) como é o caso do Parque das Rosas, que são campeãs em sonegação há quase uma década.
É verdade sim, que o deputado Roberto Dinamite indicou um inspetor chefe.
Nome: Dirrago. Inspetoria: da Penha. Faturamento: R$ 50.000,00 (meio a meio com o Cabral, desde o governo Marcelo Allencar)
Albano Reis, o deputado Papai Noel, logo no início do governo Garotinho, começou a "bater de frente" com o governador e com o presidente da Alerj, Sérgio Cabral. Ninguém entendeu o por quê da raiva que Cabral e Albano Reissentiam um pelo outro pelos idos de 1999. Albano Reis (está nos anais da Alerj) não saia da tribuna, denunciando o Cabral, particularmente a mansão que o ex-presidente da Assembléia trouxera dos EUA.
Mas a razão da briga tinha sido o critério de se repartir o "lucro" da inspetoria do Catete (inspetor-chefe Nelson Garófilo) com o Cabral. A nomeação não saía. Albano Reis enfrentou o Cabral azucrinando-o até que este fez um acordo em bases menos gananciosas para acalmar o deputado "NATALINO".
Só que neste ínterim, SILVERINHA já tinha nomeado sua amante - Dona Sônia para o Catete. E Albano foi contemplado em outra região.
Às vezes, o deputado tinha que "entubar". O ex-parlamentar Paulo Albernaz, por exemplo, líder do GAROTINHO na Alerj, não conseguiu emplacar o inspetor-chefe de Campos, sua terra natal. Perdeu a indicação - ora vejam só - para Eduardo Cunha, aquele famoso ex-presidente da Cehab que respondea inúmeros ações na Justiça por improbidade. Paulo Albernaz nunca "entubou" a perda da inspetoria de Campos, e jamais poupou o governador de seu ressentimento expressado em sonoros palavrões.
E o Noel de Carvalho, quem diria? Existe um posto do ICMS em Rezende(terranatal do deputado) numa localidade conhecida como Inhagapi, logo depois do limite dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Ali, o "dono do pedaço" sempre foi o deputado Noel de Carvalho, só que com uma diferença estarrecedora: quem fazia a fiscalização era o pessoal contratado através daNuseg, indicado - é claro - pelo Noel de Carvalho. Para se ter idéia,
basta buscar a sonegação feita pela Schincariol (alguma coisa em torno de R$1.500.000,00) num mês de verão. Não é preciso dizer que o pessoal da fiscalização de verdade tem ódio mortal do Noel de Carvalho.
O pessoal da bancada evangélica também tinha suas inspetorias desde o governo Marcelo Allencar. Eraldo Macedo, por exemplo, irmão do Bispo Macedo, sempre comandou 2 inspetorias: Lagoa (sob a chefia do Edson Godomar) e a de Copacabana (sob a chefia do Jequiriçá). Ambas rendem algo em torno de R$100.00,00, dinheiro religiosamente (sem conotação, por favor) dividido como Senador Sergio Cabral..
Por falar em religião, sabe aquele famoso "pastor" do escândalo cheque-cidadão, o Everaldo? Pois é, sempre foi "dono" de 3 inspetorias:
Irajá (sob o comando da Viviane), de Bonsucesso( sob o comando do Guedes) e de Barra do Piraí (sob o comando do filho do ex-verador evangélico Dirceu Amaro). Esse Everaldo é um craque, pois conseguiu manter pelos menos 2 dessas no governo Benedita...
PAULO MELLO sempre comandou a inspetoria de Maricá, desde o governo Marcelo Allencar de quem era líder na Alerj. Maricá comanda toda a chamada região dos lagos, e apesar de uma abrangência geográfica grande, é uma inspetoria considerada do interior. Nesse caso específico, alguma coisa em torno R$70.000,00 mensais.
GRAÇA MATOS indicou São Gonçalo a pedido do maridão Ezequiel, ex-prefeito e atual deputado federal. Às vezes, "bate" R$ 100.000,00. Graça e Ezequiel nunca reclamaram.Só na campanha. Augu$to Ari$ton - o ex-$ecretário do Gabinete Civil e atual $ecretário de Tran$portes, indicou uma das inspetorias do centro da cidade. Aliás, a respeito dessa região, cabe uma observação: o ex-subsecretário de Fazenda da Bené, Eduardo Campos, conhecido pelos fiscais como um "goelão" (o jargão é deles), fundiu as 2 inspetorias do Centro. O resultado? Impressionantes 250mil reais por mês. Repetindo: 250 mil reais todo santo mês!
É verdade sim que NÚBIA COZZOLINO ganhou uma inspetoria. Durante um tempão gritava, esperneava e acusava Garotinho, Jonas e seu pessoal dos desmandos no DER. Um dia, calou. Calou por que? Por que calou? Ora, ganhou finalmente sua inspetoria. Pequena, é verdade, mas que garantia R$ 30 mil para ela, e R$ 30 mil para o "corretor" SÉRGIO CABRAL.
Nelson Gonçalves participava da inspetoria que cobre Volta Redonda.
André Luis, é claro, a de Bangu. O "capo" banguense André Luis chiava e sempre desconfiava de seus afilhados na fiscalização, já que nunca conseguia atingir os R$ 100.000 reais mensais. Nunca passava de R$ 70.000,00!
Que chato, não? O problema era convencer o "sócio" SÉRGIO CABRAL que era só isso. Os dois andaram se estranhando por causa de dinheiro, mas depois se acertaram.
PARTE II
- Existe um viés no escândalo SILVEIRINHA que propositadamente está sendo deixado de lado pelos deputados da Alerj. E a chave disso chama-se Romeu Sulfan, um ex-vendedor de camisas de campanha eleitoral na Rua da Alfândega. E que provavelmente, está com os dias contados.
Qualquer deputado ou funcionário daquela Casa sabe que sempre funcionou um esquema de CPIs tocado por 3 parlamentares-chaves: SÉRGIO CABRAL, PAULO MELLO e Andre Luis. Sempre funcionou nos assuntos que envolviam empresas e assuntos fiscais.
Como se sabe, é dificílimo criar uma CPI na Alerj, só com o desejo explícito do presidente. Se alguém se der ao trabalho de pesquisar o site da Alerj no tocante às CPIs dos 8 anos (GESTÃO CABRAL), descobrirá "coincidências", como por exemplo a composição com os mesmos nomes, os mesmos objetivos, entreos quais a requisição de livros contábeis e notas fiscais dos últimos 5 anos das empresas que mais tarde seriam extorquidas.
O esquema sempre foi simples. SÉRGIO CABRAL E PAULO MELLO escolhiam o "setor-vítima". Supermercados, por exemplo. Depois, incluíam entre os membros da CPI o truculento deputado Andre Luis, o "braço armado" (literalmente)do CABRAL.
SÉRGIO CABRAL pedia à Silveirinha as informações mais importantes que poderiam constranger os empresários. Silveirinha fornecia números e documentos, digamos, "básicos".
Com isso nas maõs, CABRAL repassava para seu fiel escudeiro, o hoje também milionário Paulo Mello, os documentos que permitiriam a abertura da CPI.
E quem fazia o trabalho "sujo", o de visitar empresas, de ameaçar pessoas, de se expor e arrecadar o dinheiro? Elementar: o Andre Luis. Os outros membros, parlamentares do "baixo clero", que compunham as CPIs, recebiam algumas migalhas da extorsão, mas eram escolhidos a dedo para não criar problemas.
Basta analisar as CPIs da era CABRAL. Todas sempre tiveram a mesma característica, como um "serial killer" faz com suas vítimas: eram destinadas a segmentos produtivos que envolvessem grandes empresas e indústrias, requisição de quantidades imensas de documentação, informações técnicas que só a Secretaria de Fazenda tinha acesso, quase sempre os mesmos membros.
Alguém acredita, sinceramente, que um bobalhão como esse tal de Romeu Sulfan seria escolhido por Silveirinha e sua patota para ser intermediário de extorsões de milhões de dólares? Precisariam dele prá quê? Só se fosse para fazer trapalhadas no melhor estilo Peter Sellers, como foi o caso da Light.
Se se buscar os arquivos dos jornais da época da denúncia da Light, vai se descobrir notícias de que esse Romeu estava lotado na Alerj, no gabinete do deputado André Luis, o "capataz" de CABRAL E PAULO MELLO.
Romeu sempre foi um trapalhão que visitava as empresas em nome das CPIs. O caso Light - o Edésio Quintal, ex-diretor sabe mais do que ninguém - foi armado por SÉRGIO CABRAL E PAULO MELLO. Todo mundo na Alerj sabe disso. Os funcionários da Alerj sabem disso. Os servidores das CPIs sabem disso.
O Silveirinha tinha seu próprio esquema, e não precisaria jamais de um bobão como o Romeu para extorquir dinheiro das empresas.
Se for seguido o fio dessa meada, será descoberto um esquemaço pior do que o dos fiscais da Secretaria da Fazenda. O que SÉRGIO CABRAL E PAULO MELLO fizeram durante esses últimos 8 anos é estarrecedor, pois usaram o terror como nenhum outro parlamento o fez. Isso, sem se falar nas privatizações da era Marcello Alencar, quando o filho do ex-governador, Marco Aurélio ainda era carne e unha com CABRAL E PAULO MELLO (este último, lider do governo na época)
E alguém pode dar uma boa razão para SÉRGIO CABRAL ter a mulher de Silveirinha lotada no seu gabinete durante anos? E ainda nomeá-la para um cargo de chefia de 6.000,00? E só a exonerou porque estourou o escândalo na imprensa.
Até hoje está sem explicação, a origem do dinheiro amealhado através de extorsões pela dupla SÉRGIO CABRAL E PAULO MELLO, que os fizeram homens ricos, com depósitos gigantescos no exterior.
Essa CPI da Alerj é ridícula. PAULO MELLO na presidência? Sem comentários,pois ele está ali para proteger suas alianças: SÉRGIO CABRAL, Jonas (hoje no TCE), Ariston (ex-chefe do Gabinete Civil e atual Secretario de Transportes) e, é claro, ele mesmo, PAULO MELLO. Graça Matos? Acusada deter sido uma das beneficiárias daquele caso de extorsão de um vereador de São Gonçalo - o Castor - ela sempre foi uma das parlamentares de confiança
do CABRAL, tendo sido sua primeira vice-presidente. "Queridinha" da Rosinha,
Graça Matos é ideal para uma função dessas. Qualquer um sabe que ela não resistiria a um exame psicotécnico.
Pedro Fernandes na CPI? É outra piada. Idoso, doente, semi-analfabeto, dorme ao sentar-se em qualquer poltrona do Palácio Tiradentes. Lembra aquelapersonagem do Ronald Golias, o "Bartolomeu Guimarães"? Pois é. Edmilson Valentim tem seu esquema próprio, sempre ligado ao Wagner Victer.
Suas CPIs tratam de assuntos que dizem respeito à área energética, mas sempre foi um fiel escudeiro de esquerda do CABRAL. Recebeu ajuda da Coca-Cola, é verdade, mas tem tantas dívidas contraídas com o ex-presidente da Alerj, que jamais permitiria que essa CPI dos fiscais descambasse para um caminho que viria atingir seu amigo CABRAL. Este último, aliás, espertamente sempre se cercou de parlamentares de esquerda para lhe dar aquele ar de seriedade: CARLOS MINC, Heloneida Studart, Valentim )
Romeu Sulfan sabe demais. Sempre teve acesso aos gabinetes da Alerj onde se decidiam grandes esquemas de extorsão. Era o "apanhador" de dinheiro para SÉRGIO CABRAL E PAULO MELLO.
http://www.alerj.rj.gov.br/
Médicos sem fronteiras
Um dos principais objetivos do projeto é estabilizar pacientes graves durante a primeira hora após a ocorrência de um incidente. Além de atendimento de emergência, também são oferecidos aos moradores cuidados de saúde mental, transferências para hospitais e orientação sobre a rede pública de saúde. Veja o link das fotos da Unidade no Complexo do Alemão http://www.msf.org.br/galeria/msfgaleria.asp?id=72 | |||
Ciência
Cientistas japoneses anunciaram extrair células-troncos de um siso de uma menina japonesa de 10 anos. Depois do cordão umbilical, mais uma opção para obter as células mestras, que nos darão esperanças, na cura de muitas doenças.A célula-tronco capaz de se desenvolver fora do corpo e dar origem a outras, foi identificada em um experimento do estatal Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Industrial Avançada (AIST, na sigla em inglês) do Japão.
No experimento, a célula foi extraída de um siso que ficou congelado por três anos e utilizada para criar outras para tratar problemas de fígado.
Segundo os cientistas, a vantagem da técnica é que ela contorna problemas éticos associados à extração de células -tronco de embriões humanos.
Vida longa à poligamia
Pesquisadores da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha observaram, a partir de dados fornecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que homens de países onde a poligamia é permitida vivem mais do que homens de países monógamos.O estudo considerou os fatores socioeconômicos dos países observados na pesquisa e concluiu que os polígamos, acima de 60 anos, de 140 países, têm uma expectativa de vida 12% maior do que a de 49 países onde a poligamia é proibida.A explicação dada pela coordenadora da pesquisa, Virpi Lummaa, é de que os homens continuam férteis mesmo com idades avançadas e isso em nações polígamas é acentuado, onde os homens têm filhos com mulheres de diferentes idades.
Fonte:Opinião e Notícia
É ISTO AÍ.....TÁ TUDO LIBERADO?
Papai do Céu,socorro!
Ósculos e Amplexos
Gaby
Dica de leitura para todos nós

Trata-se de uma obra extraordinariamente bem documentada. Além de publicações da época, a autora buscou os arquivos oficiais, especialmente o do Itamaraty. Surgiram documentos de toda a espécie indicando um forte anti-semitismo entre várias figuras de proa do governo Vargas. Assim, toma-se conhecimento de que foram expedidos até decretos secretos limitando a concessão de vistos para judeus. Há instruções enviadas para diplomatas brasileiros sobre como reconhecer judeus, no melhor estilo da Alemanha nazista. O livro reproduz até uma lacônica carta, escrita pelo Chanceler Oswaldo Aranha para a sua mãe, negando um pedido: Recebi o seu cartão, acompanhado da carta da Senhora Cora Meyer. Infelizmente, é de todo impossível atender o pedido da Senhora Meyer, pois são absolutamente taxativas as nossas leis sobre a entrada de estrangeiros, mormente de europeus. Aliás, atualmente o assunto depende exclusivamente do Ministério da Justiça. Este bilhete chama a atenção para alguns fatos: 1) não emprega a expressão 'judeu', mas dá uma desculpa infundada de que haveria uma genérica restrição ao ingresso de europeus no Brasil; 2) na época (1942) o País não tinha, sequer, constituição. O ditador e seus acólitos tudo podiam; 3) deportava-se arbitrariamente, mesmo se o destino da vítima fosse um campo de concentração e a morte, como foi o caso de Olga Benario e de tantas outras pessoas. Assim sendo, a admissão de estrangeiro não precisava de nenhum rito especial. O resultado de todo esse anti-semitismo foi a morte de milhares de pessoas inocentes que buscavam no Brasil um refúgio, mas que, por preconceito dos governantes, lhes foi negado.
O livro da Professora Tucci Carneiro não se restringe, entretanto, ao Brasil oficial. Também analisa com uma riqueza de detalhes (inclusive uma excelente iconografia) o anti-semitismo existente no Brasil. Aliás, impressiona o preconceito racial que havia contra os judeus. Se hoje fosse feito um milésimo do praticado na Era Vargas contra qualquer etnia ou grupo de pessoas, o Ministério Público teria um trabalho interminável.
O anti-semitismo na Era Vargas é uma obra que já se encontra em segunda edição (2001), atestando a excelente receptividade do público. O crítico Antônio Cândido encerra o prefácio sobre o livro com as seguintes palavras: este livro revolve um terreno dramático de maneira sugestiva e eficaz, configurando-se como marco na historiografia brasileira. Marco esse que ganha importância neste momento de reavaliação da Era Vargas.
CARNEIRO, Maria Luiz Tucci. O anti-semitismo na Era Vargas – fantasmas de uma geração (1930-1945). São Paulo, Editora Perspectiva, 2001, 536 páginas.
Fonte:Opinião e Notícia
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Há 10 anos o Vasco da Gama conquistava a América
HÁ 10 ANOS,NO DIA 26 DE AGOSTO DE 1998,O VASCO FATURAVA O TÍTULO DA LIBERTADORES, APÓS VENCER O BARCELONA POR 2 X 1 NA CASA DO ADVERSÁRIO.LEIA SOBRE ESTA HISTÓRIA E SEUS PERSONAGENS, NO LINK ABAIXO.
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http://oglobo.globo.com/esportes/vasco98/
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Vamos todos cantar de coração
A Cruz de Malta é o meu pendão
Tu tens o nome de um heróico português
Vasco da Gama, a tua fama assim se fez
Tua imensa torcida é bem feliz
Norte e sul, norte e sul deste país
Tua estrela, na terra a brilhar
Ilumina o mar
No atletismo és um braço
No remo és imortal
No futebol és o traço
De união Brasil-Portugal

Novo medicamento para esquizofrenia ajusta os níveis de glutamato do cérebro

Não raro, descobertas científicas ampliam o vocabulário – e o conhecimento, ainda que pouco aprofundado – das pessoas
Até hoje, esforços clínicos para alterar os níveis de glutamato falharam porque é complicado mexer com esse neurotransmissor essencial, que excita os neurônios. Grandes concentrações de glutamato podem provocar convulsões ou mesmo matar células do cérebro – e níveis muito baixos da substância podem levar ao coma. O novo agente evita esses perigos ligando-se apenas a um subconjunto de receptores que tem efeitos mais sutis nos neurônios. Pesquisadores acreditam que o medicamento possa diminuir os níveis de glutamato anormalmente altos em certas áreas do cérebro associadas à esquizofrenia, o que favoreceria o controle da doença. A hipótese é que a restauração do equilíbrio do glutamato reduza as quantidades excessivas de dopamina, em regiões cerebrais relacionadas à psicose.
Fonte: http://blogdamentecerebro.blog.uol.com.br/
http://virtualpsy.locaweb.com.br/?art=328&sec=31
Filme para entender melhor esta doença:
Uma Mente Brilhante
O diretor Ron Howard (O Preço de um Resgate) leva às telas a história de John Nash, homem considerado esquizofrênico pelos médicos mas que chegou a ganhar um Prêmio Nobel graças à sua genialidade. Com Russell Crowe, Ed Harris, Jennifer Connelly e Christopher Plummer. Vencedor de 4 Oscars.
Ósculos e Amplexos
Gaby
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Naqueles tempos...
- Abraão, Abraão que é isso????
-Senhor, Senhor eu estou sacrificando o meu filho, conforme a Vossa ordem!!!!
- Não Abraão, eu só queria medir a sua fé!!
- Mas Senhor....!!!!
- Porra Abraão, solte o menino!!!!!
Abraão soltou o filho. O menino saiu em disparada...correu,correu, correu, e Abraão gritava:
- Filho volte, filho volte, o Senhor te libertou!!!!
O menino parou, lá longe, e gritou:
- Libertou o caralho!!! Se eu não fosse ventríloquo estaria fudido!
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Piadinhas cretinas.
Agora que casei, não consigo engravidar.
- É muito comum. Seu caso é que você não reproduz em cativeiro.
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Doutor, tenho tendências suicidas. O que faço?
- Em primeiro lugar, pague a consulta.
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A senhora chega ao hospital e pergunta:
- Doutor, sou a esposa do Zé, que sofreu um acidente; como ele está?
- Bem, da cintura para baixo ele não teve nem um arranhão.
- Puxa, que alegria. E da cintura para cima?
- Não sei, ainda não trouxeram essa parte.
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Após a cirurgia:
- Doutor, entendo que vocês médicos se vistam de branco. Mas porque essa luz tão forte?
- Meu filho, eu sou São Pedro.
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Doutor, o que eu tenho?
- Não sei, mas em caso de dúvida vamos descobrir na necrópsia.
ps:Valeu Victinho!!!!
Ósculos e Amplexos
Gaby
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Palavras...
"O homem necessita de uma paixão para justificar a ilusão da existência."
"A maior fraqueza de um homem reside na falta de condições para pagar suas dívidas. Portanto, se um miserável não tem contas a pagar ele é afortunando.""Não dê ouvidos ao coração, ele é um amigo 'falso'."
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
A mais bela canção - Por: Vinicius de moraes
Eu sei que vou te amar O que essa tua ausência me causou
DIA 16/08 - SÁBADO - DIGA SIM à VIDA e NÃO À VIOLÊNCIA
Famílias se unem para dizer SIM à VIDA
e NÃO à VIOLÊNCIA na Praça Saens Peña
O Brasil tem 5 564 municípios e ocupa a constrangedora 83ª posição no Índice de Paz Global (Global Peace Index - GPI), o primeiro estudo que classifica 121 países de acordo com o grau de paz. Um dos fatores que mais pesou negativamente sobre o Brasil foi sua elevada incidência de violência urbana. Por dia morrem 105 pessoas no país. O Rio de Janeiro é o 2º município com maior número de homicídios na população total em 2006. A Tijuca é considerado o 2º bairro onde acontecem mais roubos do Rio de Janeiro.
Para ajudar a mudar esse quadro, na Semana Nacional da Família, a Igreja Santo Afonso aposta na esperança e entra na luta contra a violência, convidando as famílias a se unirem num grande movimento pela vida. Com o tema DIGA SIM à VIDA e NÃO À VIOLÊNCIA, o encontro acontece no próximo sábado, dia 16, às 11h, na Praça Saens Peña, na Tijuca. A programação conta com uma série de atividades que começa com a celebração de uma missa e é aberta a toda a comunidade. A expectativa é de que mais de três mil pessoas participem. Entre os presentes estarão padres de diversas paróquias e os pais de Gabriela Prado Maia Ribeiro, Carlos Santiago, Daniel Duque, Daniela Duque, João Roberto, Paulo Roberto e avó, além de parentes de outras vítimas da violência. O Evento é uma iniciativa da 2ª Forania do Norte que compreende 10 paróquias da Tijuca, Usina, Muda e Alto da Boa Vista.
Durante o encontro pela paz será feito um minuto de silêncio pelas vítimas da violência no Rio de Janeiro. Lenços e bandeiras brancas nas janela de apartamentos, escritórios, comércios e escolas marcarão a participação dos moradores da Tijuca no evento. As famílias das vítimas de violência entrarão no momento do Ofertório carregando uma colcha com as vítimas da violência. Ao final todas as famílias receberão também uma benção especial. Pombos brancos serão soltos por crianças, simbolizando o desejo pela paz.
A violência não tem dado trégua no Rio de Janeiro. Famílias inteiras vêm sofrendo e chorando a perda de um filho, marido, esposa, mãe, irmão ou pai. Os filhos da violência têm nomes e rostos. As vítimas não depende de idade, nem do bairro onde se mora ou de condições sociais. Na história da violência carioca quem não se lembra de casos que chocaram o país, como a morte da adolescente Gabriela numa troca de tiros na Tijuca; do menino João Hélio, que foi arrastado por 7 quilômetros em ruas movimentadas de quatro bairros do subúrbio do Rio, e de João Roberto, uma outra criança metralhado dentro do carro por policiais também na Tijuca.
De acordo com o Pe. Nelson Antônio Linhares, da paróquia Santo Afonso, a Igreja não pode se alienar frente à violência. "É papel da Igreja vencer os desafios, promovendo uma cultura de paz. Precisamos restaurar o respeito à vida e às diferenças, cuja a fonte é o relacionamento da família. E a missa é um gesto concreto de solidariedade com todas as pessoas que sofreram algum tipo de violência. Venha participar desse grande encontro das famílias pela vida", convida o Pe. Nelson Antônio Linhares, orientador espiritual da Pastoral da Família.
PROGRAMAÇÃO
ENCONTRO DIGA SIM À VIDA E NÃO À VIOLÊNCIA
10h30 - Inicio da missa
11h - Leitura do Evangelho pelas famílias das vítimas de violência
12h – Ofertório com as famílias das vítimas pela violência
12h30 - Um minuto de silêncio pelas vítimas da violência no Rio de Janeiro
13h15 - Crianças soltando pombos brancos simbolizando a paz
13h30 - Benção para as Famílias
Geografia da Violência no Brasil e no Rio de Janeiro
A pesquisa revela que no estado do Rio, em 2003, 7.998 pessoas foram vítimas letais da violência -53,8 por 100 mil habitantes. Exatamente o dobro da média brasileira. Isso significa que 18 pessoas foram assassinadas no estado do Rio, diariamente, oito das quais na capital. A maioria eram jovens, do sexo masculino, entre 15 e 24 anos, pobres e negros, moradores das áreas mais pobres da cidade. Em São Paulo, o número de seqüestros pulou de doze para 307, nos últimos cinco anos ? um crescimento de incríveis 2.460%!
Nos últimos vinte anos o número de brasileiros assassinados aumentou 237%. A taxa é dez vezes superior à registrada na Alemanha. O pais gastou US$ 55 milhões ou seja 14% do Produto Interno Bruto (PIB) com a violência em 1.999, mas não conseguiu impedir o avanço da criminalidade. Em todo o território nacional foram 40 mil execuções, 10 vezes mais do que nas guerras da Chechênia, Kosovo e Croácia.
Nos 30 anos de guerra na Irlanda morreram 3 mil pessoas. Em todo o país Foram roubados 371 mil veículos - 229 mil somente em São Paulo - mais do que o total de carros fabricados anualmente no Uruguai, Chile, Peru, Equador e Colômbia. Os números fazem parte da pesquisa "A macroeconomia da violência, feita pelo professor Ib Teixeira, especialistas em estudos da violência da Fundação Getúlio Vargas,
A Grande Tijuca, do Maracanã ao Alto da Boa Vista, engloba sete bairros e 29 favelas. São 366 567 moradores. São 29 favelas. Nas favelas vivem 50 mil pessoas (14% do total). A Tijuca é considerado o 2º bairro com maior registro de roubos.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Álvaro de Campos escreveu...
Todas as Cartas de Amor são Ridículas
Todas as cartas de amor são
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
As cartas de amor, se há amor,
Mas, afinal,
Quem me dera no tempo em que escrevia
A verdade é que hoje
(Todas as palavras esdrúxulas,
MUITO BOM!!!!
Frank Lucas (Washington) é um motorista de um dos mais poderosos chefes do crime na cidade. Após a súbita morte de seu chefe, Lucas entra na brecha deixada pelo seu ex-empregador e então começa sua escalada até o topo no mundo do crime e das drogas fazendo com que o instintivo policial Ritchie Roberts note uma perigosa mudança de comando no submundo.
sábado, 2 de agosto de 2008
Nando Reis - All Star

sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Pense...
Chagas no mundo
quarta-feira, 30 de julho de 2008
“CORONÉIS BARBONOS”
Causa debet praecedere effectum.
AO POVO DO RIO DE JANEIRO:
Cerca de um ano atrás, com a finalidade de resgatar a cidadania, a dignidade pessoal e profissional dos integrantes da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, bem como reduzir dificuldades na área de segurança pública mediante propostas de ações governamentais, um grupo de integrantes da Polícia Militar do último posto da Corporação, denominados “Coronéis Barbonos”, travejado na experiência profissional adquirida ao longo de mais de trinta anos de serviço, elaborou manifesto denominado “Pro lege vigilanda” (Para a vigilância da lei) de cunho estritamente institucional, contendo as principais e urgentes necessidades da Corporação e de seus Componentes.
O documento discorria sobre doze tópicos, consolidados nos princípios de valorização do servidor público policial militar, profissionalização, racionalização de recursos e fortalecimento institucional, todos exeqüíveis e extremamente essenciais para a implementação de um projeto de segurança pública concreto e viável, tanto que, alçado à análise do Chefe do Executivo Estadual, teve pronto assentimento, por entender que por aquelas doze proposições passava a recuperação da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, órgão responsável pela polícia administrativa da ordem pública no ordenamento constitucional e infraconstitucional vigentes.Naquele instante já alertávamos para o fato de que a funcionalidade e operacionalidade do sistema policial, sempre jogadas para um plano secundário, achavam-se agonizantes; que os estertores de uma Corporação subjugada e sem brio se faria ouvir na sociedade, preliminarmente levando às comunidades carentes o terror de uma política de segurança sem os requisitos mínimos de inteligência e alicerçada unicamente no belicismo descabido, posteriormente impondo às demais camadas da sociedade o medo, a desconfiança e o luto pelos muitos filhos sacrificados em razão do despreparo e da pressão funcional e emocional a que são submetidos os profissionais de segurançaUrgia uma radical mudança de postura na condução da política de segurança pública, pois é fato que a que hoje está em prática, a qual já se arrasta por muitos anos e desgovernos não atende aos anseios da população, tampouco traduz as aspirações da sofrida família policial-militar, ao menos a majoritária parcela de abnegados preocupados em servir e proteger, já que além de nossas reputações maculadas pela desconfiança da população e pelo contínuo achincalhamento promovido pelos meios de comunicação - não sem razão, admita-se – também nos vemos vítimas e reféns do atual estado de barbárie em que vivemos.Estamos certos de que, ao contrário do que indica a desconstrução da imagem institucional mediante a série de gravosos e lamentáveis fatos envolvendo policiais-militares com toda sorte de crimes, ainda não chegamos ao fundo do poço, mas tal não tardará, pois quando o cidadão deixa de ter o Estado como seu protetor e passa a vê-lo como algoz, quando a desconfiança impera, quando os agentes da lei sentem-se sem credibilidade e incapazes de mudar o estado de coisas que os afligem, as conseqüências tendem a revelar um quadro de completo caos social, que somente o desprendimento de um governo inteiramente voltado para a coisa pública e avesso a picuinhas e jogadas de bastidores daqueles que querem prolongar o statu quo pode reverter.
Quando de nosso manifesto, fomos afastados e defenestrados da Corporação, como se nosso posicionamento fosse contrário ao interesse social e institucional, mas tal injustiça não esmoreceu nossa crença de que é preciso mudar radicalmente alguns conceitos, que as proposições por nós outrora firmadas são essenciais para a retomada do caminho da ordem pública, bem como sabemos que determinadas medidas irão requerer tempo para que logrem seus objetivos, enquanto que outras terão efeito imediato; da mesma forma é certo que algumas exigirão um esforço contínuo do governo, mediante planejamento e previsões orçamentárias, já outras se realizarão mediante simples ato do executivo, entretanto, todas necessitam de uma ação única e imediata, para que não se perca mais tempo.Esclareça-se que sempre estivemos e estamos à disposição do Estado do Rio de Janeiro e de sua população, colocando nossa larga experiência a seu serviço.Nosso manifesto, longe de configurar um ato de rebeldia ou de insubordinação, foi um grito de alerta e teve o caráter de rever conceitos defasados e garantir melhor contraprestação de serviços para o povo fluminense, o que é nossa missão.Não podíamos ser subservientes e estéreis, pois nunca agimos assim ao longo dos nossos mais de trinta anos de carreira policial-militar.O quadro atual demonstra que não estávamos errados.
HILDEBRANDO QUINTAS ESTEVES FERREIRA

O Estado do Rio de Janeiro tem enfrentado o drama de enterrar anualmente 8.000 pessoas vítimas de homicídio. Se somarmos a essa estatística o número de cidadãos fluminenses assassinados, mas que constam na lista de desaparecidos (4.633 no ano passado), essa cifra pode chegar a mais de dez mil homicídios. Policiais e pesquisadores no campo da segurança pública têm afirmado que, provavelmente, cerca de 70% dos casos de desaparecimento resultam de assassinatos. Isso significa que até o final do ano pelo menos 4.000 seres humanos terão a vida ceifada de uma forma ou de outra no estado do Rio de Janeiro. Sim, gente que nesse momento está viva não estará mais entre nós dentro de poucos meses, dias ou horas. Famílias inteiras estão prestes a iniciar uma nova fase da sua história - a luta contra a depressão em razão da saudade do parente assassinado.
Uma sociedade que tem um prognóstico de morte certo como esse, em razão da eficiência histórica do crime em sua vida, não pode deixar de pensar em um plano de salvação imediata para os que caminham a passos largos para o fim brutal de suas vidas. Falar apenas em termos de soluções de médio e longo prazo num cenário como esse significa afirmar que milhares vão morrer – entre os quais possivelmente você e eu, ou um dos nossos filhos – e tudo o que podemos fazer é sujeitar-nos em silêncio ao poder da barbárie. É sofrer derrota da pior espécie: a derrota de quem perdeu por haver se recusado a lutar. Num cenário como esse, o que não podemos é “decidir não decidir”, permitir que a maldade do perversos seja reforçada pela fraqueza dos virtuosos, tornando-nos desse modo cúmplices de um massacre de vidas humanas. Em suma, há uma justificativa moral para que algo seja feito imediatamente.
Os relatórios da ONU, da Anistia Internacional e do IBGE divulgados recentemente, os números do Instituto de Segurança Pública, a expansão das milícias, a corrupção das polícias, o poder bélico do tráfico e os fortes interesses corporativistas daqueles que não querem pagar o preço da paz, são todos sinais de que o Rio de Janeiro tornou-se ingovernável no campo da segurança pública. A maior necessidade de quem governa um estado como o nosso é humildade para admitir o fato de que é impossível dar um fim aos crimes que nos envergonham sem o apoio da população, do governo federal e das forças armadas. A experiência do exército brasileiro no Haiti prova que podemos garantir um mínimo de ordem para que o Estado possa levar políticas públicas a áreas pobres, com tempo para reestruturar as polícias e preservar milhares de vidas. Não é uma situação ideal, mas menos ideal ainda é o quadro de cidadãos desse Estado tendo que viver em território ocupado por bandidos. Homens e mulheres, na sua maioria esmagadora pobres, privados do direito de livre expressão, do direito de ir e vir e do direito à vida! E ainda tendo que pagar imposto para o Estado e para marginais.
A população não pode esperar a tragédia alcançar a sua família para aprender a ser gente. Chegou a hora de eliminarmos as nossas diferenças unindo-nos em torno de um objetivo que é comum aos seres humanos em geral: o respeito ao direito à vida! É tempo de não permitirmos que o mal triunfe mediante a inatividade dos bons. Precisamos compreender que correr o risco de lutar por uma causa e fracassar é preferível à vergonha de ter que admitir para filhos e netos que fomos covardes. Sim, é momento de agirmos. Não um mero espasmo ou catarse coletiva após uma morte que nos causou comoção social, mas uma açãoo firme e contínua, de um povo capaz de usar as armas da razão e da lei, que só tem a temer o deixar o Rio de Janeiro entregue aos perversos.
Que o povo e o governo se unam para o resgate da plena experiência democrática: liberdade com justiça. Que haja humildade por parte dos nossos governantes (para rever caminhos e admitir limitações) e envolvimento por parte da população (por saber que a salvação está em suas próprias mãos) .
Antônio Carlos Costa - Presidente do Rio de Paz












