
Para o coordenador de Políticas Públicas do Instituto Ethos e da Secretaria Executiva da Articulação Brasileira contra a Corrupção e a Impunidade, Caio Magri, as empresas envolvidas em casos de corrupção deveriam ser fechadas. "As empresas estão na outra ponta da corrupção, não há um ato de corrupção sem um corruptor. E o corruptor está sempre na figura das empresas. A CGU Controladoria-Geral da União tem hoje uma lista de cerca de mil empresas inidôneas que não podem negociar com o governo, e continuam abertas", disse Magri. (AE)
fonte:Cruzeiro online
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